Especial FLV – Cortar o mal pela raiz

A raiz do desperdício na cadeia de abastecimento de frutas, legumes e verduras (FLVs) está em sua natureza perecível que faz com que itens não considerados frescos sejam desprezados e descartados. Mas as perdas estão emaranhadas em cada etapa: produção, pós-colheita, armazenagem, transporte processamento e distribuição. Assim, além de garantir que frutas e hortaliças conservem as mesmas características desde o campo até os lares, a cadeia de abastecimento de FLVs tem como desafio minimizar e combater perdas e desperdício que são responsáveis por impactos econômicos, sociais e ambientais. Mas como fazer isso? O primeiro passo é identificar e mapear as causas das perdas e desperdícios. Na sequência, buscar formas de estancá-las, a partir de boas práticas já consagradas. E, por fim, buscar novas soluções, se necessário. “Inicialmente, os supermercados estavam mais preocupados em tratar da questão das perdas com FLVs. No entanto, com o passar dos anos e em virtude de acordos internacionais assinados pelo Brasil, perdas e desperdício tomaram uma dimensão transversal e global envolvendo outros agentes da cadeia ligados diretamente ou indiretamente a essas questões”, afirma o superintendente da Abras e coordenador do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), Marcio Milan. Para se ter ideia da importância dos hortifrútis para os supermercados, a participação deles, no faturamento do setor, em 2016, foi de 9,1%, quase R$ 31 bilhões. Segundo Milan, antes de mais nada, é necessário diferenciar os dois conceitos (perdas e desperdícios) e identificar em quais etapas da cadeia eles ocorrem. “Perda é tudo aquilo que é produzido e perdido ao longo da cadeia e está mais concentrada em produção, pós colheita, armazenagem, transporte, processamento e distribuição. Já desperdício é tudo aquilo que tem valor nutricional, mas é perdido ou descartado [geralmente por desconhecimento] e envolve mais varejo, serviços [restaurantes, lanchonetes, etc.] e consumidor.” Dessa forma, o superintendente da Abras alerta que combater perdas e desperdício vai além de prevenir prejuízos financeiros, previne também prejuízos sociais, ambientais e nutricionais. Em última análise, é uma forma de garantir que pessoas com dificuldade de acesso à alimentação não deixem de se alimentar por falhas operacionais na cadeia de abastecimento ou, mesmo, porque ignoram o que pode ou não servir de alimento. Nesse ponto, está-se tratando de segurança do alimento e de segurança alimentar. E qual seria a diferença? O alimento seguro é aquele que está isento de contaminantes biológicos, físicos e químicos e, portanto, é adequado para o consumo. Já o termo segurança alimentar diz respeito à adoção de políticas públicas para ampliar, por que não universalizar, o acesso da população aos alimentos, em quantidade e qualidade adequadas. Segundo dados da Embrapa Hortaliças, a cada dez quilos de alimentos que vão para o lixo, são necessários outros dez para suprir a demanda de mercado, o que significa que o desperdício dobra o uso de recursos necessários para a produção agrícola, entre os quais a água. Além disso, geram um impacto ambiental direto: a produção de gás metano, por exemplo, que, embora menos famoso, é muito mais potente que o dióxido de carbono em termos de contribuição para o efeito estufa. Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) revelam que o mundo descarta, aproximadamente, um terço do alimento produzido globalmente, ou seja, 1,3 bilhão de toneladas anuais. No caso de países latino-americanos, estima-se que 28% dos alimentos que chegam ao final da cadeia são desperdiçados. Em países de renda mais elevada, o grande vilão do desperdício é o consumidor. Já naqueles com renda menos elevada, as perdas no início da cadeia de alimento são mais comuns devido ao baixo aporte tecnológico no manejo das lavouras, carência de estrutura para estocagem da produção e infraestrutura inadequada para escoamento/transporte das safras. Produção Segundo dados da Embrapa, no Brasil, as perdas tendem a ser elevadas desde o manejo da lavoura, passando pelo pós-colheita, chegando até o varejo e o consumidor. Na primeira etapa, os problemas derivam de colheita inapropriada, ataque de pragas, doenças e desastres naturais. Já as perdas pós-colheita podem ser classificadas como fisiológicas (amadurecimento), por injúria mecânica (armazenamento em caixas inadequadas) ou fitopatológicas (ataque por microrganismos). Elas decorrem, dentre outros fatores, de desconhecimento de técnicas de manuseio, armazenamento inadequado, falta de refrigeração, falhas na exposição nas gôndolas, excesso de manipulação dos produtos pelos consumidores e uso de embalagens inadequadas. O manuseio após a colheita, quando feito de forma inadequada, é considerado um dos pontos mais sensíveis por gerar danos físicos e deteriorações fisiológicas e patológicas. Além disso, a exposição ao sol e a utilização de caixas sujas contribuem para uma deterioração mais rápida, assim como danos na superfície do produto que abrem uma via de contaminação por microrganismos. Em geral, essas situações aceleram a degradação de compostos importantes para a qualidade sensorial e aceleram o metabolismo da hortaliça, que estraga mais depressa. Diante disso, muitos FLVs chegam às bancas machucados, murchos e até contaminados, ampliando as chances de desperdício. Todavia, é importante destacar que FLVs esteticamente feios não necessariamente estão impróprios para o consumo. Clique aqui e veja a matéria “Perfeito é não desperdiçar”, completa na edição de setembro da Revista SuperHiper. Clique aqui e veja mais notícias

