Regularização na oferta influencia queda nos preços das hortaliças

As principais hortaliças comercializadas no atacado ficaram mais baratas no último mês. O bom resultado ao consumidor é reflexo do restabelecimento da oferta dos produtos nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, como aponta o 7º Boletim Prohort, divulgado nesta terça-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Além do fim da greve dos caminhoneiros, que liberou o escoamento da produção, o segundo semestre é marcado pela entrada da safra de várias culturas, como no caso da cebola, que chegou a registrar diminuição de 40,85% no preço na Ceasa em Recife. A partir do segundo semestre, a produção da hortaliça é pulverizada pelo país com produtores do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste abastecendo os principais mercados atacadistas. Com mais produto no mercado nacional, a possibilidade de importação também caiu, o que ajuda na redução dos preços.

Também seguiram as tendências de baixa o tomate, que teve maior queda registrada em Fortaleza (42,2%), a alface, tendo como destaque a redução de 54,5% em Recife, a cenoura, com redução de 41,4% em Goiânia, e a batata com queda de 30,6% no Rio de Janeiro. Já os preços das frutas devem pesar na conta do mês. Ao analisar o comportamento da comercialização no atacado, foi verificada alta em três dos produtos analisados. A maior demanda pela maçã influencia na alta de até 16,9% registrada no Rio de Janeiro. Já a baixa oferta do mamão impulsionou o aumento nas cotações. No caso da banana, a entrada da fruta da Colômbia e do Paraguai refletiram na elevação dos preços no atacado. A melancia e a laranja chegaram a registrar queda em, pelo menos, quatro centrais analisadas. Mas, enquanto a melancia deve seguir com queda nos próximos meses, a laranja tende a registrar menor oferta do produto no mercado, já que a indústria deve intensificar a demanda da fruta para moagem. Para aliviar o bolso e economizar na feira, foram registradas algumas quedas importantes de preços para o pêssego (14%), jabuticaba e graviola (11%), maracujá (9%), agrião (26%), rúcula (18%), beterraba (16%), rabanete e jiló (12%), couve-flor e berinjela (11%). Confira aqui o estudo.   Fonte: Assessoria de Comunicação da  Conab

Bayer realiza treinamento BayG.A.P. em parceria com a ABRAS

A Bayer em parceria com a Global G.A.P., Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e PariPassu, realiza até o dia 5 de julho, na sede da ABRAS, em São Paulo, o BayG.A.P., um programa de treinamento para dar suporte aos produtores agrícolas na preparação e adequações de padrões de certificação de produção exigidos no mercado nacional e internacional. O BayG.A.P, que começou hoje (3), trabalha junto aos participantes informações sobre boas práticas agrícolas, como: gestão integrada de pragas, uso seguro de defensivos, produtos para proteção de cultivos, tecnologia de aplicação, segurança do alimento, entre outros.

O superintendente da ABRAS e coordenador do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da entidade (RAMA), Marcio Milan, fez a abertura do evento, e falou da necessidade das boas práticas agrícolas para a cadeia produtiva. Da ABRAS também participa do treinamento Fabiana Alves, da área de sustentabilidade.

O programa é gratuito, e acontece nos dias 3, 4 e 5 das 9 horas às 17 horas. É exclusivo para consultores, que serão certificados no final do curso para replicar o conteúdo junto a equipes e produtores. No último dia, 5/7, o treinamento será realizado em uma fazenda, no interior paulista.

Redação Portal ABRAS

Congresso Brasileiro de Olericultura começa no dia 6 de agosto no MS

 

O 55º Congresso Brasileiro de Olericultura acontece de 6 a 10 de agosto de 2018, no Centro de Convenções de Bonito (MS). O evento é promovido pela Associação Brasileira de Horticultura (ABH) e, nesta edição, realizado em parceria com a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER), Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (SEMAGRO), Sistema Famasul e Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS). O Congresso, realizado pela terceira vez no Estado do Mato Grosso do Sul, terá como eixo de discussão a produção sustentável, qualidade de vida e o estímulo ao consumo, que serão debatidos por meio de palestras, mesas redondas, apresentação de trabalhos de pesquisa, minicursos e reuniões, além de uma assembleia geral dos associados. Os trabalhos apresentados no evento serão publicados na revista Horticultura Brasileira, em edição suplementar, indexada pela CAB. Aproveitando a proximidade com países sul-americanos, em paralelo ao evento, e no mesmo local, será realizado também, de 6 a 10 de agosto, o Encontro Latino-Americano de Horticultura, que reunirá especialistas nacionais e internacionais.   Clique aqui e confira a programação completa do evento.     Redação Portal ABRAS 
com informações da Associação Brasileira de Horticultura    

Campanha do Ministério do Meio Ambiente alerta para desperdício de alimentos

O Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, lançou, na terça-feira (3/7), a Semana Nacional de Conscientização da Perda e Desperdício de Alimentos, ao lado dos parceiros ONU Meio Ambiente, WWF-Brasil, Embrapa, Ministério do Desenvolvimento Social e Fundição Progresso. A iniciativa será realizada anualmente, na última semana de outubro, com o objetivo de reduzir as perdas e os desperdícios de alimentos em toda a cadeia produtiva e de consumo. Durante essa semana, os parceiros realizarão ações para despertar, na população, o interesse pelo assunto. Segundo Edson Duarte, o tema diz respeito às nossas vidas e ao futuro que queremos ter. “Essa campanha traz uma reflexão sobre até onde o planeta sustenta a vaidade humana. O consumo precisa ser consciente”, afirmou. A secretária de Articulação Institucional do MMA, Rejane Pieratti, convidou os parceiros a unir forças e planejar as ações para outubro, em todo o Brasil.  MMA e WWF-Brasil assinarão um Acordo de Cooperação Técnica para integrar a campanha Sem Desperdício da WWF e o Plano de Produção e Consumo Sustentáveis do MMA em ações comuns. Para o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, mudar as atitudes dos consumidores é fundamental. “Ao combater o desperdício e a perda de alimentos, combate-se também a produção de gases de efeito estufa”, disse. Ele destacou que a campanha estará em sintonia com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 12 (assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis). “Dialoga também com quase todos os outros 17 ODS, sobretudo com a redução da pobreza, o combate à fome, a agricultura sustentável e redução de emissões”, disse. O diretor executivo da WWF, Maurício Voivodic, definiu o tema como uma agenda da sociedade. “Um terço da superfície terrestre é usada para produzir alimentos. E um terço desses alimentos é perdido em algumas das etapas da cadeia”, frisou. Concluindo a conta, ele citou dados da FAO: “1,4 bilhão de hectares é a área destinada à produção de alimentos que se transformam em desperdício”. AGRICULTURA URBANA Na ocasião, foi lançado o Pequeno Guia Prático para a Agricultura Urbana. Trata-se de uma cartilha que reúne técnicas, indicações de leitura, mapeamento de iniciativas e outras informações sobre hortas urbanas. O objetivo do guia é estimular novas ações e valorizar as existentes, inclusive por meio de um mapa interativo que apresenta iniciativas inspiradoras de preservação, recuperação e produção de alimentos nas cidades. Perfeito Fortuna, administrador da Fundição Progresso desde 1999, contou como aconteceu a horta urbana no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. “Fomos invadidos por uma juventude querendo plantar. O mais necessário é isso: água e comida. O resto é o resto. Então, começamos a plantar flores e descobrimos que podíamos fazer um jardim com plantas comestíveis. Conseguimos um terreno para plantar e começamos a trazer pessoas para dar cursos, como o Ernst Gotsch, que nos ensinou a usar a matéria orgânica das podas das árvores da cidade para recuperar o terreno. Hoje, temos um mutirão para cuidar da horta e uma feira orgânica todas as terças-feiras”. O guia é uma realização da Fundição Progresso e do Ministério do Meio Ambiente com o apoio da ONU Meio Ambiente, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CBDES) e do coletivo Organicidade. Acesse aqui o Pequeno Guia Prático para a Agricultura Urbana   Fonte: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

Comissão aprova PL que reduz a venda direta de orgânicos

  A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou ontem (2/7) projeto de lei sobre novas regras que restringem a venda direta de produtos orgânicos. O texto prevê que a venda de produtos orgânicos diretamente ao consumidor seja feita apenas por agricultor familiar “integrante de organização de controle social cadastrada nos órgãos fiscalizadores”, informou a Agência Câmara. Além disso, a venda poderá ser feita sem a certificação para garantir a procedência do produto, “se o consumidor e o órgão fiscalizador puderem rastrear o processo de produção e ter acesso ao local de produção ou processamento”. Pelo projeto, os agricultores familiares poderão comercializar a produção própria, de outros produtores certificados ou de produtos com a certificação prevista na Lei da Agricultura Orgânica. A comercialização deverá ocorrer em feiras livres ou em propriedade particular. Atualmente, a venda de produtos orgânicos pode ser feita em estabelecimentos como supermercados desde que a mercadoria tenha o selo SisOrg, obtido por auditoria ou fiscalização. Organização – Pela Lei da Agricultura Orgânica, os agricultores familiares são os únicos autorizados a realizar vendas diretas ao consumidor sem certificação, desde que participem de organização de controle social. O relator do projeto, deputado Luiz Nishimori (PR-PR), afirmou que “um regramento mais rígido para a venda direta de produtos orgânicos trará benefícios aos produtores que verdadeiramente investem e observam os preceitos da agricultura orgânica, assim como para os consumidores”. A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário da Câmara. Fonte: Reuters  

Painel Embrapa Inovações & Negócios começa dia 21 em Holambra

8089 A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e seus parceiros promovem nos dias 21 e 22 de junho, a partir das 13h30, o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: novas tecnologias para a produção de hortaliças, no auditório da Hortitec, em Holambra (SP). O evento visa proporcionar a articulação e discussão entre os participantes, identificar as oportunidades de negócios relacionados às cadeias produtivas de hortaliças, além de promover a cooperação com a Embrapa. O Painel irá apresentar a situação atual e as tendências de mercado de hortaliças, de acordo com o olhar de diferentes empresas, instituições e associações representativas do setor, e mostrar as novas tecnologias (ou recentemente disponibilizadas) geradas pela Embrapa aos participantes. Dentre os temas das palestras que serão apresentadas no evento estão: O supermercado e o mercado de hortaliças, Tecnologias de cultivares: oportunidades para parceria, A indústria de equipamentos e o mercado de hortaliças, entre outros. Durante o evento, também serão compartilhadas com o público experiências de licenciados e parceiros da Embrapa. Clique aqui para mais conhecer a programação completa do evento. Redação Portal ABRAS/Embrapa

Agricultura familiar do Brasil é 8ª maior produtora de alimentos do mundo

Levantamento feito pelo portal Governo do Brasil mostra que a agricultura familiar tem um peso importante para a economia brasileira. Com um faturamento anual de US$ 55,2 bilhões, caso o País tivesse só a produção familiar, ainda assim estaria no top 10 do agronegócio mundial, entre os maiores produtores de alimentos. Os dados fazem parte de uma comparação entre dados do Banco Mundial e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Quando se soma a agricultura familiar com toda a produção, o Brasil passa de oitavo maior para a quinta posição, com faturamento de US$ 84,6 bi por ano. “O crescimento do Brasil passa pela agricultura familiar. O agricultor familiar tem grande importância para o crescimento do Brasil”, afirma o secretário da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, Jefferson Coriteac. De acordo com o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Além disso, é responsável pela renda de 40% da população economicamente ativa do País e por mais de 70% dos brasileiros ocupados no campo. Peso da agricultura familiar na produção A agricultura familiar ainda produz 70% do feijão nacional, 34% do arroz, 87% da mandioca, 46% do milho, 38% do café e 21% do trigo. O setor também é responsável por 60% da produção de leite e por 59% do rebanho suíno, 50% das aves e 30% dos bovinos. Coriteac explica que 84% dos estabelecimentos rurais são de agricultores familiares. “E pelo novo censo agropecuário que está sendo feito, a tendência é esse número crescer cada vez mais, principalmente com a procura por produtos agroecológicos”, afirma. O secretário ainda relata que o governo trabalha com uma série de políticas públicas para reduzir o êxodo rural e tornar a produção dessas famílias mais eficiente. Entre elas, uma das mais importantes é da titulação da terra. Com esse título, esses trabalhadores ganham acesso a crédito rural e a programas como os de assistência técnica. O que é um agricultor familiar A Lei 11.326/2006 diz que agricultores familiares são aqueles que praticam atividades no meio rural, possuem área de até quatro módulos fiscais, mão de obra da própria família e renda vinculada ao próprio estabelecimento e gerenciamento do estabelecimento ou empreendimento por parentes. Também entram nessa classificação silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores, indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária. Fonte: Suíno Cultura Industrial

Workshop SuperHiper discute perdas e desperdícios no setor supermercadista na Paraíba

8047 O Workshop SuperHiper – Perdas e Desperdícios, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e Associação de Supermercados da Paraíba (ASPB), reuniu cerca de 150 pessoas entre empresários e executivos do setor supermercadista e atacadista, ontem (24), no Shopping Sebrae, em João Pessoa. O evento tem o objetivo de fornecer as ferramentas necessárias para que os empresários e gestores possam entender o impacto direto dos desperdícios tanto no aspecto econômico quanto social. “O principal é o conhecimento para ajudar na gestão de loja, que é a base de tudo para gerenciar melhor o negócio. Por isso faremos também outros dois workshops, sendo um em julho sobre ‘Operação de Lojas’ e outro em setembro com foco em ‘Gestão de Rupturas'”, explica o superintendente da ASPB, Damião Evangelista. De acordo com o superintendente da ABRAS, Márcio Milan, além do conhecimento adquirido pelos participantes, o momento é importante para o comércio como um todo. “Durante muitos anos existiu uma preocupação com as perdas que ocorriam nos supermercados, e muitas vezes, se deixava de lado o desperdício que essa perda gerava na cadeia. Essa visão geral de que toda perda gera desperdício traz uma relevância social e acreditamos que com isso o supermercado e o comércio, de modo geral, vão conseguir dar uma atenção maior para diminuir esse desperdício. Em todo o país, por exemplo, são 89 mil lojas e elas perdem por ano cerca de R$ 1,22 bilhões só com o desperdício de frutas, legumes e verduras”, esclarece. Palestrantes Essas perdas podem ser evitadas com a reorganização dos processos internos das empresas atrelada a uma gestão específica de controle dos desperdícios. Para tornar a explicação mais dinâmica, os palestrantes Monica Reimberg (Sonda), Ivan Moreira (Walmart), Temístocles Galdino (Ayumi) e Felipe Araújo (Rede Compras) apresentaram cases de sucesso desse tipo de gerenciamento, mostrando como a redução de perdas de produtos influencia no aumento dos ganhos. A superintendente de Prevenção e Perdas da Rede Sonda de Supermercados, Monica Reimberg, ressalta que o momento é para entender a importância de prevenir o desperdício em todas as áreas do estabelecimento. “Quanto mais você controla é possível enxergar o que acontece na empresa, a importância e o ganho que isso traz. Para isso, é preciso cautela, observar bem o contexto e conseguir aliados dentro da empresa, sobretudo os proprietários. Sem eles não é possível fazer prevenção de perdas”, avalia. Para o gerente Regional de Prevenção de Perdas do Walmart, Ivan Moreira, atuar contra o desperdício nos supermercados é um suporte para a entrega de lucratividade. “Nesse ambiente de vendas o que for possível fazer para que sobre algum dinheiro no lucro operacional, ou seja, que é a conta até onde a empresa pode ir, temos um papel fundamental. Quanto menos perdas mais lucratividade. Se tivermos processos bem definidos, além da parte tecnológica e a atitude das pessoas nas áreas de operações, temos um diferencial para a prevenção”, analisa. Além desses aspectos, outro destaque do evento foi a relação entre supermercadistas e os produtores da agricultura familiar. De acordo com dados da Declaração de Aptidão ao PRONAF (DAP), na Paraíba há 148 mil agricultores familiares e também 181 empreendimentos formais desse tipo (associações ou cooperativas). “A agricultura familiar no Brasil representa 70% da produção dos alimentos que vão às mesas. Então, fazer um diálogo com os supermercadistas (quase 90% do que se consome de alimentos são adquiridos nos mercados) é fazer uma aliança entre a produção e o comércio, reduzindo os atravessadores e os preços”, enfatiza o consultor da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário do Governo Federal, Vitor Corrêa. Para o gerente comercial da Rede Menor Preço, Anderson Melo, o Workshop é uma iniciativa que traz benefícios diretos para os supermercadistas. “Nós precisamos de mais capacitação, conhecimento direcionado para o nosso negócio e a área de prevenção de perdas sem dúvida é uma das principais do supermercado. Não adianta só ganhar margem nos produtos por meio das promoções, mas também evitar que o lucro vá embora com as perdas. Então todo conhecimento que vem e pode nos ajudar a diminuir perdas é muito válido”, analisa. Além disso, a gestão adequada pode refletir diretamente no que é repassado para o consumidor, como avalia o diretor comercial da São Braz, Valber Santos. “Esse momento é de tamanha importância para o nosso negócio, tanto para o fornecedor como o supermercadista e inclusive beneficia o comprador. É imensurável a quantidade da perca a cada operação e quando isso estiver sob controle certamente vai se conquistar um percentual de economia no negócio, consequentemente transferido ao consumidor.” O Workshop SuperHiper – Perdas e ganhos está inserido no calendário de eventos que antecede a Convenção Paraibana de Supermercados (Consuper), que acontecerá em outubro, com o tema ‘Otimização: Gestão por Resultados’. Melissa Paulino – Assessoria de Comunicação ASPB/Redação Portal ABRAS

AGAS promove seminário sobre rastreabilidade de alimentos

A Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) realizou hoje (15) o seminário Rastreabilidade – Qual a minha responsabilidade no controle de agrotóxicos em FLV. Durante o evento, que aconteceu no Hotel Ritter, em Porto Alegre, foi abordada a importância do monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos em vegetais frescos pela rastreabilidade, com base na Instrução Normativa Conjunta entre a Anvisa e o Ministério da Agricultura, INC nº 02. Os participantes também receberam informações sobre o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), existente desde 2012, e lançado no RS, em outubro de 2017 em parceria com a AGAS. 8024 O diretor da associação gaúcha, José Eduardo, falou no evento da necessidade das empresas adotarem um programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos. “Hoje, a seção de hortifrúti é a segunda com maior índice de perdas sobre o faturamento no setor supermercadista gaúcho, com 7%, atrás apenas da Rotisseria. Isso é um sinal de que toda a cadeia pode se profissionalizar e melhorar sua operação.” O superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, participou do seminário e destacou a eficiência do programa no controle do uso de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras vendidos nos supermercados brasileiros por intermédio da rastreabilidade, e a segurança que oferece aos consumidores. Mediado pela jornalista Gisele Loeblein, colunista da editoria de agricultura do jornal Zero Hora, o painel contou também com as presenças: da promotora de justiça do RS, Caroline Vaz, do diretor técnico operacional da Ceasa/RS, Ailton Machado, do coordenador de horticultura e vitivinicultura do Sebrae/RS, André Luis Bordignon, do diretor técnico da Emater/RS-Ascar, Lino Moura, e do superintendente federal de agricultura no RS, Leandro Luis Kroth. RAMA O RAMA é um programa de rastreabilidade e monitoramento de frutas, legumes e verduras idealizado pela ABRAS, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo RAMA chegou a 1,4 milhão de toneladas. Redação Portal ABRAS

Grandes grupos investem em rastreabilidade

Com o aumento do nível de exigência dos consumidores e da demanda por alimentos saudáveis, grandes grupos como Walmart Brasil, Carrefour e Pão de Açúcar estão investindo em projetos de rastreabilidade de produtos. Pesquisa realizada este ano pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), em parceria com o Ibope, sinaliza que o acesso a frutas, legumes, verduras e carnes frescas é a principal prioridade do consumidor nas lojas, atrás apenas do preço baixo. As ações de rastreabilidade pretendem disponibilizar para os clientes mais informações sobre as mercadorias, incluindo origem, composição e manuseio. Também funcionam para controlar o “caminho” dos alimentos, desde o produtor até as gôndolas. Envolver os pequenos produtores, mais carentes de recursos tecnológicos, é um dos principais desafios do setor. Para Márcia Rossi, gerente nacional de qualidade e segurança dos alimentos do Walmart Brasil, com 450 lojas, iniciativas que visam identificar a origem dos produtos podem ajudar as marcas a conquistar maior confiança do consumidor. “Ele precisa ter segurança para comprar de olhos fechados”, diz. Se o cliente leva para casa um melão fatiado, deve saber de onde veio a fruta e quando foi manuseada, afirma. Entre as iniciativas de rastreabilidade do grupo está o programa “Pecuária + Sustentável”, criado para garantir que toda carne bovina comprada pela marca no Brasil não tenha contribuído para o desmatamento da Amazônia. As mercadorias ganham o selo “Carne 100% Monitorada”. “Há quatro anos, também lançamos um programa de qualificação de fornecedores de hortifruti e monitoramento de resíduos de agrotóxicos”, diz. A iniciativa inclui auditorias nos fornecedores, análises de amostras de frutas e verduras, além da identificação de produtos por códigos que permitam rastreá-lo desde a origem. No ano passado, o Clube dos Produtores do Walmart Brasil completou 15 anos. Lançado em 2002, apoia a agricultura familiar, com o objetivo de oferecer a pequenos e médios produtores rurais mais oportunidades no grande varejo. No final de 2016, 14% das hortaliças da marca foram compradas diretamente de agricultores ligados ao programa, segundo a empresa. Júlia Carlini, gerente de qualidade e segurança alimentar do Carrefour, afirma que a rede aderiu ao Programa de Rastreamento e Monitoramento de Alimentos (Rama) em 2014. O movimento, que engloba frutas, legumes e verduras foi idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e suas filiadas estaduais. Tem como meta supervisionar, por meio de análises técnicas, o limite legal da aplicação de defensivos agrícolas nos produtos. Começou com um projeto piloto em 2011 e hoje reúne 47 varejistas. O número de fornecedores acompanhados passou de 150, em 2013, para 984, em 2017. Dos itens rastreados, a maior parte, ou 44,6%, vêm da região Sul, seguida do Sudeste (34,7%). No ano passado, o Carrefour foi eleito pelo Ramas a rede que melhor rastreou alimentos no Brasil. A companhia usa QR Codes (série de códigos em uma imagem quadrada) para identificar a origem e o destino das mercadorias. Desde 2014 mantém um mapeamento de risco que identifica resíduos não autorizados nas ofertas. “Oitenta e dois por cento dos nossos fornecedores já aderiram”, diz. Fonte: Valor Econômico

