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Palete PBR
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RECOMENDAÇÃO PARA INSPEÇÃO DE PALETE PBR

 

 

Este documento originalmente gerado pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de SP), que é a instituição de apoio técnico e de laboratório ao CPP – Comitê Permanente de Paletização contém uma sugestão de metodologia para a amostragem e inspeção para Controle da Qualidade no recebimento de paletes novos ou usados, de acordo com as especificações dos paletes PBR-I e PBR-II.


A finalidade deste documento é facilitar a inspeção durante a conferência no recebimento, podendo ser utilizado tanto para paletes novos como usados, sendo muito importante verificar a marcação a fogo do fabricante localizado no bloco da esquerda, e a data com a sigla do fabricante no bloco da direita.


São indicados aqui os números de paletes a serem amostrados para o Nível geral de inspeção II (plano de amostragem simples-normal, segundo a norma brasileira NB 5426/dez-85 - Planos de Amostragem e Procedimentos por Atributos, bem como o procedimento que poderão ser adotados no recebimento).


Basicamente, a inspeção visa detectar defeitos, os quais foram classificados em “generalizados” e “específicos”. Os defeitos específicos foram ainda divididos em “críticos”, “graves” e “toleráveis”. Por defeitos generalizados, entendem-se aqueles que por motivos do processo ou do material, todo o lote apresenta uma distorção. São exemplos desses defeitos, o uso de conectores inadequados, gabarito de montagem com dimensões erradas, madeira inadequada, etc.


Os defeitos específicos são analisados por componentes, ocorrência, dimensões etc., conforme a Tabela I. 


A amostragem é feita com um número definido de unidades e estas inspecionadas quanto aos defeitos. A Tabela II indica o número máximo tolerável de paletes defeituosos para aceitação do lote.


INSPEÇÃO


Para maior segurança, agilidade e ainda obter efeito orientativo dos trabalhos, a inspeção foi dividida em duas etapas, tendo em vista o tipo de defeitos e sua gravidade:


ETAPA 1: Especificamente para o processo produtivo, no início de fabricação dos paletes, as primeiras unidades são inspecionadas para verificar a presença de defeitos, tanto generalizados como específicos, tendo em vista a correção para melhor uniformidade e a conformidade dos lotes subsequentes. Nesta fase uma orientação e/ou sugestão para correção deverá ser encaminhada, relativamente à qualidade dos paletes produzidos.


ETAPA 2: Para ser aplicada tanto no processo produtivo como no recebimento dos paletes pela empresa usuária. Definidos os parâmetros, a inspeção é realizada no lote inteiro (por amostragem) ou em sub lotes (de acordo com as facilidades de estocagem da empresa, quantidade de entrega, quantidade de paletes nas carroçarias etc.), na sequência apresentada na Tabela II, ou seja, defeitos críticos, graves e toleráveis.




(1) AQL - Nível aceitável de qualidade do ponto de vista do produtor: máxima porcentagem defeituosa (ou o máximo número de “defeitos” por cem unidades), que para fins de amostragem, pode ser considerada como satisfatória como média de um processo.


(2) Aceitação: Número de peças defeituosas (ou falhas) que ainda permite aceitar o lote.


(3) Rejeição: Número de peças defeituosas (ou falhas) que implica a rejeição do lote.


Para maiores detalhes poderão ser consultados:

 

ABNT - NORMA NÚMERO 5426

(CLIQUE AQUI E ACESSE A PÁGINA COM AS NORMAS)

 

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PALETE PBR I - VC CPP 001 (ORIGINAL)

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PALETE PBR I - VC CPP 001 REV.1 DEZ2017

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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PBR II 

(CLIQUE AQUI E ACESSE O ARQUIVO EM PDF)

 

 

Atualizado em Fevereiro de 2018