4 tecnologias que tornam o agronegócio mais eficiente e lucrativo

Por Lucas Agrela São Paulo – A tecnologia tem um importante papel no agronegócio: ajudar os produtores rurais a ser mais eficientes, a atuar em conformidade com a legislação e a ganhar mais dinheiro. Startups brasileiras já fazem isso com drones, ácaros e inteligência artificial. No EXAME Fórum Agronegócio, quatro startups apresentaram suas iniciativas para o setor. A Horus Aeronaves utiliza drones para mapear fazendas e plantações. A premissa é encontrar problemas nas imagens, que são analisadas com inteligência computacional, e oferecer relatórios com as possíveis soluções. Em plantações de cana, por exemplo, os agricultores podem encontrar falhas e saber quanto devem investir para corrigi-las ou o quanto irão perder de dinheiro por conta disso. Outra aplicação é para o gado. Os drones sobrevoam as fazendas para determinar a quantidade de proteína animal e sugerir a suplementação de ração necessária para aumentar a qualidade da produção. “Desenvolvemos tecnologia de ponta para que o agricultor tenha tudo na palma da mão”, disse Fabrício Hertz, CEO da Horus Aeronaves. Para o controle de pragas, a Promip, que tem sede em Engenheiro Coelho (região de Campinas, em SP), foi a pioneira no desenvolvimento de macrobiológicos. Ácaros são produzidos e comercializados a produtores rurais para manter a qualidade das plantações e evitar perdas. Em 2014, a Promip recebeu um aporte de 4 milhões de reais do Fundo de Inovação Paulista. No ano seguinte, comprou a Insecta Agentes Biológicos e levou sua estrutura de Lavras (MG) para Engenheiro Coelho. Com a compra, a empresa passou a produzir também microvespas para ajudar no controle de pragas, informou Marcelo Poletti, diretor geral da Promip. Já a PariPassu monitora a produção de hortaliças para detectar se os agrotóxicos estão em conformidade com a legislação. Ela rastreia os alimentos da plantação até o supermercado, sendo responsável pela gestão técnica do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, um programa de adesão voluntária da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Como uma espécie de Google Maps para a agricultura, a AgroTools tem mapeamento de propriedades rurais. São mais de 3,8 milhões de propriedades mapeadas do total de 5,5 milhões do país. A empresa é comandada por Fernando Martins, que foi CEO da Intel Brasil por cinco anos. Por meio de uma parceria com a Serasa, ela positiva ou negativa as produções. Além disso, a empresa detecta problemas como trabalho escravo e desmatamentos. Segundo Lucas Tuffi, diretor comercial da AgroTools, todos os hambúrgueres exportados para o McDonald’s, por exemplo, passam pela AgroTools para que se confira se a produção está em conformidade com a legislação. Fonte: EXAME Clique aqui e veja mais notícias