AGAS promove seminário sobre rastreabilidade de alimentos

A Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) realizou hoje (15) o seminário Rastreabilidade – Qual a minha responsabilidade no controle de agrotóxicos em FLV. Durante o evento, que aconteceu no Hotel Ritter, em Porto Alegre, foi abordada a importância do monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos em vegetais frescos pela rastreabilidade, com base na Instrução Normativa Conjunta entre a Anvisa e o Ministério da Agricultura, INC nº 02. 8024 Os participantes também receberam informações sobre o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), existente desde 2012, e lançado no RS, em outubro de 2017 em parceria com a AGAS. O diretor da associação gaúcha, José Eduardo, falou no evento da necessidade das empresas adotarem um programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos. “Hoje, a seção de hortifrúti é a segunda com maior índice de perdas sobre o faturamento no setor supermercadista gaúcho, com 7%, atrás apenas da Rotisseria. Isso é um sinal de que toda a cadeia pode se profissionalizar e melhorar sua operação.” O superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, participou do seminário e destacou a eficiência do programa no controle do uso de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras vendidos nos supermercados brasileiros por intermédio da rastreabilidade, e a segurança que oferece aos consumidores. Mediado pela jornalista Gisele Loeblein, colunista da editoria de agricultura do jornal Zero Hora, o painel contou também com as presenças: da promotora de justiça do RS, Caroline Vaz, do diretor técnico operacional da Ceasa/RS, Ailton Machado, do coordenador de horticultura e vitivinicultura do Sebrae/RS, André Luis Bordignon, do diretor técnico da Emater/RS-Ascar, Lino Moura, e do superintendente federal de agricultura no RS, Leandro Luis Kroth. RAMA O RAMA é um programa de rastreabilidade e monitoramento de frutas, legumes e verduras idealizado pela ABRAS, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo RAMA chegou a 1,4 milhão de toneladas. Redação Portal ABRAS

Supermercados optam por agricultor local para rastrear melhor orgânicos

A fim de garantir a devida origem e pureza de alimentos classificados como orgânicos, redes varejistas de diversos tamanhos têm elevado o esforço no monitoramento do trajeto que o produto percorre até as gôndolas e, para isso, priorizam mais negócios com produtores locais. Redes como Carrefour, Pão de Açúcar e – de menor porte – Savegnago apostam no discurso em favor da saudabilidade alimentícia e gama de produtos orgânicos dentro de suas marcas próprias e descentralizam seus fornecedores do eixo Rio-São Paulo. Para o superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, os orgânicos estão mais disseminados e a tendência é que apresentem incremento nos próximos anos, por motivos que vão além da saudabilidade. “A preocupação com a saúde ainda é a que mais impulsiona o consumo [destes produtos] no Brasil. Porém, para um determinado grupo de consumidores, a principal motivação para o consumo destes produtos são questões ligada ao meio ambiente”, destaca Milan. “Acredito que o mercado de orgânicos nacional vá crescer substancialmente dentro de cinco anos e, em torno de dez anos, chegaremos ao patamar de produção de países como Inglaterra e regiões da França”, afirma o diretor de sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez. Segundo a empresa, a descentralização de fornecedores, com o surgimento de produtores locais próximos às unidades da rede, já pode ser vista nas regiões Centro-Oeste e Sul. De acordo com ele, no Brasil, a rede varejista francesa está investindo em um movimento para converter seus distribuidores tradicionais em produtores mais engajados na produção “agroecológica” – conhecida também como uma prática agrícola ligada à sustentabilidade. “Não basta fazer essa conversão, isso também tem que ser visto em valores mais acessíveis e competitivos dos nossos produtos orgânicos”, afirma Pianez, destacando que a popularização dessa categoria de alimentos acarretaria em uma diminuição dos preços. O diretor afirma que a variação do preço dos alimentos orgânicos é de 20% a 50% em relação aos itens tradicionais. O Carrefour começou há dez anos a trabalhar por meio de sua marca própria nessa categoria de produtos sem agrotóxico. Atualmente, o sortimento de hortifruti “natural” da rede varejista corresponde a mais de 12% de toda a variedade de frutas, legumes e verduras do negócio. Em 2017, a empresa foi eleita – pelo Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) – como a rede que melhor rastreou seus alimentos no Brasil. Com 46 varejistas participantes, a iniciativa tem como objetivo supervisionar, por meio de análises técnicas, que o limite legal da aplicação de defensivos agrícolas nos produtos seja respeitado. Também com marca própria de orgânicos – batizada há dez anos como Taeq –, a rede de supermercados Pão de Açúcar vislumbra um aumento no número de produtores cadastrados caso haja um incremento na demanda por essa categoria de alimento. Hoje, o negócio conta com mais de 1,6 mil itens deste tipo. “Inicialmente contávamos com uma variedade menor de produtos – bastante concentrada em frutas, verduras e legumes. Porém, nos últimos anos, o mercado cresceu e hoje já é possível encontrar alternativas orgânicas em quase todas as categorias como palmito, azeite, sucos, biscoitos, massas, energéticos e vinhos”, disse o Grupo GPA por meio de comunicado. Portes menores A disseminação dos produtos orgânicos também se dá em redes menores. É o caso da Savegnago, que tem como principais fornecedores pequenos agricultores e cooperativas locais. Para o gerente comercial, Belchior Martins, porém, um dos principais desafios a ser enfrentados está relacionado a acessibilidade. “Os valores variam muito, mas geralmente está em torno de 30% a 50% mais caro. Com maior produtividade e tecnologia os valores tendem a ficar mais acessíveis”, comenta. Fonte: DCI

AGAS realiza seminário sobre rastreabilidade no dia 15 de maio

No dia 15 de maio, a Associação Gaúcha de Supermercados – AGAS realizará o seminário Rastreabilidade – Qual a minha responsabilidade no controle de agrotóxicos em FLV? em Porto Alegre, a partir das 14h, o Hotel Ritter (Largo Vespasiano Júlio Veppo, 55 – Centro Histórico). Durante o evento será abordada a importância do monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos em vegetais frescos por intermédio da rastreabilidade, com base na Instrução Normativa Conjunta entre a Anvisa e o Ministério da Agricultura, INC nº 02. O encontro organizado pela AGAS buscará destacar a relevância de as empresas adotarem um programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos que atenda a legislação vigente. Gratuito, o painel destina-se a varejistas, fornecedores, produtores e público geral. As inscrições podem ser realizadas pelo e-mail eventos@agas.com.br. Fonte: Assessoria de Comunicação da AGAS

Carrefour foi a rede varejista que melhor rastreou alimentos no Brasil em 2017

Pelo terceiro ano consecutivo, o Carrefour recebeu da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) o Prêmio RAMA na categoria Varejo, durante a apresentação do balanço anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). Signatário desde outubro de 2014, o Carrefour recebeu o reconhecimento pelo amplo monitoramento de fornecedores e pela transparência adotada na comunicação da iniciativa aos seus clientes. Em 2017, o Carrefour rastreou 100% dos itens da sua marca própria, que inclui também os produtos que recebem o selo de qualidade Garantia de Origem. Em relação aos demais produtos comercializados pela rede, que não inclui a marca Carrefour, a adesão dos fornecedores chegou a 82%. Porém, ao considerar todo o quadro de fornecedores da rede, 95% aderiram ao programa. Desenvolvido pela ABRAS em 2012, em parceria com a empresa Paripassu, o programa RAMA promove o rastreamento e monitoramento de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras, garantindo que a aplicação dos mesmos não esteja acima do nível permitido por lei. Com 46 redes varejistas participantes e 984 fornecedores, o programa possui dois pilares de atuação: rastreabilidade de todos os fornecedores cadastrados pelas empresas participantes e o monitoramento do nível de agrotóxico nos produtos. No ano passado, de acordo com a ABRAS, foram analisadas 944 amostras de 95 produtos e o índice geral de conformidade do programa atingiu 69%. Os resultados são obtidos por meio de análises técnicas da quantidade de resíduos em amostras coletadas e os dados são disponibilizados por meio de um portal para que produtores/fornecedores e supermercadistas monitorem os produtos continuamente. Além disso, o consumidor pode rastrear os alimentos por meio do QR Code presente nas embalagens ou mesmo do portal do RAMA. Desde que passou a integrar o programa, a área de Segurança Alimentar do Carrefour coletou amostras de diversos fornecedores pelo país. Atualmente, todos aqueles que integram a marca própria da rede ou que recebem o selo Garantia de Origem já seguem as diretrizes do RAMA. A adesão ao programa e demais práticas da companhia estão alinhadas ao plano Carrefour 2022, divulgado em janeiro deste ano pelo Grupo Carrefour, que tem como uma de suas principais ambições para os próximos cinco anos ampliar a oferta de alimentos de qualidade, confiáveis, acessíveis e a um preço justo. “Cada vez mais as pessoas desejam consumir de forma mais saudável e mais sustentável, tanto para o bem de sua saúde, como para a preservação do planeta. Para atender essa crescente demanda por informações e padrões de qualidade impecáveis sobre os produtos, o Grupo Carrefour vai liderar esse movimento global, permitindo que os nossos clientes consumam melhor todos os dias”, destaca Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. “Diante desse objetivo, a adesão ao RAMA possibilitou, há alguns anos, fortalecer ainda mais os processos de controle e rastreabilidade no Carrefour, a partir do estímulo e capacitação dos nossos fornecedores sobre as melhores práticas de produção”, destaca o executivo. Além do RAMA, o Carrefour conta com outras ações de controle de qualidade dos alimentos que comercializa. O programa Garantia de Origem, implantado no Brasil há 16 anos, atesta o compromisso da companhia em acompanhar e oferecer a possibilidade do cliente saber a trajetória do alimento desde a sua produção. Além disso, todos os itens da marca Carrefour passam por rígidos padrões de segurança alimentar, testes laboratoriais e auditoria social, o que garante a alta qualidade e procedência dos produtos. Grupo Carrefour Brasil Há mais de 40 anos no país, o Grupo Carrefour Brasil é reconhecidamente pioneiro no mercado varejista. A partir de uma plataforma omnicanal e multiformato, está presente em todos os estados, além do Distrito Federal. Atualmente, conta com os formatos Carrefour (hipermercado), Carrefour Bairro (supermercado), Carrefour Express (varejo de proximidade), Carrefour.com (e-commerce), Atacadão (atacado e atacado de autosserviço) e Supeco (atacado de autosserviço de proximidade), além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos clientes, como postos de combustíveis, drogarias e serviços financeiros. Segunda maior operação dentre todos os países nos quais o Grupo Carrefour atua, a empresa registra a cada mês cerca de 26 milhões de compras em seus mais de 590 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 49,1 bilhões em 2016 e uma equipe de mais de 80 mil colaboradores no Brasil, a companhia é a maior distribuidora de alimentos do país, o maior varejista de capital aberto e umas das 15 maiores empresas listadas na bolsa brasileira. No mundo, o Grupo Carrefour está presente em mais de 30 países, sendo 10 com operações próprias, e emprega mais de 384 mil colaboradores. Com mais de 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina, está presente na vida de 105 milhões de clientes. Atualmente, mais de 13 milhões de compras são realizadas a cada dia em seus diversos formatos distribuídos pelo mundo. Em 2016, o volume de negócios da companhia totalizou € 103,7 bilhões. Fonte: Assessoria de Comunicação do Carrefour

Evento RAMA debate rastreabilidade e segurança do alimento na Convenção ABRAS

Garantir a ampla produtividade de FLV e, ao mesmo tempo, o bem-estar dos consumidores são desafios bastante complexos que o País precisa enfrentar e que necessitam do envolvimento de todos os atores da cadeia de abastecimento. Essa, a propósito, é uma das principais bandeiras levantadas pela Abras, que aproveitou a abertura da sua 52ª Convenção, iniciada na segunda-feira (19), para promover um amplo debate sobre o tema. A programação foi iniciada pelo balanço 2017 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), criado pela Abras, que analisou, no ano passado, 944 amostras de 95 produtos. Os cinco melhores índices de conformidade foram encontrados em: banana, mamão, batata, laranja e cebola. O índice geral de conformidade do Rama foi de 69%. No total, a iniciativa já abrange 984 fornecedores e 46 redes supermercadistas e está presente em todas as regiões do País. No ano passado, o programa efetuou 877 auditorias voltadas a verificar a conformidade de dados. Durante esse processo, 656 fornecedores receberam orientações. Foram realizadas, também, 1.922 avaliações em lojas de redes participantes, sendo que 126 estabelecimentos foram auditados.

Presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto

Presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto

“Precisamos trabalhar sempre para que o sistema alimentar brasileiro tenha cada vez mais qualidade, menos desperdício e maior segurança, a fim de gerar benefícios para todos os agentes da cadeia de abastecimento: fornecedores, supermercadistas e consumidores”, disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto. Em complemento, o superintendente da entidade e coordenador do Rama, Marcio Milan, enfatizou “que toda a metodologia e execução do Rama está alinhada aos três pilares da Abras, que são comunicação, educação e transparência.” Criado em 2012 pela Abras, o Rama tem o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam resíduo de defensivos agrícolas (autorizados para a cultura analisada), dentro dos limites estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O programa envolve todos os elos da cadeia de abastecimento e ajuda a fomentar no campo ações corretivas em caso de não conformidades identificadas. “Rastrear a origem dos alimentos que fazem parte do Rama é fundamental para que possamos encontrar soluções que beneficiem todos os agentes da cadeia de abastecimento”, destacou diretor comercial da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa responsável pelas análises técnicas do programa. Tendências Na sequência, o gestor de Abastecimento e Varejo da Rijk Zwaan, Jan Dondersum, e o professor José Luiz Tejon falaram sobre tendências mundiais na área de FLVs, além de estratégias para realizar uma comunicação cada vez mais eficiente na cadeia produtiva de alimentos. Dondersum destacou que o primeiro passo para construir uma operação eficiente em FLV é definir o posicionamento do negócio, de modo a tornar a operação rentável e atrair mais clientes para o ponto de venda. “Em mercados mais maduros para FLVs, como Europa, Estados Unidos e Austrália, nos quais 95% de produtos frescos são vendidos em estabelecimentos varejistas, vemos que os formatos de super e hipermercados têm sido os mais pressionados pelo hard discount e pelas “lojas boutique”, voltadas ao segmento premium”, acrescentou o especialista. Entre as tendências globais, o executivo destacou ainda a valorização cada vez maior dos produtos locais por parte dos consumidores e observou que é crescente o número de iniciativas voltadas à redução de perdas e desperdícios no varejo, como, por exemplo, a comercialização de FLVs aparentemente imperfeitos, mas aptos para o consumo, iniciativa que já vem sendo realizada no Brasil.
Coordenador do Rama, Marcio Milan

Coordenador do Rama, Marcio Milan

O professor Tejon, por sua vez, que acaba de voltar do Salão de Agricultura de Paris, destacou a importância que o Rama tem como ferramenta educativa e de comunicação dentro da cadeia de abastecimento. “O programa gera incômodo positivo naqueles que ainda não aderiram a ele. E cumpre seu papel educativo, além de colaborar para a transparência no sentido de promover a segurança alimentar.” Segundo o professor, a cada dia no planeta surge um selo novo em termos de alimentação, a exemplo dos produtos livres de glúten, lactose, gordura, açúcar, etc. “O agronegócio se tornou agrosociedade. Quem trabalha com alimentação precisa pensar no conceito de montadora agrotecnológica de sustentabilidade intensiva, que envolve diferentes segmentos e percepções de sentido sobre o que é comida. As pessoas, cada vez mais, querem produtos com atributos que vão muito além do apelo orgânico. Desejam mercadorias sustentáveis, que tenham apelo sensorial, que promovam saúde e bem-estar de todos: ser humano, animais e meio ambiente. ” Boas práticas no campo A programação dedicada ao balanço do programa Rama também contou com a realização do painel “A Cadeia Produtiva no Campo”, dedicado às apresentações de cenários e soluções importantes para o mercado FLV, bem como dos principais desafios e oportunidades relacionados a este mercado. O primeiro a subir ao palco foi o presidente da Trebeschi, Edson Trebeschi, empresa produtora de tomates, de Minas Gerais, que começou comentando sobre a importância do Rama como um elo entre o produtor e a cadeia, além de ter um papel importante como ferramenta de gestão, que permite à empresa evoluir na oferta de produtos com boa apresentação e sabor. “Mais do que isso, o programa tem contribuído para a beleza invisível do produto, que é a sua qualidade e segurança. Por isso, se comunicar bem com o cliente é fundamental para mostrar a diferenciação do produto. Ligar o consumidor com a origem do produto é um passo importante, principalmente quando é feito com amor e profissionalismo, como fazemos”, disse Trebeschi. Ele também compartilhou a visão e iniciativas da empresa em benefício do planeta, como a utilização de drones para monitoramento das plantações e uso de palha para cobertura de solo. Um dado muito importante foi a redução de 40% no uso de água na produção. Entre as iniciativas que contribuíram para o alcance dessa diminuição de consumo de água, estão o uso de gotejamento para hidratação das plantações, monitoramento da umidade do solo e estufas de alta tecnologia para captar água da chuva, que, posteriormente, é armazenada em enormes tanques para utilização no processo produtivo. Em seguida, foi a vez da gerente de Food Chain e Sustentabilidade da Bayer, Cristiane Lourenço. Conforme relatou, a empresa criou o chamado Food Chain Relation, que é a área de parcerias com produtores para a busca de tendências de consumo. Esse trabalho começou em 2016, quando foi iniciada a capacitação com o time da Bayer junto aos produtores e distribuidores, uma vez que esse público se mostrava essencial para o sucesso do trabalho. Foram mais de 220 pessoas treinadas neste primeiro ano. Em 2017, o foco era diretamente os produtores. A empresa ofereceu o serviço de degustação do serviço, permitindo falar de rastreabilidade e mostrando todos detalhes do produto e as vantagens de o mesmo ser rastreado. “Isso vem se mostrando fundamental para oferecer um produto de qualidade ao consumidor, exposto em lugares melhores e com valor agregado maior. Isso vale tanto para produtos in natura como os industrializados.” Neste ano, segundo Cristiane, o foco continua sendo as parcerias, especialmente com supermercados. Em junho, haverá um treinamento On Farm, buscando apoiar e orientar os processos de certificação, como o Global G.A.P. “As pessoas querem saber a história do que estão comendo, consumindo. A rastreabilidade permite isso”, reforça Cristiane. Marcio Jampani, engenheiro agrônomo da Sakata, subiu ao palco, na sequênia, para falar de hortaliças. Ele apresentou um sistema integrado de produção e comercialização de FLV que tem como objetivo tratar esses produtos como marcas, usando embalagens mais eficientes para chegar ao consumidor final com boa apresentação e a qualidade necessária. Produzir produtos seguros ao longo de todo processo se mostra essencial. Reduzir a ruptura é outro foco para diminuir as perdas na cadeia. Dessa forma, o trabalho da empresa é focado na cadeia de valor do FLV. Começa pelo melhoramento genético das sementes, o que garante produtos com mais qualidade. A venda desse serviço é feita somente via distribuidor e inclui assistência técnica, com as mais avançadas tecnologias e manejos, sempre com as melhores práticas agrícolas. Na prática, o foco é na produção, sendo que todos produtos têm manual técnico de produção, manuais para trabalhar medidas preventivas para evitar pragas e doenças, garantindo um sabor ainda melhor, com valor agregado na embalagem, que permite maior tempo de vida na gôndola do supermercado e na geladeira do consumidor. Todos os produtos têm um QR Code que oferece todos dados do produto, disponibilizando maior segurança ao comprador. Padronização e rastreabilidade Ao final, Nilson Gasconi, executivo de negócios da GS1 Brasil, falou sobre a importância da identificação padronizada para a rastreabilidade e para a criação de uma identidade para o produto, permitindo que o consumidor saiba qual é o fornecedor e a origem do produto. “A padronização torna o processo mais automatizado e seguro para facilitar o dia a dia da cadeia.”, afirmou Gasconi. Pesquisas da GS1 Brasil indicam que o consumidor de FLV quer interagir com o produto, pegá-lo, vê-lo melhor e ter todas as informações dele antes de levá-lo para casa. Por isso, se torna fundamental ter todas essas informações disponíveis de forma ágil e fácil. Para o varejista, as vantagens passam pelo controle eficiente de estoque, redução de ruptura de gôndolas, agilidade e automação dos processos logísticos, recebimento de exposição, redução de erros, rastreabilidade (identificação e autenticidade do produto), automação na frente de caixa e cadastro correto de produtos. A padronização tem se mostrado tão necessária e importante que, em fevereiro deste ano, órgãos reguladores (Anvisa e Ministério da Agricultura) publicaram procedimentos para aplicação de rastreabilidade dos FLV “de forma única e inequívoca”. A padronização tem papel fundamental nesse processo por meio do código de barras, que dá uma identidade ao produto, permitindo obter todas informações sobre ele, mesmo que seja um produto fabricado no Brasil e vendido no outro lado do mundo. Premiação O evento também contou com a terceira edição do Prêmio Rama, que contemplou empresas e profissionais por suas contribuições em prol da prática e disseminação da rastreabilidade de alimentos. Os premiados foram: – Categoria Varejo: Carrefour, Coop e Angeloni – Categoria Produtor: Mallmann, Hasegawa e Grupo MNS – Destaque Parceria: Valesca Oliveira, do PMA – Destaque Personalidade: Leonardo Miyao, da Hortifruit Giseli Cabrini e Marcelo Xavier são repórteres especiais da revista SuperHiper.

Anvisa define novas regras para rastreabilidade

Brasília – A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana a Instrução Normativa Conjunta (INC), elaborada pela agência e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que define os procedimentos para aplicação da rastreabilidade ao longo da cadeia produtiva de produtos vegetais frescos (in natura) destinados à alimentação humana. O objetivo da proposta é estabelecer um mecanismo para fins de monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos em produtos vegetais frescos em todo o território nacional. A rastreabilidade deve ser assegurada por cada ente da cadeia produtiva destes produtos em todas as etapas sob sua responsabilidade. A instrução estava prevista desde o ano passado e passou por 60 dias de consulta pública. Foram recebidas e avaliadas 74 sugestões pela Anvisa e pelo ministério para aprimoramento da proposta. A partir de agora, respeitando os prazos estabelecidos nos anexos, os produtos vegetais frescos, ou seus envoltórios, suas caixas, sacarias e demais embalagens devem estar devidamente identificados, de forma a possibilitar o acesso, pelas autoridades competentes, aos registros com as informações obrigatórias. A identificação pode ser realizada por meio de etiquetas impressas com caracteres alfanuméricos, código de barras, QR Code, ou qualquer outro sistema que permita identificar os produtos vegetais frescos de forma única e inequívoca. A rastreabilidade de que trata a INC será fiscalizada pelos serviços de vigilância sanitária e pelo Ministério da Agricultura. A instrução será encaminhada para aprovação da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) para posterior publicação no Diário Oficial da União. Fonte: Diário do Comércio de Minas Clique aqui e veja mais notícias

Balanço do Programa RAMA será divulgado no dia 19/3

O balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (RAMA), será divulgado no próximo dia 19/3, em evento especial, no hotel Grand Mercure, Rio de Janeiro, que discutirá a cadeia produtiva de alimentos e os impactos do FLV no setor supermercadista. 7871 O presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, fará a abertura do evento, marcada para as 8h30. Na sequência, o superintendente da entidade nacional, Marcio Milan, apresentará o balanço do Programa RAMA, com dados apurados durante todo o ano de 2017. A programação, que faz parte da 52ª Convenção ABRAS, também inclui palestras de especialistas de empresas do setor (GS1 Brasil, Bayer, Trebeschi, Sakata), que falarão sobre temas voltados à rastreabilidade de alimentos como: educação e comunicação na cadeia produtiva, campo, padronização dos códigos de barras, entre outros. Balanço RAMA Dia: 19 de março de 2018 Horário: 8h30 – 10h50 Local: Hotel Grand Mercure, sala Rio de Janeiro – Riocentro (Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ). Redação Portal ABRAS

Desperdício de alimentos no mercado chega a R$ 2 bi

O desperdício de alimentos nos supermercados chegou a quase 30%, um valor próximo a R$ 2 bilhões por ano. Para diminuir o problema, têm surgido alternativas que até beneficiam o consumidor, como o preço mais barato de alguns produtos. Clique aqui e veja a matéria na íntegra Fonte: Jornal da Band Clique aqui e veja mais notícias

R$ 7 bilhões em comida jogados no lixo

Um faturamento inteiro das lojas Pão de Açúcar. Ou mais do que o Mc Donald’s registrou em receita líquida no Brasil em todo 2016. Esse é o montante – R$ 7,1 bilhões – que os supermercados brasileiros perderam com alimentos aptos ao consumo mas que foram jogados fora por danos, aparência ou validade. Quase tudo foi para o lixo. A “quebra operacional”, jargão do varejo para o desperdício, abocanha, ano após ano, uma fatia de 2% do faturamento bruto do setor, que em 2016 atingiu R$ 338,7 bilhões, segundo dados compilados pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras). No ranking por segmento, o FLV (frutas, legumes e verduras) lidera, mas a perda é alta também em itens de padaria, comida pronta e carnes em geral. O indicador dá a dimensão do tamanho do problema, mas é só uma parte dele. O desperdício ainda permeia todos os elos da cadeia produtiva e faz com que até 30% do que é plantado jamais chegue à boca do consumidor brasileiro, segundo a FAO Brasil, braço da ONU para Agricultura e Alimentação. Do ponto de vista financeiro, o varejo tem motivos de sobra para se preocupar: o desperdício representou 28,6% das perdas totais em 2016, superando os furtos externos e internos (18,2% e 8,3%, respectivamente), os erros de inventário (14,8%) e administrativos (8,9%) e a devolução de produtos ao fornecedor (7,9%). “É algo que os supermercados olham com muita atenção”, afirma Marcio Milan, superintendente da Abras. O contra-ataque do setor teve início há cerca de três anos, mas com resultados ainda tímidos diante da urgência que o tema exige. Em geral, as ações baseiam-se na promoção de itens com prazo de validade próximo de expirar. Mais recentemente, alimentos que fogem do padrão comercial – tamanho, cor e consistência – começaram a ser testados em algumas lojas de grandes centros urbanos. Lançado em novembro pelo Carrefour, a maior varejista alimentar do país, o programa “Únicos” oferece cerca de 10 legumes e frutas que não atendem a ficha técnica com descontos a partir de 30%. Implementado em caráter experimental em três lojas da capital paulista, o programa, por ora, só é exequível uma vez por semana. Segundo Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour no Brasil, a expansão do programa está condicionada não só à aceitação do consumidor mas, principalmente, à disponibilidade desses produtos. Isso porque durante anos, o produtor rural foi orientado a não entregar alimentos sem as características determinadas pelo varejo. A imposição rígida dessa cartilha faz com que parte representativa das verduras e legumes nem saia no campo. “O produtor sabe que não tem valor para o varejo e já descarta o alimento, apesar de ser perfeito sob o aspecto nutricional. Isso acabou contribuindo para o desperdício. Agora temos de (re)orientá-lo”, admite. Muitas vezes, o próprio mercado se encarrega da solução para problemas que, se não diretamente ligados ao desperdício, servem de inspiração para ações nesse sentido. Milan, da Abras, cita as maçãs da Turma da Mônica como um caso clássico de rearranjo comercial que driblou o consumidor, criou um novo hábito de consumo e ajudou a elevar a renda do produtor. Impedida de ser servida à mesa (os brasileiros, acreditava-se, gostavam somente de frutos vermelhos e grandes), a maçã pequena era destinada à produção de suco. A diferença de preço pago – três vezes menos – mobilizou produtores a criar uma alternativa: vincular a fruta que cresceu pouco ao consumo infantil, estampando os personagens de Maurício de Sousa na embalagem. A estratégia deu certo. Hoje, as maçãs pequenas representam de 10% a 20% da fruta consumida no país, diz Leandro Bortoluz, da Agapomi, a associação de produtores do Rio Grande do Sul, maior produtor nacional. “É uma saída que pode ser aplicada a outros alimentos com baixa aceitação no mercado e que, portanto, são descartados”, diz Milan. O varejo tem avançado em medidas sobretudo para prolongar o tempo de prateleira de perecíveis. Melhorias na refrigeração, reorganização do layout de lojas, embalagens mais resistentes e a simples forma de dispor as frutas na gôndola surtem efeitos significativos. Na rede Hortifruti, as entregas de FLV, que responde por metade do negócio, são feitos diariamente para evitar perdas e garantir produtos frescos (no caso das verduras, a entrega é feita duas vezes por dia). Sempre que possível, a mercadoria viaja à noite. Quando de dia, segue em caminhão refrigerado – raro para os produtores e que explica por que o transporte responde por quase metade das perdas na cadeia. O grupo também oferece as embalagens ao produtor para evitar “tombos” – repasse de uma caixa a outra, podendo danificar o alimento. Com isso, diz ter reduzido a 4% sua quebra operacional, contra a média de 6% do setor. No Grupo Pão de Açúcar, as ações adotadas – descontos para validade próxima, venda de legumes fora de padrão – permitiram a redução de 15% no desperdício de alimentos em 2016 nas lojas Extra Hiper, e de 25% nos perecíveis, afirma Susy Yoshimura, diretora de sustentabilidade. Ela não revela os números de redução referentes às demais bandeiras da empresa. Transformar laranjas manchadas em suco e legumes batidos em sopa, vender bananas por unidade, reembalar dentes de alho soltos pelo manuseio e outras coisas do gênero são medidas também em curso, mas um grande desafio contra o desperdício continua sendo convencer o consumidor a se encantar pelo alimento “feio”. “Esses produtos enfrentam uma barreira cultural grande”, diz Daniela Leite, advogada que se tornou ativista contra o desperdício e lançou em dezembro um aplicativo para doação de alimentos (ver “Tinder dos alimentos” incentiva doação por parte de pequenos estabelecimentos). “A mudança de cultura não é rápida como a tecnológica”. Daniela diz que o brasileiro ainda encara esses alimentos com receio e preconceito (ninguém quer uma cenoura de “três pernas”). Pesquisa realizada a pedido de sua ONG, o Comida Invisível, mostra que pouco mais de 40% dos entrevistados associa o feio a algo estragado ou impróprio para venda. Ao mesmo tempo, 78% mostram disposição a mudar hábitos e curiosidade em entender para onde vai o encalhe do supermercado. A desconexão com o percurso da comida até o lixo chocou uma cliente que corria para as compras finais de Natal na loja do Pão de Açúcar no Pacaembu, bairro de classe alta em São Paulo. “Jogam tudo fora?”, espantou-se, ao ouvir o depoimento de um funcionário. João (nome fictício para preservar sua identidade) diz que no fechamento do dia anterior, 10 pacotes de pão integral com grãos haviam sido descartados por estarem a um dia de vencer. Foram para o lixo também pães de queijo, sanduíches e uma variedade de bolos feitos na padaria – uma das 186 lojas da rede Pão de Açúcar. Ele explica que essa rotina repete-se todas as noites, mas que a loja tem tentado minimizar a quebra. Assar conforme a demanda, por exemplo. Ou triturar pães, como o francês, para vender como farinha. Jogar fora itens da padaria e comida pronta da rotisseria impacta fortemente na rentabilidade: são nessas gôndolas onde estão algumas das maiores margens brutas do varejo e, não à toa, é para onde as grandes redes têm expandido. O encalhe da padaria vai para o lixo devido ao temor em relação à responsabilidade pela doação, diz Daniela Leite, do Comida Invisível. A punição por um sanduíche que faça mal a alguém recai sobre quem doou, não quem comeu. “Existem em tramitação no Congresso 30 projetos de lei que visam alterar a responsabilidade civil na doação de alimentos, de objetiva para subjetiva, o que amenizaria a responsabilidade do doador”, diz. Sérgio Kuczynski, vice-presidente da Associação Nacional de Restaurantes, admite que muita comida é jogada fora. “Isso precisa mudar. Não faz qualquer sentido”. Fonte: Valor Econômico Clique aqui e veja mais notícias

PMA homenageia ABRAS pela contribuição ao setor de FLV

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) foi homenageada pelo Produce Marketing Association (PMA) pela contribuição ao desenvolvimento do setor de frutas, legumes e verduras (FLV) no Brasil, com o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), e também pela criação e publicação do caderno especial de FLV, na revista SuperHiper. 7692 O superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, recebeu a homenagem em nome da entidade nacional. “Para a ABRAS é uma honra ter esse reconhecimento, nos mostra que estamos no caminho certo para melhorar a qualidade e a segurança do FLV comercializado nos supermercados do País”, destaca Milan. A homenagem aconteceu no último dia 29/11, em evento na sede da Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), que reuniu representantes de toda a cadeia de FLV para apresentar novidades e tendências vivenciadas no Fresh Summit, umas das principais feiras globais de produtos frescos, organizado pela PMA, que aconteceu em outubro, no EUA. Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

Carrefour realiza terceira edição do prêmio ‘Grande desafio de fornecedores’

O Carrefour anunciou a empresa vencedora da etapa brasileira do prêmio ‘Grande Desafio de Fornecedores’, que teve como temática alimentação e bem-estar. A iniciativa, realizada pela companhia desde 2015 nos 10 países onde opera, elege anualmente um tema prioritário que deve ser explorado pelos fornecedores da marca Carrefour. No Brasil, a empresa eleita foi a PariPassu, fornecedora de soluções tecnológicas para o rastreamento e monitoramento de defensivos agrícolas em alimentos perecíveis. O projeto vencedor aborda o trabalho realizado pela PariPassu junto ao Carrefour, e integra o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Desde 2014, o fornecedor é responsável pelo rastreamento e o monitoramento de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras comercializados pela rede no Brasil, garantindo que os níveis de defensivos estejam dentro do permitido pela lei. Atualmente, a PariPassu é responsável pela rastreabilidade de 85% da base de fornecedores de frutas, legumes e verduras da rede. Esse índice contempla 100% dos fornecedores de produtos do Programa Garantia de Origem e 100% dos alimentos da marca Carrefour. O trabalho consiste na análise amostral dos produtos coletados nas plataformas de distribuição e lojas do Carrefour a fim de identificar a presença de defensivos agrícolas acima do permitido. O projeto oferece ainda apoio e orientação aos fornecedores que têm dificuldades técnicas em atender os rígidos padrões de qualidade do Carrefour. Em sua última edição, realizada em outubro de 2016, o ‘Grande Desafio de Fornecedores’ teve como tema o combate ao desperdício de alimentos. A empresa Alfa Citrus foi a escolhida, representando o Brasil no encontro internacional dos vencedores realizado na sede da companhia, na França. A empresa adotou novos processos e práticas de produção para evitar em 100% o desperdício de suas frutas, desde o manejo do solo, passando pelo cultivo até a embalagem das laranjas e tangerinas fornecidas ao Carrefour. O Carrefour apoia seus fornecedores no desenvolvimento de produtos inovadores e sustentáveis, que ao mesmo tempo atendam as necessidades dos seus clientes, e promove diversos projetos voltados à preservação dos recursos naturais. No Brasil, sua Plataforma de Sustentabilidade direciona sua atuação e investimentos com base em três pilares globais: combater todas as formas de desperdício, proteger a biodiversidade e oferecer suporte aos parceiros na implementação de ações para redução do impacto ambiental e na promoção dos benefícios sociais. Fonte: Assessoria de Comunicação do Grupo Carrefour Brasil Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS participa de evento do MAPA sobre sistemas alimentares sustentáveis

O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Stephane Engelhard, participou da cerimônia de abertura do evento Sistemas Alimentares – Programas sobre Consumo e Produção Sustentável – 10YFT, realizado na manhã do dia (7), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no Parque Estação Biológica, em Brasília. Até o dia 9 de novembro, o evento, que traz o XIII Seminário Brasileiro de Produção Integrada de Frutas e o V Seminário de Produção Integrada Agropecuária, debaterá as tendências atuais dos sistemas alimentares sustentáveis, consumo responsável no Brasil, além das boas práticas agrícolas e produção integrada. Na solenidade, Engelhard, que representou o presidente João Sanzovo Neto, destacou a importância do evento para a cadeia produtiva e falou do empenho da ABRAS para garantir a segurança do alimento. “Conhecer novas ações e iniciativas voltadas ao consumo e à produção sustentável e segura nos ajuda a aprimorar nossas atuações e tem sido uma preocupação constante da ABRAS. Em 2011, lançamos o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), com o objetivo de controlar o uso de agrotóxicos nas frutas, legumes e verduras vendidas nos supermercados do País.” 7639 No ano passado, foram rastreados pelo RAMA 1,2 milhão de toneladas de FLV. O programa também fomenta as boas práticas agrícolas, por meio da conscientização de produtores e distribuidores. O vice-presidente falou ainda do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ABRAS e o MAPA, em 2012, que tem o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no País, com base nas normas técnicas específicas da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). “Essa Cooperação auxiliou na expansão do programa RAMA, que hoje conta com 47 redes de supermercados, e está presente em todas as regiões brasileiras.” Para Engelhard, somente um trabalho em conjunto de todos os elos da cadeia produtiva poderá garantir um alimento realmente seguro. “A educação e a conscientização são fundamentais, inclusive, em um dos nossos maiores desafios mundiais: a redução do desperdício. Nós, da ABRAS esteremos trabalhando com afinco para que o sistema alimentar brasileiro tenha, cada vez mais, qualidade, menos desperdício, e para que tudo o que seja comercializado nas nossas lojas possa ter a segurança necessária para garantir a saúde dos nossos consumidores” Temas Os temas titulares do evento são relacionados ao Marco Decenal de Programas sobre Consumo e Produção Sustentável – 10YFP, acordados na Rio+20 que, sob a liderança das Nações Unidas, contemplam entre outros, um Programa específico voltado à promoção de Sistemas Alimentares Sustentáveis. Ações estas lideradas pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que contam com a participação do MAPA. Palestras Na manhã de hoje, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, foi palestrante do painel Estudo de caso de ações multiatores em sistemas alimentares sustentáveis (SAS), e falou da importância da redução do desperdício e da governança das cadeias de suprimento em frutas, legumes e verduras no Brasil, com vista à promoção de sistemas sustentáveis. Até a próxima quinta-feira (9/11), o evento traz diversas palestras sobre produção sustentável, oportunidades e desafios dos sistemas alimentares, produção integrada, compliance, entre outros importantes tópicos. Veja mais Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

BRF e Carrefour se unem à IBM para reforçar a rastreabilidade de alimentos

A BRF, uma das maiores empresas de alimento do mundo, e a rede varejista Carrefour se uniram à IBM Brasil para desenvolver o projeto ‘Food Tracking’ para fazer rastreabilidade de produtos por meio da tecnologia de blockchain. O intuito é informar ao consumidor, de maneira simples e objetiva, a procedência dos alimentos, considerando todas as etapas do negócio: produtiva, comercial e logística. O projeto foi desenvolvido na Garagem 11.57 – um espaço criado pela IBM para acelerar inovações e aplicações na nuvem. De acordo com Regina Nori, líder de soluções técnicas da IBM Brasil, a preocupação com segurança alimentar e a confiabilidade da origem dos alimentos vêm crescendo mundialmente. “No Brasil, a BRF e o Carrefour estão otimistas com o potencial da tecnologia de blockchain para trazer mais visibilidade ao atendimento à conformidade e qualidade dos processos”, explica. A fase inicial, que também busca identificar oportunidades e dimensionar os desafios na aplicação da solução tecnológica, contempla um lote específico de lombo suíno congelado e fatiado da marca Sadia. O projeto utilizando a plataforma Blockchain da IBM baseado no Linux Foundation’s Hyperledger Fabric, durou oito semanas e o produto foi comercializado em hipermercado da rede em São Paulo (SP). “Como a produção e distribuição ocorrem em larga escala, em diversos países, e envolvem inúmeros parceiros de negócios, vimos a oportunidade de evoluir as atuais soluções de rastreabilidade existentes para uma plataforma mais colaborativa e segura, que permite certificar os produtos e garantir a qualidade desde o campo até o consumidor. No experimento realizado com Carrefour e IBM, o blockchain despontou como uma alternativa viável para atender essas necessidades”, explica Ney Santos, vice-presidente da área da tecnologia da BRF. A partir da leitura de um QR Code afixada na embalagem, o consumidor terá acesso a informações detalhadas das etapas de produção, distribuição e disponibilização do produto na prateleira do varejo. O Carrefour já possui diversos programas de certificação, qualidade, rastreabilidade socioambiental e de segurança alimentar no Brasil. Em linha com esses compromissos, o sistema blockchain amplia a garantia de qualidade dos produtos que comercializa em todo o país, oferecendo mais uma ferramenta aos clientes que se preocupam cada vez mais com a origem dos alimentos que consome. Blockchain Blockchain é uma tecnologia utilizada para fazer transações de forma confiável e segura. Nesse modelo de negócios, é possível que um grupo de instituições ou indivíduos crie um registro único de informações que será compartilhado nessa cadeia, em blocos, com aplicação em todas as áreas de negócios onde haja qualquer tipo de transferência de ativo, tangível ou intangível. Tudo isso é suportado por uma nuvem computacional. No contexto da indústria de produtos de consumo, o Blockchain estabelece um ambiente confiável para todas as transações no qual os participantes: produtores, fornecedores, processadores, transportadores, distribuidores, varejistas, reguladores e consumidores podem obter acesso permissivo a informações consensadas e confiáveis ​​sobre a origem e o estado dos alimentos. Isso permite aos membros deste complexo ecossistema utilizar essa rede de cadeias de blocos, por exemplo, para rastrear produtos contaminados em um curto espaço de tempo para garantir a remoção segura das prateleiras das lojas e reduzir o risco da propagação de doenças. Regulamentação No início de setembro, o governo brasileiro criou um plano, o “O Melhor do Agro Brasileiro”, no qual incita a indústria do agronegócio a ser mais transparente e garantir a qualidade de seus produtos, promovendo a agropecuária nacional globalmente. Com adoções de tecnologias como o Blockchain, muitos planos de ação para sustentabilidade e garantia produtiva do agronegócio brasileiro poderãodeixarão de ser colocados em jogo, fortalecendo a imagem desse setor em todo o país. Grupo Carrefour Brasil Há mais de 40 anos no país, o Grupo Carrefour Brasil é reconhecidamente pioneiro no mercado varejista. A partir de uma plataforma omnicanal e multiformato, está presente em todos os estados, além do Distrito Federal, o que permite atender às diferentes necessidades dos seus milhões clientes espalhados pelas cinco regiões do país. Atualmente, conta com os formatos Carrefour (hipermercado), Carrefour Bairro (supermercado), Carrefour Express (varejo de proximidade), Carrefour.com (e-commerce), Atacadão (atacado e atacado de autosserviço) e Supeco (atacado de autosserviço de proximidade), além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos clientes, como postos de combustíveis, drogarias e serviços financeiros. Com faturamento de R$ 49,1 bilhões em 2016 e uma equipe de mais de 80 mil colaboradores no Brasil, a companhia é a maior distribuidora de alimentos do país, o maior varejista de capital aberto e umas das 15 maiores empresas listadas na bolsa brasileira. Sobre a BRF A BRF é uma das maiores companhias de alimentos do mundo, com mais de 30 marcas em seu portfólio, entre elas, Sadia, Perdigão, Qualy, Paty, Dánica, Bocatti e Vienissima. Seus produtos são comercializados em mais de 150 países, nos cinco continentes. Mais de 100 mil funcionários trabalham na companhia, que mantém mais de 50 fábricas em oito países (Argentina, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Holanda, Malásia, Reino Unido, Tailândia e Turquia). Fonte: Assessoria de Comunicação do Carrefour Clique aqui e veja mais notícias