RAMA fecha mais um semestre com bons números

FLVs monitorados pelo programa crescem 12% e índice de conformidade, considerando toda a diversidade de amostras e culturas contempladas, também, chegando a 77% rama A quantidade de frutas, legumes e verduras (FLVs), sob o alcance do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), cresceu 12% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2016. O RAMA visa garantir que os hortifrútis comercializados pelos supermercados atendam as especificações legais sobre o uso de defensivos na produção dessas culturas. De quebra, contribui para a melhoria contínua da qualidade dos produtos e de seu trânsito ao longo da cadeia de abastecimento. Segundo os dados anunciados, no dia 24 de agosto, pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), entidade que concebeu e está à frente do RAMA, e pela PariPassu, responsável pela sua gestão técnica do programa, foram 618,4 mil toneladas de hortifrútis rastreados no primeiro semestre de 2017 e 542,5 mil no mesmo período em 2016. “Os resultados positivos do RAMA se devem ao fato de ele congregar três atributos que, a meu ver, são essenciais para o sucesso de qualquer ação: educação, transparência e comunicação. No programa, nosso trabalho se guia por esses princípios. Estamos contribuindo para educar, paulatinamente, toda a cadeia, discutindo temas relevantes com muita transparência e comunicando, a todos, os aprendizados e resultados que temos obtido”, disse o superintendente da Abras, Marcio Milan. A apresentação do balanço do RAMA, relativo ao primeiro semestre de 2017, ocorreu por meio de coletiva de imprensa realizada na Associação Paulista de Supermercados (Apas) e pouco antes do início do evento PMA Fresh Connections, organizado pelo Produce Marketing Association (PMA), entidade de comércio que representa empresas da cadeia de hortifrúti em todo mundo. Amostra representativa Para mostrar a representatividade da amostra do RAMA, o sócio e diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, salientou que as empresas varejistas que fazem parte do programa — cuja a adesão é voluntária, vale lembrar — e que compram os produtos rastreados somam receita anual de R$ 70,4 bilhões, cerca de 21% do faturamento de todo o setor supermercadista em 2016. Em lojas, está-se falando de mais de 800 unidades, cuja operação mobiliza 146 mil trabalhadores, diretamente empregados. “Considerando os últimos quatro anos, os FLVs elevaram de 6,4% para 9,1% sua importância nas vendas dos supermercados brasileiros”, afirmou Buso, segundo quem, também, em 2016, as empresas que fazem parte do RAMA extraíram, dos hortifrútis, parcela mais significativa de suas vendas (10,5%) do que a média das companhias do setor. “É interessante, ainda, ver como as empresas que têm maior participação do FLV em suas vendas elevaram seus faturamentos globais acima da média [12,2% contra 7,3%].” Não sem razão, completa Marcio Milan, 79% das empresas do Ranking Abras/SuperHiper consideram a seção de FLV muito importante para seu lucro. Conforme e inconforme Tão importante quanto a quantidade de hortifrútis rastreados e analisados pelo programa são o resultado das análises e a evolução da qualidade dos itens e, nesse sentido, o RAMA também traz boas notícias. Mesmo aumentando consideravelmente a amostra semestre a semestre, o índice de conformidade saiu de 63% no primeiro semestre de 2014 para 77% no mesmo período deste ano. De acordo com Milan e Buso, esse resultado é fruto da maior integração entre os elos cadeia, proporcionada pelo desenvolvimento do programa que, hoje, monitora produtos em quase todo o Brasil. Por meio do RAMA, identifica-se em quais regiões as amostras dos produtos apresentam mais problemas e, a partir desse dado, levanta-se a origem e se faz o caminho do FLV, de trás para frente, para ver o que pode e precisa ser melhorado para impedir novas inconformidades. “O trabalho é de toda a cadeia de abastecimento. Quando se fala em inconformidade, não necessariamente significa que haja produtos com excesso de defensivos. Um produto também é considerado inconforme quando o defensivo usado não foi catalogado pelos órgãos públicos competentes ligados ao Mapa [Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]”, diz Milan. Nesse caso, muitas vezes, o produtor usa defensivos mais modernos e mais seguros que outros, mas, por não estarem catalogados, o uso não é autorizado. “Por isso, o trabalho do Mapa é muito importante para melhorar os resultados do RAMA a partir do momento que aumenta o número de registros de novos defensivos.” Na lista de produtos monitorados pelo programa, no primeiro semestre de 2017, Buso destaca os tomates, bananas, uvas, alfaces, pimentões e cenouras, que somaram mais de 100 amostras em todo o País, enfatizando que, muitas dessas culturas, que já foram as mais problemáticas do País, cada vez mais mostram números positivos, ou seja, em conformidade. Fonte: Revista SuperHiper edição Agosto/2017 Clique aqui e veja mais notícias