Diálogos Brasil e União Europeia sobre desperdício de alimentos aproximam elos da cadeia agroalimentar

Aproximadamente um terço da produção global de alimentos é desperdiçada, segundo dados da FAO. Esse dado bem feio contrastou com a bela paisagem do Museu de Arte do Rio (MAR), que recebeu o Seminário Sem Desperdício, no dia 31 de outubro. Mais de 40 instituições de diferentes elos da cadeia agroalimentar estiveram representadas no evento, aberto pelo Diretor de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Celso Moretti. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Associação Brasileira de Embalagens (Abre) anunciaram durante o encontro o compromisso de fortalecer o engajamento dos setores no combate ao desperdício. Os vídeos com as palestras do seminário, que teve inscrições esgotadas e foi transmitido ao vivo pela internet, estão disponíveis no perfil da iniciativa Sem Desperdício, no Facebook. “O varejo tem o papel de comunicar-se tanto com o produtor rural quanto com o consumidor urbano. Somos um elo importante no combate ao desperdício e a convenção da Abras, em 2018, pode abrir espaço para os parceiros envolvidos no tema de redução do desperdício”, salienta Marcio Milan, superintendente da Abras. Para Luciana Pellegrino, diretora da Abre, que representa 200 empresas de toda cadeia produtiva de embalagens, o setor pode contribuir com a redução do desperdício com aplicação de mais tecnologia e educação do consumidor. “Ofertar porções individuais, embalagens que refecham e ampliam tempo de vida dos produtos ajudam o consumidor a consumir tudo o que compra”, destaca. A diretora ressaltou ainda a importância do setor estar engajado em iniciativas como a Save Food e elogiou a ação da Embrapa e parceiros no projeto dos Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil. Estratégias governamentais A preocupação dos governos com a má utilização dos alimentos ainda é recente, boa parte dos programas que visa combater a prática surgiu há menos de 10 anos. A plataforma da Comunidade Europeia sobre desperdício foi criada em 2016. Na Espanha, por exemplo, a estratégia Mais Alimento, Menos Desperdício começou em 2013, mesmo ano no qual a França (veja as iniciativas francesas em www.agriculture.gouv.fr/antigaspi) passou a encarar o tema. Os franceses pretendem reduzir pela metade o desperdício até 2025, em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12.3, “reduzir pela metade até 2030 o desperdício de alimentos per capita mundial, em nível de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita”. Por sinal, a Embrapa é integrante da coalização global pela ODS 12.3. Os principais vilões da perda e desperdício de alimentos são a armazenagem e transporte inadequados e os maus hábitos dos consumidores. “Nos países mais desenvolvidos o comportamento da população é o principal fator, enquanto nos países mais pobres armazenagem e transporte têm peso maior”, revelou o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic. Entre os “maus hábitos” de quem compra alimentos está a rejeição aos alimentos com aparência incomum. A FAO tem incentivado o consumo de frutas ou hortaliças amassadas/feias. No Rio de Janeiro, as cadeias de supermercados Superprix e Zona Sul também aderiram à causa. No Superprix, a campanha “As Aparências Enganam” ajuda crianças e jovens de comunidades locais. A rede disponibiliza beterrabas, batatas doce, inhames, chuchus e cenouras de aparência incomum, mas alto valor nutritivo, com 30% de desconto. Já o Zona Sul, como parte da iniciativa Zona Sul Sustentável, utiliza os alimentos “feios“ no refeitório dos empregados. Por sinal, como os supermercados são responsáveis pela compra de 70% das frutas e hortaliças no Brasil é vital envolvê-los. Nestes estabelecimentos quem mais sofre com as perdas são frutas, legumes e verduras, o que contribui para que 2.10% do faturamento líquido seja perdido. “Quase 18% do que o Brasil produz com cítricos de mesa, laranja, limão e tangerina, é desperdiçado na hora da colheita”, revelou Márcio Milan, superintendente da Abras. O setor tem mostrado preocupação com o assunto, atualmente quase 60% das cadeias possuem uma área de prevenção de perdas. Outra demanda dos supermercados é uma legislação mais amigável em relação às doações. Por sinal, na França, lojas de varejo acima de 400m2 são proibidas de destruir alimentos. Ainda pouco conhecidos no Brasil, mas de importância reconhecida pela FAO e muito presentes na Espanha, os bancos de alimentos podem ajudar muito no melhor aproveitamento dos recursos naturais. Eles aprimoram os processos de captação e distribuição dos alimentos doados, para proporcionar maior efetividade, com redução das perdas. A Rede Brasileira de Bancos de Alimentos, que conta com o apoio da Embrapa, contabiliza 228 destes bancos (107 públicos e 111 privados). “Nossa preocupação não é apenas com o combate à fome, também promovemos a alimentação saudável”, revelou Kathleen Machado, coordenadora-geral de Equipamentos Públicos do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). Diálogos Setoriais O seminário faz parte de projeto aprovado pela plataforma Diálogos Setoriais, parceria estratégica entre União Europeia e Brasil para favorecer o intercâmbio de conhecimentos, experiências e melhores práticas sobre temas de interesse mútuo, e foi enquadrado na categoria Top-Down por se tratar de área prioritária e de diálogo político de alto nível entre os governos envolvidos. O projeto é coordenado pela Embrapa em parceria com a WWF Brasil. Fonte: Grupo Cultivar Clique aqui e veja mais notícias

Rastreabilidade de alimentos gera responsabilidade a todos os integrantes da cadeia de abastecimento

O consumidor bem informado quer saber tudo sobre seus alimentos e bebidas. Além da procedência dos alimentos e bebidas, as famílias procuram hoje fazer a conexão entre produtos confiáveis com aqueles que são produzidos com base em responsabilidade social e ambiental. Essas premissas começam a determinar a confiabilidade em determinadas marcas da indústria alimentícia. Foi essa apenas uma das conclusões do Seminário Internacional de Segurança do Alimento, promovido recentemente pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. A responsabilidade em produzir alimentos confiáveis no que se refere à capacidade de abastecer o mercado com produtos saudáveis e certificados por órgãos competentes foi discutida por representantes da GS1 Argentina, da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), do Carrefour Brasil, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Instituto de Tecnologia de Alimentos, ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo. “A tecnologia nos leva a aprimorar os sistemas que ampliam a visibilidade e a transparência das informações na cadeia de suprimentos, levando-nos a produtos mais seguros, que são o nosso principal objetivo”, afirma Roxana Saraiva, Coordenadora Regional de Rastreabilidade da GS1 Latam. Roxana ressalta a tendência de uso da tecnologia blockchain, que oferece uma plataforma descentralizada de informações e contribui muito para que os processos de rastrear alimentos e ingredientes nos momentos de recall. Os padrões de identificação GS1 – lidos por meio de códigos lineares, bidimensionais ou por radiofrequência – fornecem a toda a cadeia a geração de um banco de dados de cada item. Informação precisa gerada por produtores, indústria, distribuidores e varejo é o princípio de processos bem orientados. A informação correta e confiável é, portanto, a condição básica para a segurança do consumidor. Tanto do ponto de vista do produtor, do distribuidor e do varejista quanto do ponto de vista do consumidor, a capacitação sobre normas e padrões é fundamental. Luis Madi, diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos; e Márcio Milan, superintendente da ABRAS, afirmam que educação traz embasamento científico para todas as partes. “Precisamos informar a população sobre o que ela quer saber de produtos responsáveis; só assim combateremos as informações desencontradas e apontaremos o caminho da alimentação de qualidade”, explica Madi. Já Milan, demonstra a responsabilidade do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), implantado pela ABRAS para orientar os supermercadistas sobre uso e controle de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras. “De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores percebem a necessidade e a importância da adesão ao programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo segurança à população”, destaca Milan. Helinton José Rocha, auditor fiscal Federal Agropecuário e Coordenador da Produção Integrada da Cadeia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, explica que sua pasta trabalha para o consumo responsável e sustentável. “Precisamos combater a contrainformação e a desinformação a respeito da indústria alimentícia e a rastreabilidade nos ajuda nisso, pois distribui as responsabilidades na cadeia de abastecimento”, afirma Rocha. A sustentabilidade é um dos objetivos do trabalho do auditor que, segundo seu conceito, “é possível a partir de uma produção orientada pelo socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável”. Fonte: Paraná Shop

ABRAS participa de Seminário Sem Desperdício e anuncia compromisso do setor

Mais de 40 instituições de diferentes elos da cadeia agroalimentar estiveram representadas no Seminário Sem Desperdício, organizada pela Embrapa em parceria com a Delegação da União Europeia e a WWF-Brasil, que aconteceu no Museu de Arte do Rio, no último dia 31/10, na capital fluminense. Durante o evento, aberto pelo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Celso Moretti, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e a Associação Brasileira de Embalagens (ABRE) anunciaram o compromisso de fortalecer o engajamento dos setores no combate ao desperdício. “O varejo tem o papel de comunicar-se tanto com o produtor rural quanto com o consumidor urbano. Somos um elo importante no combate ao desperdício e a Convenção ABRAS, que será realizada em março de 2018, abrirá espaço para os parceiros envolvidos no tema de redução do desperdício”, salienta Marcio Milan, superintendente da Abras. Para Luciana Pellegrino, diretora da ABRE, que representa 200 empresas de toda cadeia produtiva de embalagens, o setor pode contribuir com a redução do desperdício com aplicação de mais tecnologia e educação do consumidor. “Ofertar porções individuais, e embalagens que podem ser fechadas novamente ampliam o tempo de vida dos produtos e ajudam o consumidor a consumir tudo o que compra”, destaca. 7632 A diretora ressaltou ainda a importância do setor no engajamento de iniciativas como a Save Food (iniciativa com apoio da FAO e da ONU para reduzir o desperdício) e elogiou a ação da Embrapa e parceiros no projeto dos Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil. O evento contou também com a participação do presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), Fábio Queiróz. Estratégias governamentais Aproximadamente um terço da produção global de alimentos é desperdiçado, segundo dados da FAO. A preocupação dos governos com a má utilização dos alimentos ainda é recente, boa parte dos programas que visa combater a prática surgiu há menos de 10 anos. A plataforma da Comunidade Europeia sobre desperdício foi criada em 2016. Na Espanha, por exemplo, a estratégia Mais Alimento, Menos Desperdício começou em 2013, mesmo ano no qual a França (veja as iniciativas francesas em www.agriculture.gouv.fr/antigaspi) passou a encarar o tema. Os franceses pretendem reduzir pela metade o desperdício até 2025, em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12.3, que visa reduzir pela metade até 2030 o desperdício de alimentos per capita mundial, em nível de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita. A Embrapa é integrante da coalização global pela ODS 12.3. De acordo com o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, os principais vilões da perda e desperdício de alimentos são a armazenagem e transporte inadequados e os maus hábitos dos consumidores. “Nos países mais desenvolvidos o comportamento da população é o principal fator, enquanto nos países mais pobres armazenagem e transporte têm peso maior”, revelou. Entre os “maus hábitos” de quem compra alimentos está a rejeição aos alimentos com aparência incomum. A FAO tem incentivado o consumo de frutas ou hortaliças amassadas/feias. Com o objetivo de diminuir o desperdício de alimentos, o Carrefour lançou em outubro, o programa Únicos, que venderá frutas e legumes fora do padrão estético com descontos de até 30%. A princípio, o programa se dará em alguns hipermercados da rede em São Paulo (SP), todas as sextas-feiras. No Rio de Janeiro, local do Seminário Sem Desperdício, as cadeias de supermercados Superprix e Zona Sul também aderiram à causa. No Superprix, a campanha “As aparências enganam” ajuda crianças e jovens de comunidades locais. A rede disponibiliza beterrabas, batatas doce, inhames, chuchus e cenouras de aparência incomum, mas alto valor nutritivo, com 30% de desconto. Já o Zona Sul, como parte da iniciativa Zona Sul Sustentável, utiliza os alimentos “feios” no refeitório dos empregados. Por sinal, como os supermercados são responsáveis pela compra de 70% das frutas e hortaliças no Brasil é vital envolvê-los. Nestes estabelecimentos quem mais sofre com as perdas são frutas, legumes e verduras, o que contribui para que 2.10% do faturamento líquido seja perdido. “Quase 18% do que o Brasil produz com cítricos de mesa, laranja, limão e tangerina, é desperdiçado na hora da colheita”, revelou o superintendente da ABRAS, Márcio Milan. O setor tem mostrado preocupação com o assunto, atualmente quase 60% das cadeias possuem uma área de prevenção de perdas. Outra demanda dos supermercados é uma legislação mais amigável em relação às doações. Por sinal, na França, lojas de varejo acima de 400 metros quadrados são proibidas de destruir alimentos. Ainda pouco conhecidos no Brasil, mas de importância reconhecida pela FAO e muito presentes na Espanha, os bancos de alimentos podem ajudar muito no melhor aproveitamento dos recursos naturais. Eles aprimoram os processos de captação e distribuição dos alimentos doados, para proporcionar maior efetividade, com redução das perdas. A Rede Brasileira de Bancos de Alimentos, que conta com o apoio da Embrapa, contabiliza 228 destes bancos (107 públicos e 111 privados). “Nossa preocupação não é apenas com o combate à fome, também promovemos a alimentação saudável”, revelou Kathleen Machado, coordenadora-geral de Equipamentos Públicos do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). Diálogos Setoriais O seminário faz parte de projeto aprovado pela plataforma Diálogos Setoriais, parceria estratégica entre União Europeia e Brasil para favorecer o intercâmbio de conhecimentos, experiências e melhores práticas sobre temas de interesse mútuo, e foi enquadrado na categoria Top-Down por se tratar de área prioritária e de diálogo político de alto nível entre os governos envolvidos. O projeto é coordenado pela Embrapa em parceria com a WWF Brasil. Os vídeos com as palestras do seminário, foi transmitido ao vivo pela internet, e estão disponíveis no perfil da iniciativa Sem Desperdício, no Facebook (https://www.facebook.com/SemDesperdicioBrasil/). Fonte: Comunicação da Embrapa/Redação Portal ABRAS

Programa RAMA é lançado no Rio Grande do Sul

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) lançou o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) no Rio Grande do Sul, ontem (25), em parceria com a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS). O objetivo é garantir mais segurança ao consumidor, por meio do controle do uso de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) no estado. De acordo com o presidente da AGAS, Antônio Cesa Longo, esta é mais uma iniciativa, dentre uma série de ações que a entidade vem adotando nos últimos meses, para qualificar a cadeia de hortifrúti no RS. “A qualificação precisa incluir todos os elos, desde a produção, passando pelos canais distribuidores e chegando ao ponto de venda”, destaca. 22814123_1484453421644360_1710357844647167848_n A entidade gaúcha coordena um programa de capacitação de produtores rurais, que teve início em março, e já conta com 250 propriedades participantes. “Há cerca de dois anos, a AGAS vem proporcionando encontros com entidades representativas de todos os elos da cadeia, em busca de soluções para melhorar a qualidade dos produtos consumidos pelos gaúchos”, explica. Para o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, o programa traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população.” Milan destaca, ainda, que, garantindo a segurança do alimento, os varejistas também conseguem agregar valor às suas vendas. “Temos o exemplo dos produtos orgânicos, que são mais caros, mas o consumidor aceita pagar por isso”, afirma. RAMA Lançado em 2011, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV). De acordo com Giampaolo Buso, diretor da PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, no primeiro semestre de 2017 foram rastreadas, pelo programa, 618 mil toneladas de FLV, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No último ano, o total do volume rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. Adesões Atualmente, o RAMA conta com 47 redes varejistas participantes (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Metas O programa tem como metas para 2020 aumentar a participação do FLV no faturamento do setor supermercadista, de 9,1% (R$ 30,8 bilhões), para 12%, além de melhorar a capacitação de fornecedores e supermercadistas, reduzir o desperdício, hoje em 6,25%, para 5,1%. E atingir 20% dos supermercados brasileiros. Clique aqui para mais informações. Redação Portal ABRAS/Comunicação AGAS Clique aqui e veja mais notícias

Com programa Rama, supermercados vão rastrear hortigranjeiros

Responsável por 9% do faturamento dos supermercados gaúcho, o segmento chamado de FLV (frutas, legumes e verduras) contará com um novo aliado para garantir a qualidade dos alimentos. A rastreabilidade desde a produção e a análise posterior dos itens será realizada por meio do programa Rama, iniciativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lançada no Estado ontem com a adesão da entidade gaúcha do setor (Agas). O objetivo central é baratear o custo desse tipo de ação para cada rede participante e, com isso, difundir a prática. “Algumas empresas já vinham atuando com iniciativas isoladas nesse sentido, mas agora poderemos estender a toda cadeia”, justifica o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. O ponto principal é que as análises dos alimentos, que hoje custam entre R$ 600,00 e R$ 800,00 por amostra para os supermercados, terão uma redução drástica: cada rede que optar por participar do programa pagará R$ 12,00 por mês por checkout (por exemplo, se a loja possuir 10 caixas, pagará 10 vezes esse valor). Isso facilita, segundo Longo, a entrada dos hoje alijados pequenos e médios estabelecimentos no mundo da rastreabilidade. A expectativa da entidade é de que, em um mês, 50 empresas gaúchas entrem no programa. Em seis meses, Longo espera que a adesão chegue a 20% das companhias do setor no Estado. Atualmente, apenas o Carrefour e o Comercial Zaffari (grupo com sede em Passo Fundo) já participam do Rama, implementado nacionalmente desde 2011. Outras redes, como o Walmart e a Cia. Zaffari (com sede na Capital), também possuem iniciativas próprias com os mesmos objetivos. Desenvolvido desde 2006 a partir de demanda de órgãos de defesa do consumidor, o Rama, efetivado cinco anos mais tarde, conta hoje com a participação de 47 redes de supermercados no Brasil. A grande maioria delas dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Sergipe que, assim como a Agas, também aderiram em bloco por meio de suas associações regionais. A ideia central, segundo Giampaolo Buso, diretor da Paripassu (empresa gestora do programa), é interligar todos os elos de forma circular, ou seja, de maneira que todos tenham contato entre si. “O conceito é relativamente simples, o desafio é conseguir implementar em uma cadeia extremamente pulverizada como essa”, comenta Buso. A base do Rama é a rastreabilidade ainda na produção dos alimentos, com os produtores, intermediários e supermercados incluindo todas as informações sobre os itens em um sistema interligado. Depois, são coletadas amostras de produtos para análises de conformidade com as normas vigentes. A vantagem é que, quando encontrado algum problema, é possível vasculhar todo o caminho do alimento e a origem da irregularidade, e o produtor recebe prazo de 30 dias para elaborar um plano de correção. Superintendente da Abras, Marcio Milan acrescenta que, garantindo a segurança alimentar, os varejistas conseguem agregar valor às suas vendas. “Temos o exemplo dos produtos orgânicos, que são mais caros, mas o consumidor aceita pagar por isso”, afirma. Milan conta que a participação dos FLV no faturamento do setor no País, que era de 6,4% em 2012, já chegou a 9,1% em 2016 – e é de 10,5% entre os participantes do Rama. O programa tem como metas para 2020 aumentar a participação desses produtos a até 12% das vendas do setor, além de reduzir o desperdício, hoje em 6,25%, para 5,1%. A expectativa é de, até lá, alcançar 20% dos supermercados brasileiros e chegar a 100% dos fornecedores das lojas. Fonte: Jornal do Comércio de Porto Alegre Clique aqui e veja mais notícias

Programa vai fiscalizar agrotóxicos para garantir FLV saudáveis nas prateleiras

A exigência do consumidor por produtos mais seguros e saudáveis levou a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) a lançar, em nível regional, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), que consiste em identificar e reduzir os resíduos de agrotóxicos nas frutas, legumes e verduras que chegam às prateleiras. A iniciativa foi lançada nesta quarta-feira (25), replicando no Rio Grande do Sul uma política que, em nível nacional, já existe desde 2011, originalmente criada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Nesta largada, apenas duas redes com atuação no mercado gaúcho – Comercial Zaffari e Carrefour – integram o Rama, de participação voluntária. – Nos próximos 30 dias, creio que 50 empresas do Rio Grande do Sul vão aderir. O consumidor está muito exigente. Outras redes já tem suas iniciativas próprias, mas a ideia agora é juntar – diz o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. Se concretizada a intenção de aglutinar dezenas de mercados no Rama, deverá ser formado um banco de dados de larga escala. Nele, constarão o histórico das análises de laboratório feitas em frutas, verduras e legumes. As amostras e qualidades com inconformidade – ou seja, com algum abuso ou erro no uso de agrotóxico – poderão ser identificadas. O produtor rural responsável pelos produtos inadequados também será reconhecido, em uma estratégia de rastreabilidade, e terá de apresentar providências para apresentar um “plano de ação” que corrija os problemas na sua plantação. Os agricultores que não se adequarem poderão perder espaço entre os fornecedores das redes de mercados, avalia a Agas. Os hortifrutigranjeiros representam 9% das vendas do setor no Rio Grande do Sul – um montante de mais de R$ 2 bilhões ao ano. Na onda da alimentação saudável, é um ramo em crescimento. Um dos empecilhos para a realização frequente de exames de laboratório sempre foi o custo: cada amostra varia entre R$ 600 e R$ 700. Longo explica que, com o Rama, o barateamento será exponencial, garantindo acesso a mercados médios e pequenos. Se aderirem, eles terão acesso ao banco de dados com os resultados de milhares de amostras. O Brasil, atualmente, é o maior comprador de agrotóxicos no mundo. Na versão de 2013/2015 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) monitorou 25 alimentos que representam mais de 70% do consumo de origem vegetal no Brasil. Dos hortifrutigranjeiros analisados, 19,7% foram considerados insatisfatórios, seja por uso de agrotóxico não autorizado (16,7%) ou aplicado de forma abusiva, deixando resíduos acima do permito (3,01%). Em dezembro de 2016, o Grupo de Investigação da RBS publicou reportagem revelando que, dentre cinco culturas coletadas na Ceasa (alface, cenoura, pepino, pimentão e morango) e testadas em laboratório, o índice de 45% se mostrou inadequada para consumo por abuso de agrotóxico ou uso de químico não autorizado para a cultura. Os responsáveis pelo Rama alegam estar em contato com as indústrias do ramo para que elas auxiliem na consolidação de programas de análises de amostras, aplicação correta de pesticidas e qualificação dos produtores. O controle biológico de pragas, capaz de reduzir os danos dos químicos, é outra medida no horizonte da iniciativa da Abras e Agas. Efeitos Entidades como a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (Iarc) alertam que, no longo prazo, há risco de o consumo de alimentos com resíduos de agrotóxicos trazer prejuízo à saúde. Como funcionará – O Rama fará a coleta de amostras de frutas, verduras e legumes em mercados participantes do programa. Tudo será enviado para laboratórios credenciados, que farão as análises. – Os produtores que tiverem produtos inadequados, seja por uso abusivo de agrotóxico ou de pesticida não permitido para determinada cultura, serão acionados pelo Rama e terão o prazo de 30 dias para apresentar um “plano de ação”. Ele terá de dizer o que irá fazer para não repetir os resultados ruins. – Ao apresentar o plano de ação, o Rama irá prestar auxílio ao produtor rural para que ele desenvolva boas práticas agrícolas. A Emater será chamada a contribuir. Atualmente, a Agas indicou 250 propriedades rurais ao programa Juntos para Competir, desenvolvido por Sebrae, Farsul e Senae, dedicado à capacitação sobre gestão de propriedades. – Os produtores rurais terão de adotar o “caderno de campo”. Nele, irão registrar detalhes, como a periodicidade e a intensidade, do plantio, do manejo (adubação, irrigação, aplicação de agrotóxicos) e da colheita. As anotações ajudarão na procura por evidências que estejam causando uso incorreto de pesticidas. Fonte: Gaúcha ZH Clique aqui e veja mais notícias

Agas lança programa para monitorar agrotóxicos em alimentos nos supermercados

Com o objetivo de rastrear e monitorar o uso de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes nos supermercados do Rio Grande do Sul, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lançaram nesta quarta-feira o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). O presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, disse que o programa vai buscar a qualificação de mais de 250 produtores rurais. “Os supermercados sabem comprar e vender, mas não sabemos produzir e nem manipular produtos. O nosso objetivo é que toda a cadeia tenha consciência de seguir normas e regras”, destacou. Segundo Longo, a ideia é que todos os supermercados tenham disponibilidade de ter produtos rastreados . O superintendente da Abras e coordenador do RAMA, Márcio Milan, ressaltou que os benefícios do programa estão na identificação de produtos, regiões e princípios ativos relativos aos problemas de contaminação por resíduos de agrotóxicos identificados pelas análises e no desenvolvimento do setor produtivo por meio de ações de orientação e capacitação de produtores e fornecedores de alimentos perecíveis para diminuição da incidência de contaminações por agrotóxicos nos produtos. Conforme Milan, o Rama é um programa de rastreamento e monitoramento de frutas, legumes e verduras idealizado pela Abras, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. “O nosso objetivo é a valorização do produtor, do distribuidor e do supermercado, e claro o aumento da confiança dos consumidores com a entrega de produtos com maior qualidade”, acrescentou. O projeto incentiva boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores e tem adesão voluntária pelos supermercadistas. As empresas participantes têm acesso a um conjunto de informações que permite a orientação e o desenvolvimento consciente de seus fornecedores para a promoção e a comercialização de alimentos de qualidade. Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, o Programa Rama está alinhado às estratégias públicas e privadas para o desenvolvimento sustentável da cadeia de abastecimento. “A Agas já está realizando uma série de outras ações em parceria com instituições como o Sebrae/RS, a Ceasa, a Farsul, a Fepagro, a Fetag e o Governo do Estado para aprimorar a cadeia do FLV. Atualmente, mais de 200 produtores rurais que fornecem para o setor no Estado estão participando de um grande programa de qualificação em gestão, através do Programa Juntos para Competir”, lembra. “O Rama atende a uma necessidade crescente de monitoramento da cadeia de abastecimento, tendo os resíduos de agrotóxicos nos produtos frutas, legumes e verduras como ponto de partida, buscando informações de identificação da origem e o percurso percorrido pelo alimento ao longo da cadeia”, conclui. O Programa rastreou 618 mil toneladas de alimentos no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Fonte: Correio do Povo

AGAS lança programa de rastreabilidade para monitorar FLV no RS

A AGAS (Associação Gaúcha de Supermercados) lançou ontem, um programa de segurança alimentar, o Rama, que visa o monitoramento de frutas, legumes e verduras, “a fim de qualificar o produtor”, como salienta o presidente da entidade, Antonio Cesa Longo. “Nós, como parte da cadeia, sabemos comprar e vender mas não sabemos monitorar produtos. Os produtores, a partir de agora podem contar com empresas parceiras para isso. Os custos serão mais acessíveis e o objetivo é que todos os supermercados tenham possibilidade de ter produtos rastreados”. Segundo ele, os hortifrutigranjeiros já representam 9% da venda total dos supermercados. Para o monitoramento, um programa de capacitação aos produtores conta com o apoio do SEBRAE-RS, Farsul e SENAR-RS, através do Programa Juntos Para Competir. “Neste projeto, a AGAS indicou 250 produtores em cinco regiões do Estado”, aponta o dirigente. De acordo com o superintendente da ABRAS e coordenador do programa, Márcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca de 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O Rama traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País”, diz ele. Até junho deste ano, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes do programa, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV (frutas, verduras e legumes) comercializados pelo setor no Brasil. A identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa Rama será feita por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transportes e paletes através do padrão GS1. As metas do Programa até 2020 passam pelo aumento do número de varejistas participantes em 30%, aumento na participação do FLV no faturamento total do setor em 12%, redução do desperdício do FLV para 5,1%, expansão da adoção do padrão GS1 de automação logística, capacitação de fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Fonte: O Sul

Lupa na produção

  IMG-20171027-WA0000 Fonte: Zero Hora

Campo aberto – lupa na produção

Zero hora
O Estado acaba de aderir formalmente ao Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), parceria da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) com a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). A iniciativa, com participação voluntária dos supermercadistas, atesta a qualidade dos alimentos para o consumidor – o que inclui análise de resíduos de agrotóxicos. Mas o acompanhamento, do cultivo ao varejo – também beneficia o produtor. – Além de mais segurança, ampliamos a participação em mercados exigentes e organizados – detalha o produtor de citros Fabiano Val Grol, também da Distribuidora de Frutas Vale do Caí. Presidente da Agas, Antonio Cesa Longo, lembra que frutas, verduras e legumes estão em expansão no varejo. Representaram 9,1% das vendas em 2016 – ante 6,4% em 2012. Giampaolo Buso, da PariPassu, empresa que assessora a Abras no projeto, diz que o maior desafio é organizar agricultores em diferentes estágios de desenvolvimento: – Ao seguir normas, o produtor passa a ser procurado pelo supermercado e não o contrário. Ou seja, se empodera a partir de uma proposta do varejo. No país, o projeto começou a ser desenhado em 2006. Do total avaliado, 77% estavam em conformidade com as normas no primeiro semestre de 2017 – igual percentual do RS. Em 2016, o índice foi de 72% no Brasil e 65% no Estado. O projeto da Abras já tem adesão de Comercial Zaffari e Carrefour. O CONSELHO NACIONAL DOS SECRETÁRIOS DE ESTADO DA AGRICULTURA (CONSEAGRI) Fonte: Alfonsin

Diretor da Ceasa/RS palestra no lançamento do Rama RS

A Ceasa/RS, representada por seu diretor Técnico Operacional, Ailton Machado, esteve no lançamento do Programa Rama no RS,  da Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS). O evento ocorreu às 10h desta quarta-feira (25), no Hotel Ritter, em Porto Alegre e contou também com a participação da Emater/RS e do Senar/RS. Ailton Machado destacou as ações que a Ceasa/RS vem desenvolvendo no sentido de orientar e conscientizar os produtores que comercializam na Central com relação aos cuidados na utilização de agrotóxicos. Salientou os seminários realizados pelo Estado e os cursos de Boas Práticas Agrícolas desenvolvidos em parceria com a Emater. Também destacou a redução dos índices insatisfatórios das análises de produtos vendidos na Ceasa/RS para 11%. Fonte: Ceasa/RS

Com programa Rama, supermercados vão rastrear hortifrutigranjeiros

Responsável por 9% do faturamento dos supermercados gaúcho, o segmento chamado de FLV (frutas, legumes e verduras) contará com um novo aliado para garantir a qualidade dos alimentos. A rastreabilidade desde a produção e a análise posterior dos itens será realizada por meio do programa Rama, iniciativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lançada no Estado ontem com a adesão da entidade gaúcha do setor (Agas). O objetivo central é baratear o custo desse tipo de ação para cada rede participante e, com isso, difundir a prática. “Algumas empresas já vinham atuando com iniciativas isoladas nesse sentido, mas agora poderemos estender a toda cadeia”, justifica o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. O ponto principal é que as análises dos alimentos, que hoje custam entre R$ 600,00 e R$ 800,00 por amostra para os supermercados, terão uma redução drástica: cada rede que optar por participar do programa pagará R$ 12,00 por mês por checkout (por exemplo, se a loja possuir 10 caixas, pagará 10 vezes esse valor). Isso facilita, segundo Longo, a entrada dos hoje alijados pequenos e médios estabelecimentos no mundo da rastreabilidade. A expectativa da entidade é de que, em um mês, 50 empresas gaúchas entrem no programa. Em seis meses, Longo espera que a adesão chegue a 20% das companhias do setor no Estado. Atualmente, apenas o Carrefour e o Comercial Zaffari (grupo com sede em Passo Fundo) já participam do Rama, implementado nacionalmente desde 2011. Outras redes, como o Walmart e a Cia. Zaffari (com sede na Capital), também possuem iniciativas próprias com os mesmos objetivos. Desenvolvido desde 2006 a partir de demanda de órgãos de defesa do consumidor, o Rama, efetivado cinco anos mais tarde, conta hoje com a participação de 47 redes de supermercados no Brasil. A grande maioria delas dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Sergipe que, assim como a Agas, também aderiram em bloco por meio de suas associações regionais. A ideia central, segundo Giampaolo Buso, diretor da Paripassu (empresa gestora do programa), é interligar todos os elos de forma circular, ou seja, de maneira que todos tenham contato entre si. “O conceito é relativamente simples, o desafio é conseguir implementar em uma cadeia extremamente pulverizada como essa”, comenta Buso. A base do Rama é a rastreabilidade ainda na produção dos alimentos, com os produtores, intermediários e supermercados incluindo todas as informações sobre os itens em um sistema interligado. Depois, são coletadas amostras de produtos para análises de conformidade com as normas vigentes. A vantagem é que, quando encontrado algum problema, é possível vasculhar todo o caminho do alimento e a origem da irregularidade, e o produtor recebe prazo de 30 dias para elaborar um plano de correção. Superintendente da Abras, Marcio Milan acrescenta que, garantindo a segurança alimentar, os varejistas conseguem agregar valor às suas vendas. “Temos o exemplo dos produtos orgânicos, que são mais caros, mas o consumidor aceita pagar por isso”, afirma. Milan conta que a participação dos FLV no faturamento do setor no País, que era de 6,4% em 2012, já chegou a 9,1% em 2016 – e é de 10,5% entre os participantes do Rama. O programa tem como metas para 2020 aumentar a participação desses produtos a até 12% das vendas do setor, além de reduzir o desperdício, hoje em 6,25%, para 5,1%. A expectativa é de, até lá, alcançar 20% dos supermercados brasileiros e chegar a 100% dos fornecedores das lojas. Fonte: Acusticafm

Programa de monitoramento de frutas e verduras chega no RS

O Rio Grande do Sul passa a contar com uma nova ferramenta de rastreabilidade de hortifrutigranjeiros no varejo. O programa RAMA é resultado da união entre Associação Gaúcha de Supermercados e a Associação Brasileira do Setor. O programa de monitoramento de frutas, legumes e verduras fomenta as boas práticas agrícolas e de adesão voluntária. Segundo o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, a intenção é garantir a segurança alimentar aos consumidores gaúchos. Ele ainda explica como será feita as análises. “O produtor recebe o resultado, o supermercado e a gestora também recebe o resultado. A grande diferença é que se houver alguma inconformidade nas análises, imediatamente o produtor é acionada para apresentar um plano de correção”, diz Milan. O presidente da Agas, Antônio Cesar Longo, ressaltou que o programa é mais uma ação para garantir a qualidade dos hortifrutigranjeiros comercializados nos supermercados do Estado: “É que toda a cadeia tenha essa consciência de seguir normas e regras, acreditamos que o setor pode contar com uma parceira, os custos estão acessíveis e nosso objetivo é que todos os supermercados possam ter produtos rastreados”. Segundo dados da Abras, a participação dos hortifrútis em 2016 representa 9,1% no faturamento do setor. No mesmo ano 1,2 milhão toneladas de frutas, legumes e verduras foram rastreadas. Segundo a Abras, o objetivo é fechar o ano com um incremento de 6,5%. Fonte: Band.com.br

Agas lança programa para monitorar uso de agrotóxicos em alimentos nos supermercados

Com o objetivo de rastrear e monitorar o uso de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes nos supermercados, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lançaram nesta quarta-feira o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama).

O presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, disse que o programa vai buscar a qualificação de mais de 250 produtores rurais. “Os supermercados sabem comprar e vender, mas não sabemos produzir e nem manipular produtos. O nosso objetivo é que toda a cadeia tenha consciência de seguir normas e regras”, destacou. Segundo Longo, a ideia é que todos os supermercados tenham disponibilidade de ter produtos rastreados .

O superintendente da Abras, Márcio Milan, ressaltou que os benefícios do Rama estão na identificação de produtos, regiões e princípios ativos relativos aos problemas de contaminação por resíduos de agrotóxicos identificados pelas análises e no desenvolvimento do setor produtivo por meio de ações de orientação e capacitação de produtores e fornecedores de alimentos perecíveis para diminuição da incidência de contaminações por agrotóxicos nos produtos.

Conforme Milan, o Rama é um programa de rastreamento e monitoramento de frutas, legumes e verduras idealizado pela Abras, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. “O nosso objetivo é a valorização do produtor, do distribuidor e do supermercado, e claro o aumento da confiança dos consumidores com a entrega de produtos com maior qualidade”, acrescentou.

O projeto incentiva boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores e tem adesão voluntária pelos supermercadistas. As empresas participantes têm acesso a um conjunto de informações que permite a orientação e o desenvolvimento consciente de seus fornecedores para a promoção e a comercialização de alimentos de qualidade.

Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, o Programa Rama está alinhado às estratégias públicas e privadas para o desenvolvimento sustentável da cadeia de abastecimento. “A Agas já está realizando uma série de outras ações em parceria com instituições como o Sebrae/RS, a Ceasa, a Farsul, a Fepagro, a Fetag e o Governo do Estado para aprimorar a cadeia do FLV. Atualmente, mais de 200 produtores rurais que fornecem para o setor no Estado estão participando de um grande programa de qualificação em gestão, através do Programa Juntos para Competir”, lembra.

“O Rama atende a uma necessidade crescente de monitoramento da cadeia de abastecimento, tendo os resíduos de agrotóxicos nos produtos frutas, legumes e verduras como ponto de partida, buscando informações de identificação da origem e o percurso percorrido pelo alimento ao longo da cadeia”, conclui.

O Programa rastreou 618 mil toneladas de alimentos no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016.

Fonte: Sucesso no Campo

Agas Apresenta o Programa Rama no RS

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) lançará, na próxima quarta-feira (25), o Programa Rama no Rio Grande do Sul. Trata-se de um programa de rastreamento e monitoramento de frutas, legumes e verduras idealizado pela Abras, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. A novidade será apresentada às 10h, em coletiva, no Hotel Ritter (Largo Vespasiano Júlio Veppo, 55). Além da Agas, representantes da Ceasa/RS, da Emater/RS e do Senar/RS estarão presentes. Fonte: Portal Giro News

Programa RAMA será lançado na próxima quarta-feira no RS

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), será lançado em Porto Alegre, no próximo dia 25 de outubro, em parceria com a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS). O lançamento acontecerá em coletiva de imprensa, a partir das 10 horas, no hotel Ritter. Na oportunidade, o presidente da AGAS, Antônio Cesa Longo, e o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Márcio Milan, falarão sobre o funcionamento do Programa no estado. Também participarão da coletiva de imprensa representantes da Ceasa/RS, da Emater/RS e do Senar/RS. RAMA O RAMA é um programa de rastreabilidade e monitoramento de frutas, legumes e verduras (FLV) idealizado pela ABRAS, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo RAMA chegou a 1,2 milhão de toneladas. Coletiva – Lançamento do Programa RAMA no RS Quando: 25 de outubro, quarta-feira Horário: 10 horas Local: Hotel Ritter (Largo Vespasiano Júlio Veppo, 55 – Porto Alegre) Redação Portal ABRAS/AGAS Fonte: ACAPS

Programa RAMA é lançado hoje em parceria com a AGAS

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), será lançado em Porto Alegre, no próximo dia 25 de outubro, em parceria com a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS). O lançamento acontecerá em coletiva de imprensa, a partir das 10 horas, no hotel Ritter. Na oportunidade, o presidente da AGAS, Antônio Cesa Longo, e o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Márcio Milan, falarão sobre o funcionamento do Programa no estado. Também participarão da coletiva de imprensa representantes da Ceasa/RS, da Emater/RS e do Senar/RS. RAMA O RAMA é um programa de rastreabilidade e monitoramento de frutas, legumes e verduras (FLV) idealizado pela ABRAS, de adesão voluntária, que fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo RAMA chegou a 1,2 milhão de toneladas. Coletiva – Lançamento do Programa RAMA no RS Quando: 25 de outubro, quarta-feira Horário: 10 horas Local: Hotel Ritter (Largo Vespasiano Júlio Veppo, 55 – Porto Alegre) Redação Portal ABRAS/AGAS Clique aqui e veja mais notícias

Especial FLV – Cortar o mal pela raiz

A raiz do desperdício na cadeia de abastecimento de frutas, legumes e verduras (FLVs) está em sua natureza perecível que faz com que itens não considerados frescos sejam desprezados e descartados. Mas as perdas estão emaranhadas em cada etapa: produção, pós-colheita, armazenagem, transporte processamento e distribuição. Assim, além de garantir que frutas e hortaliças conservem as mesmas características desde o campo até os lares, a cadeia de abastecimento de FLVs tem como desafio minimizar e combater perdas e desperdício que são responsáveis por impactos econômicos, sociais e ambientais. Mas como fazer isso? O primeiro passo é identificar e mapear as causas das perdas e desperdícios. Na sequência, buscar formas de estancá-las, a partir de boas práticas já consagradas. E, por fim, buscar novas soluções, se necessário. “Inicialmente, os supermercados estavam mais preocupados em tratar da questão das perdas com FLVs. No entanto, com o passar dos anos e em virtude de acordos internacionais assinados pelo Brasil, perdas e desperdício tomaram uma dimensão transversal e global envolvendo outros agentes da cadeia ligados diretamente ou indiretamente a essas questões”, afirma o superintendente da Abras e coordenador do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), Marcio Milan. Para se ter ideia da importância dos hortifrútis para os supermercados, a participação deles, no faturamento do setor, em 2016, foi de 9,1%, quase R$ 31 bilhões. Segundo Milan, antes de mais nada, é necessário diferenciar os dois conceitos (perdas e desperdícios) e identificar em quais etapas da cadeia eles ocorrem. “Perda é tudo aquilo que é produzido e perdido ao longo da cadeia e está mais concentrada em produção, pós colheita, armazenagem, transporte, processamento e distribuição. Já desperdício é tudo aquilo que tem valor nutricional, mas é perdido ou descartado [geralmente por desconhecimento] e envolve mais varejo, serviços [restaurantes, lanchonetes, etc.] e consumidor.” Dessa forma, o superintendente da Abras alerta que combater perdas e desperdício vai além de prevenir prejuízos financeiros, previne também prejuízos sociais, ambientais e nutricionais. Em última análise, é uma forma de garantir que pessoas com dificuldade de acesso à alimentação não deixem de se alimentar por falhas operacionais na cadeia de abastecimento ou, mesmo, porque ignoram o que pode ou não servir de alimento. Nesse ponto, está-se tratando de segurança do alimento e de segurança alimentar. E qual seria a diferença? O alimento seguro é aquele que está isento de contaminantes biológicos, físicos e químicos e, portanto, é adequado para o consumo. Já o termo segurança alimentar diz respeito à adoção de políticas públicas para ampliar, por que não universalizar, o acesso da população aos alimentos, em quantidade e qualidade adequadas. Segundo dados da Embrapa Hortaliças, a cada dez quilos de alimentos que vão para o lixo, são necessários outros dez para suprir a demanda de mercado, o que significa que o desperdício dobra o uso de recursos necessários para a produção agrícola, entre os quais a água. Além disso, geram um impacto ambiental direto: a produção de gás metano, por exemplo, que, embora menos famoso, é muito mais potente que o dióxido de carbono em termos de contribuição para o efeito estufa. Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) revelam que o mundo descarta, aproximadamente, um terço do alimento produzido globalmente, ou seja, 1,3 bilhão de toneladas anuais. No caso de países latino-americanos, estima-se que 28% dos alimentos que chegam ao final da cadeia são desperdiçados. Em países de renda mais elevada, o grande vilão do desperdício é o consumidor. Já naqueles com renda menos elevada, as perdas no início da cadeia de alimento são mais comuns devido ao baixo aporte tecnológico no manejo das lavouras, carência de estrutura para estocagem da produção e infraestrutura inadequada para escoamento/transporte das safras. Produção Segundo dados da Embrapa, no Brasil, as perdas tendem a ser elevadas desde o manejo da lavoura, passando pelo pós-colheita, chegando até o varejo e o consumidor. Na primeira etapa, os problemas derivam de colheita inapropriada, ataque de pragas, doenças e desastres naturais. Já as perdas pós-colheita podem ser classificadas como fisiológicas (amadurecimento), por injúria mecânica (armazenamento em caixas inadequadas) ou fitopatológicas (ataque por microrganismos). Elas decorrem, dentre outros fatores, de desconhecimento de técnicas de manuseio, armazenamento inadequado, falta de refrigeração, falhas na exposição nas gôndolas, excesso de manipulação dos produtos pelos consumidores e uso de embalagens inadequadas. O manuseio após a colheita, quando feito de forma inadequada, é considerado um dos pontos mais sensíveis por gerar danos físicos e deteriorações fisiológicas e patológicas. Além disso, a exposição ao sol e a utilização de caixas sujas contribuem para uma deterioração mais rápida, assim como danos na superfície do produto que abrem uma via de contaminação por microrganismos. Em geral, essas situações aceleram a degradação de compostos importantes para a qualidade sensorial e aceleram o metabolismo da hortaliça, que estraga mais depressa. Diante disso, muitos FLVs chegam às bancas machucados, murchos e até contaminados, ampliando as chances de desperdício. Todavia, é importante destacar que FLVs esteticamente feios não necessariamente estão impróprios para o consumo. Clique aqui e veja a matéria “Perfeito é não desperdiçar”, completa na edição de setembro da Revista SuperHiper. Clique aqui e veja mais notícias

4 tecnologias que tornam o agronegócio mais eficiente e lucrativo

Por Lucas Agrela São Paulo – A tecnologia tem um importante papel no agronegócio: ajudar os produtores rurais a ser mais eficientes, a atuar em conformidade com a legislação e a ganhar mais dinheiro. Startups brasileiras já fazem isso com drones, ácaros e inteligência artificial. No EXAME Fórum Agronegócio, quatro startups apresentaram suas iniciativas para o setor. A Horus Aeronaves utiliza drones para mapear fazendas e plantações. A premissa é encontrar problemas nas imagens, que são analisadas com inteligência computacional, e oferecer relatórios com as possíveis soluções. Em plantações de cana, por exemplo, os agricultores podem encontrar falhas e saber quanto devem investir para corrigi-las ou o quanto irão perder de dinheiro por conta disso. Outra aplicação é para o gado. Os drones sobrevoam as fazendas para determinar a quantidade de proteína animal e sugerir a suplementação de ração necessária para aumentar a qualidade da produção. “Desenvolvemos tecnologia de ponta para que o agricultor tenha tudo na palma da mão”, disse Fabrício Hertz, CEO da Horus Aeronaves. Para o controle de pragas, a Promip, que tem sede em Engenheiro Coelho (região de Campinas, em SP), foi a pioneira no desenvolvimento de macrobiológicos. Ácaros são produzidos e comercializados a produtores rurais para manter a qualidade das plantações e evitar perdas. Em 2014, a Promip recebeu um aporte de 4 milhões de reais do Fundo de Inovação Paulista. No ano seguinte, comprou a Insecta Agentes Biológicos e levou sua estrutura de Lavras (MG) para Engenheiro Coelho. Com a compra, a empresa passou a produzir também microvespas para ajudar no controle de pragas, informou Marcelo Poletti, diretor geral da Promip. Já a PariPassu monitora a produção de hortaliças para detectar se os agrotóxicos estão em conformidade com a legislação. Ela rastreia os alimentos da plantação até o supermercado, sendo responsável pela gestão técnica do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, um programa de adesão voluntária da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Como uma espécie de Google Maps para a agricultura, a AgroTools tem mapeamento de propriedades rurais. São mais de 3,8 milhões de propriedades mapeadas do total de 5,5 milhões do país. A empresa é comandada por Fernando Martins, que foi CEO da Intel Brasil por cinco anos. Por meio de uma parceria com a Serasa, ela positiva ou negativa as produções. Além disso, a empresa detecta problemas como trabalho escravo e desmatamentos. Segundo Lucas Tuffi, diretor comercial da AgroTools, todos os hambúrgueres exportados para o McDonald’s, por exemplo, passam pela AgroTools para que se confira se a produção está em conformidade com a legislação. Fonte: EXAME Clique aqui e veja mais notícias

RAMA fecha mais um semestre com bons números

FLVs monitorados pelo programa crescem 12% e índice de conformidade, considerando toda a diversidade de amostras e culturas contempladas, também, chegando a 77% rama A quantidade de frutas, legumes e verduras (FLVs), sob o alcance do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), cresceu 12% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2016. O RAMA visa garantir que os hortifrútis comercializados pelos supermercados atendam as especificações legais sobre o uso de defensivos na produção dessas culturas. De quebra, contribui para a melhoria contínua da qualidade dos produtos e de seu trânsito ao longo da cadeia de abastecimento. Segundo os dados anunciados, no dia 24 de agosto, pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), entidade que concebeu e está à frente do RAMA, e pela PariPassu, responsável pela sua gestão técnica do programa, foram 618,4 mil toneladas de hortifrútis rastreados no primeiro semestre de 2017 e 542,5 mil no mesmo período em 2016. “Os resultados positivos do RAMA se devem ao fato de ele congregar três atributos que, a meu ver, são essenciais para o sucesso de qualquer ação: educação, transparência e comunicação. No programa, nosso trabalho se guia por esses princípios. Estamos contribuindo para educar, paulatinamente, toda a cadeia, discutindo temas relevantes com muita transparência e comunicando, a todos, os aprendizados e resultados que temos obtido”, disse o superintendente da Abras, Marcio Milan. A apresentação do balanço do RAMA, relativo ao primeiro semestre de 2017, ocorreu por meio de coletiva de imprensa realizada na Associação Paulista de Supermercados (Apas) e pouco antes do início do evento PMA Fresh Connections, organizado pelo Produce Marketing Association (PMA), entidade de comércio que representa empresas da cadeia de hortifrúti em todo mundo. Amostra representativa Para mostrar a representatividade da amostra do RAMA, o sócio e diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, salientou que as empresas varejistas que fazem parte do programa — cuja a adesão é voluntária, vale lembrar — e que compram os produtos rastreados somam receita anual de R$ 70,4 bilhões, cerca de 21% do faturamento de todo o setor supermercadista em 2016. Em lojas, está-se falando de mais de 800 unidades, cuja operação mobiliza 146 mil trabalhadores, diretamente empregados. “Considerando os últimos quatro anos, os FLVs elevaram de 6,4% para 9,1% sua importância nas vendas dos supermercados brasileiros”, afirmou Buso, segundo quem, também, em 2016, as empresas que fazem parte do RAMA extraíram, dos hortifrútis, parcela mais significativa de suas vendas (10,5%) do que a média das companhias do setor. “É interessante, ainda, ver como as empresas que têm maior participação do FLV em suas vendas elevaram seus faturamentos globais acima da média [12,2% contra 7,3%].” Não sem razão, completa Marcio Milan, 79% das empresas do Ranking Abras/SuperHiper consideram a seção de FLV muito importante para seu lucro. Conforme e inconforme Tão importante quanto a quantidade de hortifrútis rastreados e analisados pelo programa são o resultado das análises e a evolução da qualidade dos itens e, nesse sentido, o RAMA também traz boas notícias. Mesmo aumentando consideravelmente a amostra semestre a semestre, o índice de conformidade saiu de 63% no primeiro semestre de 2014 para 77% no mesmo período deste ano. De acordo com Milan e Buso, esse resultado é fruto da maior integração entre os elos cadeia, proporcionada pelo desenvolvimento do programa que, hoje, monitora produtos em quase todo o Brasil. Por meio do RAMA, identifica-se em quais regiões as amostras dos produtos apresentam mais problemas e, a partir desse dado, levanta-se a origem e se faz o caminho do FLV, de trás para frente, para ver o que pode e precisa ser melhorado para impedir novas inconformidades. “O trabalho é de toda a cadeia de abastecimento. Quando se fala em inconformidade, não necessariamente significa que haja produtos com excesso de defensivos. Um produto também é considerado inconforme quando o defensivo usado não foi catalogado pelos órgãos públicos competentes ligados ao Mapa [Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]”, diz Milan. Nesse caso, muitas vezes, o produtor usa defensivos mais modernos e mais seguros que outros, mas, por não estarem catalogados, o uso não é autorizado. “Por isso, o trabalho do Mapa é muito importante para melhorar os resultados do RAMA a partir do momento que aumenta o número de registros de novos defensivos.” Na lista de produtos monitorados pelo programa, no primeiro semestre de 2017, Buso destaca os tomates, bananas, uvas, alfaces, pimentões e cenouras, que somaram mais de 100 amostras em todo o País, enfatizando que, muitas dessas culturas, que já foram as mais problemáticas do País, cada vez mais mostram números positivos, ou seja, em conformidade. Fonte: Revista SuperHiper edição Agosto/2017 Clique aqui e veja mais notícias

Supermercados: Cresce controle de resíduos em alimentos

O volume de frutas, legumes e verduras rastreado pelo rama, programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, cresceu 12% no primeiro semestre. Outra boa notícia é que o índice de conformidade desses produtos em relação aos níveis de resíduos químicos também cresceu quase 7% no período. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24), em um evento na capital paulista. Acompanhe. Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: Terra Viva (Band) Clique aqui e veja mais notícias

Dois em cada dez alimentos naturais vendidos em supermercado têm mais agrotóxicos do que o permitido.

Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: TV Brasil Clique aqui e veja mais notícias

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Fonte: Blog CMS contabilidade

Rastreamento de FlV avança 12% no semestre

Na quinta-feira (24/08) foi realizada, na sede da APAS, zona oeste de São Paulo, uma coletiva para a divulgação dos dados coletados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), referentes ao primeiro semestre de 2017. O programa consiste no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), com foco no controle de quantidade e qualidade de agrotóxicos utilizados desde a produção até o ponto de venda, e conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o RAMA rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras nos primeiros seis meses de 2017, o que representa avanço de 12% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2016, a soma do total de FLV rastreado atingiu a marca de 1,2 milhão de toneladas. Segundo o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um crescimento de aproximadamente 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimentos do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, afirmou Milan. De janeiro a junho deste ano, o RAMA registrou melhoria de quase 7% em relação à redução dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras vendidos pelos supermercados participantes do Programa em relação ao mesmo período de 2016. A conformidade desses resíduos, no primeiro semestre de 2017, foi de 77%. No ano passado, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. Na ponta do lápis, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, no último ano, foi de 9,1%, totalizando cerca de R$ 30,8 bilhões. Quando o foco são os estabelecimentos que participam do programa, a soma ficou em torno dos R$ 70,4 bilhões em 2016 e a média do FLV atingiu os 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. E a tendência é a de que esses números cresçam ainda mais, já que as vantagens para os supermercadistas são inúmeras e a soma de redes varejistas avançou 4,5%, totalizando 46 redes registradas no programa. Esse número representa 20% de toda a venda de FLV realizada no país. “São várias as vantagens, mas a principal delas é que você consegue, a partir de um produto que satisfaz a necessidade do cliente, saber exatamente a origem dele. Por outro lado, de repente, ele tem na gôndola três fornecedores de tomate, e desses três, um está dando algum tipo de problema. Uma vez que ele conseguiu monitorar, ele vai entender a origem desse produto com problema e atacar a causa diretamente. Essa é a principal vantagem para o varejista. Isso serve para ele reconhecer o bom fornecedor, o que acaba ajudando-o a reduzir quebra, porque um produto bom vai vender rápido, um produto com problemas, além de ele vender menos, vai gerar quebra na gôndola”, analisou o diretor-presidente da produtora Trebeschi, Edson Trebeschi. Outro ponto positivo ressaltado na coletiva foi o fato do bem-estar do consumidor. “O varejista consegue garantir que aquele alimento que o consumidor está levando é seguro, e que está dentro dos limites permitidos da legislação. E o alimento que está dentro dos limites não causa nenhum dano à saúde. Eles são produtos de consumo diário, em que o cliente consome mais do que outros tipos de produtos e que se a qualidade não estiver segura, ao longo do tempo, poderá apresentar um problema na saúde do cliente”, concluiu Milan. Fonte: Ovos Natal

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Renast Online

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

São Paulo – A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Fonte: Prosper

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Fonte: Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG)

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Agri 1

Programa de rastreamento de alimentos desenvolvido em SC avança no país

Um trabalho que começou com a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) em parceria com a startup Pari-Passu avança no Brasil. Denominado Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) é desenvolvido pela Associação Brasileira de Supermercados. No primeiro semestre deste ano, rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras, 12% mais frente ao mesmo período de 2016. Fonte: Diário Catarinense

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: GS Notícias

Supermercados: Cresce controle de resíduos em alimentos

O volume de frutas, legumes e verduras rastreado pelo rama, programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, cresceu 12% no primeiro semestre. Outra boa notícia é que o índice de conformidade desses produtos em relação aos níveis de resíduos químicos também cresceu quase 7% no período. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24), em um evento na capital paulista. Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: UOL

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Valor Econômico Clique aqui e veja mais notícias

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

Programa criado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para monitorar resíduos em frutas, legumes e verduras rastreou 618 milhões de toneladas de produtos no 1º semestre São Paulo – A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Marcela Caetano Fonte: DCI São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

Rastreamento de FLV avança 12% no semestre

Na quinta-feira (24/08) foi realizada, na sede da APAS, zona oeste de São Paulo, uma coletiva para a divulgação dos dados coletados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), referentes ao primeiro semestre de 2017. O programa consiste no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), com foco no controle de quantidade e qualidade de agrotóxicos utilizados desde a produção até o ponto de venda, e conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o RAMA rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras nos primeiros seis meses de 2017, o que representa avanço de 12% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2016, a soma do total de FLV rastreado atingiu a marca de 1,2 milhão de toneladas. Segundo o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um crescimento de aproximadamente 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimentos do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, afirmou Milan. De janeiro a junho deste ano, o RAMA registrou melhoria de quase 7% em relação à redução dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras vendidos pelos supermercados participantes do Programa em relação ao mesmo período de 2016. A conformidade desses resíduos, no primeiro semestre de 2017, foi de 77%. No ano passado, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. Na ponta do lápis, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, no último ano, foi de 9,1%, totalizando cerca de R$ 30,8 bilhões. Quando o foco são os estabelecimentos que participam do programa, a soma ficou em torno dos R$ 70,4 bilhões em 2016 e a média do FLV atingiu os 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. E a tendência é a de que esses números cresçam ainda mais, já que as vantagens para os supermercadistas são inúmeras e a soma de redes varejistas avançou 4,5%, totalizando 46 redes registradas no programa. Esse número representa 20% de toda a venda de FLV realizada no país. “São várias as vantagens, mas a principal delas é que você consegue, a partir de um produto que satisfaz a necessidade do cliente, saber exatamente a origem dele. Por outro lado, de repente, ele tem na gôndola três fornecedores de tomate, e desses três, um está dando algum tipo de problema. Uma vez que ele conseguiu monitorar, ele vai entender a origem desse produto com problema e atacar a causa diretamente. Essa é a principal vantagem para o varejista. Isso serve para ele reconhecer o bom fornecedor, o que acaba ajudando-o a reduzir quebra, porque um produto bom vai vender rápido, um produto com problemas, além de ele vender menos, vai gerar quebra na gôndola”, analisou o diretor-presidente da produtora Trebeschi, Edson Trebeschi. Outro ponto positivo ressaltado na coletiva foi o fato do bem-estar do consumidor. “O varejista consegue garantir que aquele alimento que o consumidor está levando é seguro, e que está dentro dos limites permitidos da legislação. E o alimento que está dentro dos limites não causa nenhum dano à saúde. Eles são produtos de consumo diário, em que o cliente consome mais do que outros tipos de produtos e que se a qualidade não estiver segura, ao longo do tempo, poderá apresentar um problema na saúde do cliente”, concluiu Milan. Fonte: SuperVarejo

ABRAS: volume de FLV rastreado cresceu 12% no semestre com o Programa RAMA

Em coletiva de imprensa realizada na Sede da APAS, em São Paulo, a ABRAS divulgou o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), que rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2017, o montante de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, destacou que o objetivo é fechar o ano com aumento de cerca de 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. Desta forma, supermercadistas, fornecedores e produtores percebem de forma crescente a importância do RAMA, sendo referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, o que garante maior segurança à população”. Segundo dados da ABRAS, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. PMA Fresh Connections no ESPAÇO APAS Ainda no dia 24 de agosto, o Centro de Convenções da APAS sediou o PMA Fresh Connections, evento que reúne diversos segmentos da cadeia de FLV. O PMA Fresh Connections é realizado pela Produce Marketing Association (PMA), Associação de empresas de produtos agrícolas frescos e flores, que organiza o evento em várias partes do mundo. Mais informações sobre o evento: http://www.pmafreshconnections.com.br/2017/. Fonte: Apas

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na manhã de hoje (24), em coletiva de imprensa, em São Paulo. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Fonte: Acaps

Programa Rama: rastreamento de frutas, legumes e verduras cresce 12% no 1º semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. rama No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O Rama traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. CONFORMIDADES O Programa Rama registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV NO FATURAMENTO Em 2016, a participação do FLV no faturamento dos supermercados foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do Rama, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado nos últimos 12 meses (de julho de 2016 a junho de 2017), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras, e -5,93% para as frutas. PARTICIPAÇÃO Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do Rama representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking Abras 2017. REDUÇÃO DE DESPERDÍCIO Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa Rama envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. TECNOLOGIA AVANÇADA Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa Rama é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes por meio do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa Rama tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1 – Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2 – Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3 – Reduzir o desperdício doFLV para 5,1%; 4 – Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5 – Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da Abras. NÚMEROS – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho de 2017); – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais; – 95 produtos monitorados, com análises realizadas; – Total de 20 Estados brasileiros com coletas de amostras realizadas; – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até junho de 2017. O Programa Rama conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). ADESÕES O primeiro estado a implantar o Rama foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o Rama foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do Rama em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Para mais informações, acesse www.abras.com.br/rama. Fonte: Abras com edição da equipe d’A Lavoura – Sociedade Nacional da Agricultura

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na manhã de hoje (24), em coletiva de imprensa, em São Paulo. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. MARCIO Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. GERAL Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

Volume de FLV rastreado cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama ABRAS A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 87,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 338,7 bilhões (Ranking ABRAS 2017), o setor supermercadista no País representa 5,4% do PIB e gera mais de 1,8 milhão de empregos diretos no País. Fonte: Acats

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades — O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento — A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação — Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício— Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação — Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 — O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística. 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números: . 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). . Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. . 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). . Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. . Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões — O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. |www.abras.com.br/rama A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 87,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 338,7 bilhões (Ranking ABRAS 2017), o setor supermercadista no País representa 5,4% do PIB e gera mais de 1,8 milhão de empregos diretos no País. Fonte: Portal Fator Brasil

Volume de FLV pesquisado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

Nesta semana, a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), revelou os novos dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). O volume de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), foi de 618 mil toneladas, no primeiro semestre de 2.017, acima 12% considerado o mesmo período do ano passado. Em 2.016, o total de FLV rastreado foi de 1,2 milhão de toneladas e de acordo com Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, a intenção é encerrar o ano com um aumento de 6,5% deste resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Saiba mais sobre o RAMA no site oficial www.abras.com.br/rama – destacando que 46 empresas (redes) de varejistas estão cadastradas no programa. Fonte: Top RG- Blogspot

Volume de FLV pesquisado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

Nesta semana, a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), revelou os novos dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). O volume de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), foi de 618 mil toneladas, no primeiro semestre de 2.017, acima 12% considerado o mesmo período do ano passado. Em 2.016, o total de FLV rastreado foi de 1,2 milhão de toneladas e de acordo com Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, a intenção é encerrar o ano com um aumento de 6,5% deste resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Saiba mais sobre o RAMA no site oficial www.abras.com.br/rama – destacando que 46 empresas (redes) de varejistas estão cadastradas no programa. Fonte: Gazeta da Semana

Volume de FLV rastreado no programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na quinta-feira (24), pela Abras. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades – O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento – A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação – Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício – Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação – Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões – O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Fonte: Amas

ABRAS: Volume de FLV rastreado cresceu 12% no semestre com o programa RAMA

Em coletiva de imprensa realizada na Sede da APAS, em São Paulo, a ABRAS divulgou o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), que rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2017, o montante de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, destacou que o objetivo é fechar o ano com aumento de cerca de 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. Desta forma, supermercadistas, fornecedores e produtores percebem de forma crescente a importância do RAMA, sendo referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, o que garante maior segurança à população”. Segundo dados da ABRAS, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. PMA Fresh Connections no ESPAÇO APAS Ainda no dia 24 de agosto, o Centro de Convenções da APAS sediou o PMA Fresh Connections, evento que reúne diversos segmentos da cadeia de FLV. O PMA Fresh Connections é realizado pela Produce Marketing Association (PMA), Associação de empresas de produtos agrícolas frescos e flores, que organiza o evento em várias partes do mundo. Mais informações sobre o evento: http://www.pmafreshconnections.com.br/2017/. APAS Fonte: Asmat

Volume de FLV rastreado no Programa Rama cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O Rama traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades O Programa Rama registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do Rama representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking Abras 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa Rama é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. Rama 2020 O Programa Rama tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking Abras; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da Abras. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho de 2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até junho de 2017. O Programa Rama conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fonte: Agos

ABRAS divulga balanço semestral de controle de agrotóxicos em FLV

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no próximo dia 24/8, às 10h, em coletiva de imprensa, na sede da APAS, o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). Na oportunidade, serão apresentados dados inéditos sobre os avanços do controle de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre no País, a evolução da participação do FLV no faturamento dos supermercados e os resultados das perdas na seção FLV no autosserviço. A coletiva acontece durante Conferência Internacional do PMA (Produce Marketing Association), uma entidade global que representa cerca de 2.800 empresas de todos os segmentos da cadeia da produção de frutas, vegetais e flores. O evento reunirá palestrantes nacionais e internacionais, especialistas de órgãos governamentais, entidades de classe e produtores, para debater a segurança do alimento, desperdício, novas tecnologias em FLV, entre outros temas. É necessário confirmação da presença até o dia 23/8. Balanço semestral RAMA Dia: 24 de agosto Horário: 10 horas Local: Sede da Associação Paulista de Supermercados (APAS) – sala Líbano – Rua Pio XI, 1200 – Alto da Lapa, São Paulo – SP. Assessoria de Comunicação da ABRAS Natalia Lima – natalia@abras.com.br – (11) 3838-4584/9 8122-4501 Elisângela Vieira – elisangela@abras.com.br – (11) 3838-4509

Produtos saudáveis movimentaram R$ 30,8 bilhões em um ano em supermercados

O brasileiro está consumindo mais frutas, verduras e legumes (FLV) a cada ano. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentado na manhã desta terça-feira (08/8), no Broccoli Consumption Conference, em Atibaia (SP), a demanda por produtos mais saudáveis foi responsável por movimentar R$ 30,8 bilhões no ano passado. 27,7 milhões de consumidores por dia frequentam supermercados no Brasil. De acordo com o estudo, esse valor representa que a categoria FLV representou 9,1% de tudo o que o consumidor comprou nos supermercados durante o ano de 2016 (em 2012, esse índice era de 6,4%). “O varejo muda o tempo todo e a saudabilidade é uma tendência que está aumentando bastante”, explicou Marcio Milan, superintendente da Abras. Segundo ele, outro fator alavancador desse nicho de mercado é o aumento da população idosa, um público específico que consome mais FLV nos supermercados. “Eles têm hábitos muito relevantes ao varejo”. Milan ressaltou que os empresários e comerciantes que atuam na ponta final da cadeia, deveriam conhecer mais a produção agrícola, entender as etapas de toda a produção para direcionar melhor o produto ao consumidor final. “Existiria um potencial ainda maior para ser explorado se houvesse mais investimento em educação, comunicação e transparência”, disse o executivo. O executivo explica que o consumo no Brasil está mudando bastante e a forma de consumir também. “Além de produtos mais saudáveis, os consumidores estão deixando de ir aos hipermercados para frequentar as lojas da vizinhança, que oferecem os mesmos produtos, com mais comodidade”, diz ele citando produtos selecionados, já higienizados, embalagens que facilitam o manuseio pós-compra, etc. Fonte: Globo Rural Clique aqui e veja mais notícias

Setor de sementes de hortaliças avança 12%

Uberlândia (MG) – O mercado brasileiro de sementes para hortaliças deve crescer 12% em 2017 sobre o ano passado, estima o gerente nacional de vendas Brasil da Bayer, Paulo Cláudio Tomaseto Jr. Em 2016, o setor movimentou R$ 800 milhões. “Acreditamos muito nesse mercado”, afirma ele, nesta terça-feira (1º) ao DCI, após inauguração de uma estação pesquisa para melhoramento genético de hortaliça, em Uberlândia (MG). A unidade tem como foco seis culturas no Brasil e América Latina: tomate, cebola, melancia, cenoura, melão e folhosas. Juntas elas respondem por 60% do mercado de hortaliças brasileiro. “É um mercado que, se compararmos ao de grandes commodities ainda tem muito para se desenvolver”, avalia. Isso se reflete não apenas nas possibilidades de aumento do consumo de hortaliças no País, que é de 27, 8 quilos por habitante ao ano, sem contar alho e batata, mas também no espaço que existe para inovação em variedades. “Grande parte do nosso foco em melhoramento para hortaliças é a resistência a doenças e pragas no clima tropical”, explica o diretor de pesquisa de Sementes de Hortaliças e Vegetais da Bayer, Ailton Ribeiro. Outro exemplo é a mecanização. Hoje, 85% da produção vem da agricultura familiar e com predominante mão-de-obra manual. “É preciso criar variedades adaptadas ao clima tropical e que permitam a mecanização”, destaca Ribeiro. A partir da unidade de Uberlândia a empresa deve lançar novas variedades de cebola e melancia nos próximos quatro anos e de cenoura em oito anos. Mercado mundial “Para o segmento de hortaliças e vegetais da Bayer, o Brasil é muito importante. Ainda somos pequenos no País, mas o potencial de crescimento é muito grande”, diz o diretor global da Unidade de Sementes de Hortaliças e Vegetais da Bayer, Joachim Schneider. Na área de sementes de hortaliças a Bayer faturou 428 milhões de euros em 2016, sendo que a América Latina respondeu por 12,3%. No ano passado, as vendas globais da companhia somaram 46,3 bilhões de euros, enquanto o mercado mundial de sementes para hortaliças movimenta anualmente, em média, 3,4 bilhões de euros. Fonte: DCI São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS e MAPA se unem para discutir programa de Compliance e segurança alimentar

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, e o diretor de Relações Institucionais da entidade, Alexandre Seabra, se reuniram ontem (27), em Brasília, com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, para discutir proposta do Mapa de campanha conjunta nos supermercados de todo o País com o objetivo de garantir a segurança alimentar da população. Na oportunidade, também foi discutida a possibilidade de parceria e adesão da ABRAS no programa de Compliance do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que busca implementar e aprimorar mecanismos de prevenção, detecção e remediação de fraudes, irregularidades e desvios de conduta no agronegócio brasileiro. (Clique aqui e saiba mais). 7430 Do Mapa, também participaram da reunião o secretário executivo Eumar Novacki, o chefe da Assessoria de Comunicação, Ronaldo Clay, e a coordenadora de Comunicação, Paola Le Gargasson Coimbra. Redação Portal ABRAS/MAPA Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS participa de painel sobre desperdício de alimentos

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou do painel Desperdício de Alimentos no Brasil e no Mundo, do 1° Fórum Mitos & Fatos: Alimentação do Futuro, realizado pela Jovem Pan, no dia 30/5, em São Paulo. Na oportunidade Milan falou das perdas na seção de Frutas, Legumes e Verduras (FLV) nos supermercados, e ressaltou a importância do autosserviço no abastecimento da população brasileira. Clique aqui e confira na íntegra o painel Desperdício de Alimentos no Brasil e no Mundo. Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS participa de reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

 

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou no dia 18/5, em Brasília, da 1ª Reunião Plenária Ordinária da gestão 2017/2019 do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), no Auditório do Anexo I da Presidência da República. A abertura do evento, foi conduzida pelo ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Osmar Gasparini Terra, que é também secretário-geral do Consea. Na oportunidade, aconteceu a apresentação do balanço do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan) e a indicação dos conselheiros para a presidência do Consea. Início A primeira reunião plenária do Consea começou no dia 16/5, e contou com a apresentação dos conselheiros da sociedade civil e do governo da nova gestão, que receberam orientações sobre o funcionamento do Consea. No dia 17/5, os participantes discutiram as prioridades da agenda do Conselho para os próximos anos. Consea e ABRAS O superintendente da ABRAS, Marcio Milan, é titular do Consea desde 13 de abril deste ano. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) é um órgão de assessoramento ligado à Presidência da República, que integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). É responsável por propor à Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) as diretrizes e prioridades da Política e do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, com base nas deliberações das Conferências Nacionais de Segurança Alimentar e Nutricional, dentre outras atribuições.   Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

Índice de contaminação por agrotóxicos diminui nos supermercados, revela Abras

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) constatou que 73% dos hortifrutis vendidos em 44 redes varejistas de todo o País estavam dentro da “conformidade”. Isso significa que três em cada quatro frutas, verduras ou legumes apresentaram resíduos de agrotóxicos dentro dos limites aceitos pela Anvisa.

Os dados de 2016 são melhores que os de 2015, que apontaram apenas 66% de “conformidade”. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes, contra apenas um milhão em 2015. O monitoramento abrange 20,5% das vendas totais de hortifrutis no Brasil. São monitorados 81 produtos.

 Peixe sem burocracia

O Governo do Estado anunciou, no final de fevereiro, medidas para incentivar a criação de peixes em cativeiro. Agora, o produtor poderá emitir por conta própria a Declaração de Conformidade da Atividade Agropecuária para a aqüicultura. Na prática, isso dispensa o licenciamento ambiental prévio para pequenos produtores.

Estados do Sul querem…

Depois de conquistar o mundo com suínos e frangos, maçã e vinho, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná querem invadir o mercado global do leite de qualidade e derivados. Após flagrantes de adulteração e dezenas de prisões, os três estados mudaram a forma de remunerar o produtor.

 …dominar mercado…

Com isso, o pecuarista deixou de receber pelo número de litros que entrega ao laticínio e passou a ser remunerado pela quantidade de proteínas e gordura no leite, ou seja, não vale mais a pena despejar água na leiteira que vai para a indústria. Resultado: o Sul já produz 60% de todo o leite brasileiro e atrai empresas de fora.

 …mundial de lácteos Em fevereiro, um grande laticínio anunciou que trocará Goiás por Santa Catarina, num processo de atração semelhante ao da indústria da pesca nos anos de 1990. SC é o quinto maior produtor de alimentos, mesmo ocupando só 1,13% do País.

Páscoa magra A Associação Brasileira da Indústria de Chocolate prevê uma produção de 58 milhões de ovos de Páscoa neste ano, sem nenhum crescimento em relação a 2016. Motivos: desemprego e crise econômica, somados à queda na safra brasileira de cacau, que teve quebra de 30% devido à seca que afetou lavouras da Bahia.

Filosofia do campo: “Sertão é isto: o senhor empurra para trás, mas de repente ele volta a rodear o senhor dos lados. Sertão é quando menos se espera. Sertão é o sozinho. Sertão é dentro da gente”, João Guimarães Rosa (1908/1967), escritor mineiro, in ‘Grande Sertão: Veredas’.

Fonte: Gazeta de São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

Entidades e Ministério da Agricultura unem-se em favor da segurança dos alimentos e do consumidor

 

 
Reunião na sede da GS1 Brasil, em São Paulo
A conscientização para o uso consciente e controlado de defensivos agrícolas para que o país tenha uma produção de alimentos mais segura e com condições de rastreabilidade é um dos principais objetivos do acordo de cooperação técnica, assinado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O acordo ganha força com a participação de entidades interessadas no mesmo propósito, entre elas Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), Associação Brasileira de Sementes (Abrasem), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Federal de Viçosa e a Paripassu.   Na semana passada, em 23/02, foi realizada uma reunião do Grupo de Trabalho Produção Integrada do Mapa para alinhamento do plano de articulação que envolve as instituições empenhadas em promover a rastreabilidade de alimentos e as boas práticas agrícolas. A reunião foi sediada pela GS1 Brasil, em São Paulo. O objetivo é revisar o plano de ação do Mapa para o plano de Produção Integrada Agropecuária Brasil (PI Brasil), com base nas Normas Técnicas Específicas, e também definir o que será trabalhado no biênio 2017/18. A partir daí, produtores agrícolas terão as premissas para obterem o selo oficial “Brasil Certificado”, que abre as portas para novos mercados de negócios, incluindo exportação. O trabalho de cooperação avançou e uma nova reunião para alinhamento do plano está marcada para 06 de abril próximo, quando serão definidos os próximos passos de ação no campo, com os produtores.   Produção Integrada É um sistema de produção baseado na sustentabilidade, aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, usando instrumentos adequados de monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade de todo o processo, tornando-o economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo. Para que isso seja viável, o plano privilegia capacitação e atualização dos produtores, além do fortalecimento do Programa de Rastreamento e Monitoramento de Agrotóxicos (RAMA) e da Produção Integrada Agropecuária Brasil. Vale lembrar que o programa RAMA é uma iniciativa da Abras.   Vantagens  Possibilita um controle total de todas as etapas da cadeia de suprimentos, fornecendo instrumentos fundamentais para análise e gestão de riscos  A empresa passa a oferecer mais segurança e confiabilidade ao consumidor podendo maximizar seus resultados.  Ao obter certificação de origem e processamento, a empresa pode diferenciar e agregar valor a seus produtos Princípios básicos  A rastreabilidade deve ser aplicada objetivando a rápida identificação e localização de qualquer produto em qualquer elo da cadeia de suprimentos. Para isso, é necessário que todos os parceiros comerciais possuam um padrão único de identificação e comunicação, além de estarem integrados em processos colaborativos, nos quais a informação relevante é trocada continuamente entre os componentes da cadeia  É de responsabilidade de cada empresa gerenciar os links entre o que ela recebeu de seus fornecedores e o que está entregando a seus clientes. Os links também incluem os relacionamentos entre os produtos e suas unidades de transporte e armazenamento  Precisão e rapidez no registro e recuperação dos dados também são dois elementos de referência em qualquer sistema de rastreabilidade. Alguns dados devem ser sistematicamente transmitidos entre os parceiros enquanto outros dados devem ser apenas registrados     Fonte: Assessoria de Comunicação da GS1 Brasil      

ABRAS participa de Fórum do Agronegócio no Paraná

A Sociedade Rural do Paraná e a MMarchiori realizaram ontem (4), o Fórum do Agronegócio, na cidade de Londrina (PR). O evento contou com a participação do superintendente da ABRAS, Marcio Milan, que debateu em painel a cadeia produtiva de alimentos do Brasil e o desafio de alimentar o mundo.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Neri Geller, participou da conferência de abertura do Fórum.

A programação incluiu cinco painéis, sendo dois pela manhã: O Brasil e o desafio de alimentar o mundo, Sustentabilidade e interação na cadeia produtiva: o exemplo do Brasil para o mundo. E mais três durante a tarde: Agricultura, tecnologia e inovação sustentável, O Brasil e a Pecuária Sustentável, e Comunicação entre urbano e o rural: por que não se falam.

 

Participação ABRAS

O superintendente da ABRAS, Márcio Milan, participou do segundo painel do evento, realizado das 11h15 às 12h30, com o tema Sustentabilidade e interação na cadeia produtiva: o exemplo do Brasil para o mundo. Durante a apresentação, Milan falou também do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS

“Eventos como este nos dão a dimensão do que está sendo realizado no Brasil e no mundo na cadeia produtiva de alimentos, e também nos mostra o que ainda precisa ser feito em relação a inovação, tecnologia e sustentabilidade. É gratificante participar do Fórum com diversos elos do agronegócio e ter a oportunidade também de falar do RAMA, este importante programa que contribui para a segurança do alimento no Brasil”,  declara Marcio Milan.

 

Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de Simpósio de Agrotóxicos em Piracicaba

Marcio Milan no Simpósio de Agrotóxicos, em Piracicaba

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Márcio Milan, participa na tarde de hoje (26) do Simpósio de Agrotóxicos: tópicos relevantes e principais desafios, em Piracicaba, interior paulista.

Organizado pelo Pecege/ Esalq*, da Universidade de São Paulo (USP), o evento tem o objetivo de discutir e esclarecer dúvidas relacionadas aos registros de agrotóxicos, resíduo de defensivos agrícolas em alimentos, resistência de pragas aos agrotóxicos, entre outros tópicos.

Durante o evento, Milan fará palestra sobre o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS, e apresentará as próximas metas do programa para 2020 como:

  • Adesão, ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV
  • Aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor
  • Reduzir o desperdício de alimentos em 20% (perdas em FLV)
  • Educação de toda a cadeia produtiva de alimentos
  • Integrar a cadeia por meio de padrões GS1

 

O superintendente falará também da importância da seção de Frutas, Legumes e Verduras (FLV) no autosserviço brasileiro, que representa 9,3% do faturamento anual do setor, além de trazer informações sobre as novas tendências do consumidor brasileiro.

Simpósio de Agrotóxicos: tópicos relevantes e principais desafios acontece até amanhã (27/4), das 8h às 18h, no Anfiteatro da Engenharia, ESALQ/USP, em Piracicaba.

 

*O Pecege – Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – é um grupo de extensão vinculado ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), responsável pela gestão de cursos de especialização (MBAs), capacitação e treinamentos diversos.

Redação Portal ABRAS

 

MAPA e ABRAS se reúnem em São Paulo para tratar da segurança dos alimentos

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) Marcio Milan, se reuniu ontem (12/4) com o coordenador de Produção Integrada Agropecuária da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Helinton Rocha, na sede da ABRAS, em São Paulo, para definir ações do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, que tem o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no País, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil).   A reunião também contou com o executivo de Negócios da GS1 Brasil, Nilson Gasgoni, e com a pesquisadora de Gestão de Qualidade e Segurança do Alimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fagoni Fyer Calegario, além do gerente de Marketing e Eventos ABRAS, Jeferson Moreira, e de Fabiana Alves, da área de sustentabilidade da entidade nacional de supermercados.   Na oportunidade foram discutidas ações de divulgação do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) aos clientes de supermercados do País, e a promoção da origem e qualidade dos alimentos com as ferramentas de gestão de riscos e do selo “Brasil Certificado”, que certifica a qualidade e sustentabilidade dos produtos, e também ações para a capacitação de profissionais da cadeia produtiva.   “A cooperação entre o governo e o setor supermercadista é fundamental no processo de expansão do RAMA, que foi criado em 2012 com o objetivo de monitorar os defensivos agrícolas utilizados na produção de frutas, legumes e verduras. Esta parceria da ABRAS e do MAPA tem o objetivo de garantir a segurança do alimento e a saúde da população”, destaca Marcio Milan.   Programa RAMA O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) foi lançado pela ABRAS em 2011 para rastrear e monitorar frutas, legumes e verduras (FLV). De adesão voluntária, fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. O Programa RAMA está presente em todas as regiões brasileiras, e já atinge 44 varejos, o que representa 20,5% do FLV comercializado no Brasil. Em 2016 o RAMA registrou um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV rastreadas no País.   PI Brasil A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) está focada na adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários de alta qualidade e seguros, mediante a aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras são produzidos no sistema integrado.   Redação Portal ABRAS

Hoje é o dia mundial da agricultura!

Hoje é o dia mundial da agricultura! Uma data muito importante para toda a sociedade.

O setor supermercadista brasileiro, como o maior comercializador de frutas, legumes e verduras no País (60% das vendas), reconhece a grande importância de todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, e os agricultores são fundamentais para a nossa sobrevivência.

É por isso que a Abras, por meio do seu Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), busca a integração dos supermercados e produtores rurais – campo e cidade.

Parabéns a todos que alimentam o mundo!

 

Redação Portal Abras

Mapa e entidades agrícolas orientam sobre uso consciente de defensivos

A conscientização para o uso consciente e controlado de defensivos agrícolas para que o País tenha uma produção de alimentos cada vez mais segura e com condições de rastreabilidade é um dos principais objetivos de acordo de cooperação técnica, celebrado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com participação ainda da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, Associação Brasileira de Sementes (Abrasem), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal de Viçosa e a empresa Paripassu.

Em reunião do Grupo de Trabalho Produção Integrada do Mapa, realizada na GS1 Brasil, em São Paulo (SP), os parceiros discutiram o alinhamento do plano de articulação dedicado a promover a rastreabilidade de alimentos e as boas práticas agrícolas no campo. O objetivo do encontro foi o de revisar a estratégia de ação do Mapa para o plano de Produção Integrada Agropecuária Brasil (PI Brasil), com base nas Normas Técnicas Específicas, bem como definir o que será trabalhado no biênio 2017/18. A partir deste ponto, produtores agrícolas terão as premissas para obterem o selo oficial “Brasil Certificado”, que abre as portas para novos negócios e mercados, dentro e fora do País.

Segundo os parceiros, o trabalho de cooperação avançou e uma nova reunião para alinhamento do plano está marcada para o dia 06 de abril, quando serão definidos os próximos passos de ação no campo, com os produtores rurais. O PI Brasil é um sistema de produção baseado na sustentabilidade, aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, usando instrumentos adequados de monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade de todo o processo.

Fonte: Ambami Noticias

Rastreabilidade de frutas, legumes e verduras passa de 1,2 milhão de toneladas

Por equipe SNA/RJ Ter a garantia da qualidade dos alimentos que chegam às prateleiras dos estabelecimentos comerciais, e depois à mesa das famílias no Brasil, pode ser determinante para o consumidor na hora de optar por uma ou outra marca de produtos. De olho na mudança de comportamento do consumo no país, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreia o caminho percorrido por frutas, legumes e verduras (FLV), desde o campo até o comércio varejista. O desempenho deste setor não poderia ser mais positivo: 1,244 milhão de toneladas de FLV foi rastreado em 2016, em comparação a 1,006 milhão registrado no ano anterior, segundo dados da PariPassu, empresa que realiza a gestão técnica do Rama/Abras. “O Rama teve início em 2011, no Estado de Santa Catarina, por meio da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). É um programa criado pela Abras para rastrear e monitorar o uso de agroquímicos nas frutas, legumes e verduras comercializados nos supermercados”, relata o superintendente da Abras, Marcio Milan, em entrevista à equipe SNA/RJ. Segundo o executivo, atualmente com abrangência nacional, o Rama conta com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV vendidas pelo setor no país. Conforme Milan, o principal objetivo do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento é a segurança dos alimentos: “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”. “Também possibilita, por meio da rastreabilidade dos produtos – cadastro/controle dos produtores/fornecedores –, maior precisão na identificação da origem dos problemas de uso excessivo ou incorreto de agrotóxicos na produção”, acrescenta o superintendente da Abras. “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”, ressalta o superintendente da Associação Brasileira de Supermercados, Marcio Milan. Foto: Divulgação Abras mm-300x197 Desempenho e metas para 2020 Na visão de Milan, os resultados de rastreabilidade de frutas, legumes e verduras, no ano passado, foram muito satisfatórios: “Em 2016, o Rama registrou um crescimento de 23,6% no volume de FLV rastreados, na comparação com igual período de 2015”. Para 2017, ele salienta que o principal foco é trabalhar a educação da cadeia produtiva de frutas, legumes e verduras: “A conscientização da importância da rastreabilidade é fundamental para atingirmos melhores resultados”. Durante o evento “Rama 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos”, realizado em São Paulo, no último dia 22 de fevereiro, foram apresentadas as próximas metas do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos para daqui três anos. São elas: adesão ao Rama de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de frutas, legumes e verduras; aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor; reduzir o desperdício de alimentos em 20% (perdas em FLV); educação de toda cadeia produtiva de alimentos; e integrar a cadeia por meio de padrões GS1 App conecta Desenvolvido pela PariPassu, o rastreamento de frutas, legumes e verduras é realizado pelo aplicativo Conecta, indicado desde 2005 como programa de rastreabilidade e monitoramento da qualidade dos alimentos, ao longo da cadeia produtiva, voltada para atender às demandas da gestão do campo à mesa. Atualmente, a PariPassu é a empresa que realiza a gestão técnica do Programa Rama, da Associação Brasileira de Supermercados. giam “A questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”, ressalta Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu, empresa que realiza da gestão técnica do Rama/Abras. Foto: Divulgação “Todas as soluções que desenvolvemos, foram planejadas para que tanto os gestores e demais agentes da cadeia produtiva, quanto os próprios clientes, possam dispor de informações que garantam a qualidade e a segurança dos produtos rastreados”, destaca o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, em entrevista à equipe SNA/RJ. De acordo com ele, desde a criação da empresa, já foram rastreados mais de sete bilhões de quilos de alimentos, entre frutas, legumes e verduras (FLV): “Esse dado é importante, pois mostra como a questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”. Para mais informações, acesse www.conecta.paripassu.com.br. Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura

Carrefour é premiado pela Abras como uma das redes que melhor rastreou alimentos em 2016

Pelo segundo ano consecutivo, o Carrefour recebeu o ‘Prêmio Rama 2017′ na categoria ‘Destaque do Varejo’, durante a apresentação do segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em São Paulo (SP), o evento debateu os avanços do controle do uso de defensivos agrícolas no país e o Carrefour, signatário do programa desde outubro de 2014, recebeu o reconhecimento pelo amplo monitoramento de fornecedores e pela transparência adotada com os consumidores. Em 2016, o Carrefour rastreou 100% dos itens da sua marca própria, que inclui também os produtos que recebem o selo Garantia de Origem. Em relação aos demais produtos comercializados pela rede, que não inclui a marca Carrefour, a adesão dos fornecedores chegou a 78%. Porém, ao considerar todo o quadro de fornecedores da rede, 82% aderiram ao programa. Como resultado de 420 análises, o índice de conformidade do Carrefour no Rama foi de 76%, percentual superior à média geral do programa. Desenvolvido pela Abras em 2011, em parceria com a empresa Paripassu, o programa Rama promove o rastreamento e monitoramento de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras, garantindo que a aplicação dos mesmos não esteja acima do nível permitido por lei. Com 44 redes varejistas participantes, que juntas concentram 20,5% das vendas totais desses alimentos pelo setor no Brasil, o programa possui dois pilares de atuação: rastreabilidade de todos os fornecedores cadastrados pelas empresas participantes e o monitoramento do nível de agrotóxico nos produtos. No ano passado, foi rastreado pelo programa 1,244 milhão de toneladas de alimentos, volume 23,6% maior em relação a 2015 (1,006 milhão de toneladas), e o índice de conformidade atingiu 73%, superior ao índice de 66% registrado no ano anterior. Atualmente, o Rama monitora e rastreia uma média mensal de 104 mil toneladas de toneladas de frutas, legumes e verduras no Brasil. Os resultados são obtidos por meio de análises técnicas da quantidade de resíduos em amostras coletadas e os dados são disponibilizados por meio de um portal para que produtores/fornecedores e supermercadistas monitorem os produtos continuamente. Além disso, o consumidor pode rastrear os alimentos por meio do QR Code presente nas embalagens ou mesmo do portal do Rama. Desde que passou a integrar o programa, a área de Segurança Alimentar do Carrefour coletou amostras de diversos fornecedores pelo país. Atualmente, todos aqueles que integram a marca própria da rede ou que recebem o selo Garantia de Origem já seguem as diretrizes do Rama. O objetivo da companhia é atingir 100% da sua cadeia de frutas, legumes e verduras. “O uso adequado de defensivos agrícolas é fundamental para garantir a oferta de alimentos de qualidade e seguros, ao mesmo tempo não comprometem a biodiversidade e o bem-estar das comunidades”, destaca Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. “A adesão ao Rama possibilitou à companhia fortalecer ainda mais os processos de controle e rastreabilidade a partir da capacitação dos nossos fornecedores sobre as melhores práticas de produção”, destaca Pianez. Além do Rama, o Carrefour conta com outras ações de controle de qualidade dos produtos vendidos em suas unidades. O programa Garantia de Origem, implantado no Brasil há 15 anos, atesta o compromisso da companhia em acompanhar a trajetória do alimento desde sua produção até as gôndolas. Além disso, todos os itens da marca Carrefour passam por rígidos padrões de segurança alimentar, testes laboratoriais e auditoria social, o que garante a alta qualidade e procedência dos produtos. Sobre o Grupo Carrefour Há mais de 40 anos no Brasil, o Grupo Carrefour está presente em todas as regiões do país e conta com os formatos Carrefour Hiper, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour.com, Atacadão e Supeco, além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos consumidores, como postos de combustível, drogarias e serviços financeiros. A cada mês, cerca de 22 milhões de compras são registradas em seus mais de 560 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 42,7 bilhões no Brasil em 2015 e uma equipe de mais de 78 mil colaboradores, a empresa é a maior varejista de alimentos do país e a segunda maior operação dentre todos os mercados nos quais o Grupo Carrefour opera. No mundo, a companhia está presente em 35 países, sendo 10 com operações próprias, e emprega cerca de 380 mil colaboradores. O Grupo Carrefour está presente na vida de 100 milhões de consumidores que visitam suas mais de 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina. Atualmente, cerca de 13 milhões de compras são realizadas a cada dia em seus diversos formatos distribuídos pelo mundo. Fonte: Assessoria de Comunicação do Grupo Carrefour

Terra Viva: Abras divulga segundo balanço de monitoramento de alimentos

A Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, divulgou, na capital paulista, o segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos. Foram apresentados os avanços do controle de defensivos em frutas, verduras e legumes no Brasil. Clique aqui e confira a reportagem completa no dia 26/2 do site. Fonte: Terra Viva

Volume de FLV Rastreado Cresce de 23,6% em 2016

1,244 Milhão de Toneladas O RAMA (Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015. Foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015. Os dados são do 2º balanço anual do programa, divulgado no último dia 22, no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado no Roof Top 5, em São Paulo. Fonte: Portal Giro News

Programa RAMA da ABRAS tem crescimento de 23,6% em 2.016

Renato Galvão Na manhã e tarde de ontem, no Roof Top 5, em São Paulo, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), divulgou o crescimento em 2.016 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) – sendo de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) – se comparado com 2.015. Em 2.016 um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV , foi rastreado, versus 1,006 milhão na mesma época em 2.015, segundo a Paripassu, responsável pela gestão técnica do programa. O RAMA foi lançado em 2.011, e rastreia e monitora no Brasil, algo em torno de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, informa João Sanzovo, presidente da ABRAS. O RAMA conta atualmente com a presença de 44 varejos, que comercializam mais de 20,5% das vendas totais de FLV no Brasil, sendo que de forma contínua, 81 produtos são rastreados, do total de 290 itens monitorados. Durante o evento, foi realizado também a segunda edição do Prêmio Destaque Rama, homenageando importantes nomes pela contribuição ao programa no ano passado. Na categoria Varejo, os vencedores foram: Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão. Em Varejo de Pequeno Porte, Zabot Supermercados se destacou. A Parceria ficou com a GS1 e na categoria Produtor/Distribuidor, os nomes são: Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive. A Personalidade do Ano foi Alberto Yoshida e o Órgão Governamental de 2.016, destaque para Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Fonte: Gazeta da Semana

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA da ABRAS cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do Programa, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). Fonte: Apas

Presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da CNA participa do RAMA 2020

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentou o 2º balanço anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) no evento RAMA 2020, realizado em São Paulo, no dia 22/2. O objetivo do programa é monitorar frutas, legumes e verduras da fazenda até o supermercado, avaliando se o produto está dentro das conformidades exigidas. O presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luciano Vilela, participou do evento e trouxe um dado importante, no qual a comissão vem trabalhando com prioridade, o desperdício de alimento. “Cerca de 7% de tudo que é distribuído pela rede varejista de frutas, legumes e verduras é desperdiçado de alguma forma”. Clique aqui e confira o vídeo na íntegra. Fonte: Jornal do produtor

Rastreabilidade do alimento ajuda no crescimento do índice de conformidade

A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos. No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Fonte: Assessoria de Comunicação da ACATS

Controle da qualidade de alimentos hortifrutigranjeiros cresce 23%

Presente em doze redes de supermercados do Sergipe, nas cidades de Aracaju, Estância, Nossa Senhora do Socorro, Nossa Senhora da Gloria, Capela, Itaporanga d’Ajuda e Itabaiana, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) tem como principal objetivo monitorar alimentos hortifrutigranjeiros com níveis de agrotóxicos não permitidos. De acordo com balanço divulgado dia 22 de fevereiro pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), promotora do programa, em 2016 foram rastreadas 1,244 milhão de toneladas de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do RAMA. Um crescimento de 23,6% no volume, em comparação com o mesmo período em 2015, quando foram registradas 1,006 milhão de toneladas. Lançado em 2011, o Programa RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em parceria a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN) e a Associação Sergipana de Supermercados (ASES), o RAMA é fundamental para conscientizar produtores, distribuidores e varejistas na promoção do consumo de alimentos hortifrutigranjeiros seguros. Fortalecimento do programa em Sergipe O Supermercado Feirão da Economia, localizado em Nossa Senhora do Socorro, aderiu ao Rama logo que o empresário Francisco Firmino Albuquerque assumiu a presidência da Ases em 2016. “O rastreamento é mais um serviço ofertado aos nossos clientes. Serviço esse que, além de informar a origem dos alimentos, garante a qualidade dos FLV’s comercializados. Rastrear é um caminho sem volta e que deve ser feito por todas as lojas. Enquanto presidente da ASES, estamos trabalhando para que todas as redes associadas façam o rastreamento”, afirmou Francisco. Para o ex-presidente e introdutor do programa em Sergipe, João Luiz Oliveira, atual delegado junto à ABRAS, o rastreamento de alimentos é um caminho que está apenas no início, mas que precisa do apoio de todas as estaduais para poder se desenvolver ainda mais e melhor. “Apesar de pequeno, o estado de Sergipe despontou logo no início do programa. Fomos o terceiro estado a fazer parte do programa e com três anos de atuação já temos 12 varejos participantes, mas é preciso que todos os supermercados participem”, detalhou João. Além de instruir os varejos a participarem do programa, a ASES promove eventos que visam incentivar e qualificar os participantes. Em 2014, em ação conjunta com a Secretaria de Saúde, através da Diretoria Estadual de Vigilância Sanitária (DIVISA), foi realizado o “V Seminário de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos e Alternativas Agroecológicas de Produção”, que, entre outros temas, abordou o uso correto de defensivos agrícolas e o Programa de Rastreabilidade. Já em 2015, a ASES realizou em Itabaiana o curso “Boas práticas agrícolas e o uso consciente de agrotóxicos” voltado para produtores e distribuidores, que mostrou os perigos e prejuízos causados através do uso irregular de agrotóxicos em frutas, legumes e verduras. Na oportunidade, disseminou as Boas Práticas Agrícolas e apresentou a cadeia de rastreamento e monitoramento de alimentos. O último ano foi focado em inserir novos varejos no programa. Saltando de cinco para doze redes participantes. “O RAMA para nós é uma questão de saúde pública, pois com o rastreamento de alimentos evitamos que nossos clientes consumam produtos fora das normas de saúde definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, conclui João Luiz. Para o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência”, ressaltou. Fonte: Ases

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: O Diário – Maringá

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Ano passado marca crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados; 44 redes de varejo participam do programa Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: InfoMoney

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Boa Informação

Cresce uso racional de defensivo no hortifrúti

Nayara Figueiredo / DCI – São Paulo Programa de rastreabilidade mostra que o volume de frutas, verduras e legumes adequado às normas do Ministério da Agricultura avançou três pontos percentuais no ano passado, diz Abras São Paulo – A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Segundo a executiva, os primeiros resultados com os agricultores estão sendo colhidos. Fonte: Portal do Agronegócio

ABRAS: Programa RAMA cresce 23,6%

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 23,5% em 2016 O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado ontem (22/2) no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado, em São Paulo. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu, ontem (22/2), empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). RAMA 2020 Marcio Milan e Giampaolo Buso apresentaram também as próximas metas e desafios do Programa RAMA para 2020. Dentre elas estão: Adesão, ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV • Aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor • Reduzir o desperdício de alimentos em 20% • Educação de toda cadeia produtiva de alimentos • Integrar a cadeia por meio de padrões GS1 Palestras O evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos trouxe importantes especialistas para debater os avanços do controle do uso de defensivos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. O coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Helinton Rocha, falou, em sua palestra PI Brasil – Produção Agropecuária Integrada sobre a adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários seguros e de alta qualidade, mediante a aplicação de recursos naturais e a regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Rocha enfatizou ainda as vantagens do RAMA e a união com a ABRAS na disseminação do programa para a cadeia produtiva. “Para nós do ministério é muito importante essa parceria porque nos auxilia em informações sobre a realidade do mercado. Os supermercados correspondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir protocolos relacionados às questões de rastreabilidade.” As boas práticas da cadeia de alimentos, o desenvolvimento tecnológico, a importância de um padrão de integração e o impacto do RAMA em um varejista foram discutidos durante painel que contou com a participação da pesquisadora da Embrapa, Fagoni Fayer Calegário, do diretor da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi, do executivo de Engajamento e Projetos Sociais, da GS1, Nilson Gasconi e da supervisora de Segurança Alimentar da Cooperativa de Consumo (COOP), Débora Consenza. O segundo painel do evento debateu rastreabilidade, integração da cadeia e capacitação de pequenos produtores rurais para fazer o correto uso de defensivos, e contou com a pesquisadora do CEPEA, Margarete Boteon, do gerente de Produtos e Mercado da Arysta, Guilherme Ogata, da gerente de Parcerias Para a Cadeia de Alimentos e Sustentabilidade, Cristiane Lourenço, e do gerente Para Produtividade Sustentável da América Latina da Syngenta, Fabrício Peres. Na sequência, o presidente da Abrafruta, Jorge Luís de Souza, fez uma apresentação sobre o comportamento de consumo de FLV da população brasileira. O gerente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Carrefour, Fernando Careli, finalizou o circuito de palestras ressaltando a importância do combate ao desperdício no varejo como prática sustentável. Premiações No evento, aconteceu também a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageou produtores e personalidades pela contribuição e parceria no Programa em 2016. Confira, abaixo, as empresas e as categorias premiadas: Órgão governamental • Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Produtor/Distribuidor • Cea Rosa Vegetais • Trebeschi Tomates • Le Cultive Varejo • Angeloni • Carrefour • Supermercado Nordestão Varejo de pequeno porte • Zabot Supermercados Personalidade • Alberto Yoshida Parceria • GS1 Brasil Acordo ABRAS e Associação Brasileira de Citros de Mesa-ABCM Pelo reconhecimento da força do trabalho conjunto, o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, e o presidente da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), Emilio Favero, assinaram durante o evento RAMA 2020 uma carta de intenções entre as duas entidades. O Plano de Trabalho visa a promoção, nos supermercados brasileiros, dos citros de mesa (laranja, tangerina e limão), além do incentivo às boas práticas agrícolas e ao combate ao desperdício de alimentos por meio do programa RAMA. Expositores Os participantes também contaram com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento RAMA 2020: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O evento RAMA 2020 contou ainda com o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). A cobertura completa do evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos estará na próxima edição da Revista SuperHiper. (Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRAS / Natalia Lima e Elisângela Vieira) Fonte: Revista Alimentare

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Verdade SA

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Bem Paraná

Supermercados ampliam volume de frutas, legumes e verduras rastreados

Programa do varejo de controle de resíduos de defensivos agrícolas em alimentos cresce em 2016 Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Sindicato Rural de Santo Augusto

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Por Agência Brasil Fonte: Rural BR

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

Veja a notícia na integra clicando no link abaixo: http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/sorria-suas-frutas-legumes-verduras-estao-sendo-rastreadas-cada-vez-mais-66261 Fonte: AgroFerti