Supermercados: Cresce controle de resíduos em alimentos

O volume de frutas, legumes e verduras rastreado pelo rama, programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, cresceu 12% no primeiro semestre. Outra boa notícia é que o índice de conformidade desses produtos em relação aos níveis de resíduos químicos também cresceu quase 7% no período. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24), em um evento na capital paulista. Acompanhe. Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: Terra Viva (Band) Clique aqui e veja mais notícias

Dois em cada dez alimentos naturais vendidos em supermercado têm mais agrotóxicos do que o permitido.

Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: TV Brasil Clique aqui e veja mais notícias

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Fonte: Blog CMS contabilidade

Rastreamento de FlV avança 12% no semestre

Na quinta-feira (24/08) foi realizada, na sede da APAS, zona oeste de São Paulo, uma coletiva para a divulgação dos dados coletados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), referentes ao primeiro semestre de 2017. O programa consiste no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), com foco no controle de quantidade e qualidade de agrotóxicos utilizados desde a produção até o ponto de venda, e conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o RAMA rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras nos primeiros seis meses de 2017, o que representa avanço de 12% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2016, a soma do total de FLV rastreado atingiu a marca de 1,2 milhão de toneladas. Segundo o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um crescimento de aproximadamente 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimentos do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, afirmou Milan. De janeiro a junho deste ano, o RAMA registrou melhoria de quase 7% em relação à redução dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras vendidos pelos supermercados participantes do Programa em relação ao mesmo período de 2016. A conformidade desses resíduos, no primeiro semestre de 2017, foi de 77%. No ano passado, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. Na ponta do lápis, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, no último ano, foi de 9,1%, totalizando cerca de R$ 30,8 bilhões. Quando o foco são os estabelecimentos que participam do programa, a soma ficou em torno dos R$ 70,4 bilhões em 2016 e a média do FLV atingiu os 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. E a tendência é a de que esses números cresçam ainda mais, já que as vantagens para os supermercadistas são inúmeras e a soma de redes varejistas avançou 4,5%, totalizando 46 redes registradas no programa. Esse número representa 20% de toda a venda de FLV realizada no país. “São várias as vantagens, mas a principal delas é que você consegue, a partir de um produto que satisfaz a necessidade do cliente, saber exatamente a origem dele. Por outro lado, de repente, ele tem na gôndola três fornecedores de tomate, e desses três, um está dando algum tipo de problema. Uma vez que ele conseguiu monitorar, ele vai entender a origem desse produto com problema e atacar a causa diretamente. Essa é a principal vantagem para o varejista. Isso serve para ele reconhecer o bom fornecedor, o que acaba ajudando-o a reduzir quebra, porque um produto bom vai vender rápido, um produto com problemas, além de ele vender menos, vai gerar quebra na gôndola”, analisou o diretor-presidente da produtora Trebeschi, Edson Trebeschi. Outro ponto positivo ressaltado na coletiva foi o fato do bem-estar do consumidor. “O varejista consegue garantir que aquele alimento que o consumidor está levando é seguro, e que está dentro dos limites permitidos da legislação. E o alimento que está dentro dos limites não causa nenhum dano à saúde. Eles são produtos de consumo diário, em que o cliente consome mais do que outros tipos de produtos e que se a qualidade não estiver segura, ao longo do tempo, poderá apresentar um problema na saúde do cliente”, concluiu Milan. Fonte: Ovos Natal

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Renast Online

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

São Paulo – A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Fonte: Prosper

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Fonte: Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG)

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Agri 1

Programa de rastreamento de alimentos desenvolvido em SC avança no país

Um trabalho que começou com a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) em parceria com a startup Pari-Passu avança no Brasil. Denominado Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) é desenvolvido pela Associação Brasileira de Supermercados. No primeiro semestre deste ano, rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras, 12% mais frente ao mesmo período de 2016. Fonte: Diário Catarinense

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

São Paulo – Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: GS Notícias

Supermercados: Cresce controle de resíduos em alimentos

O volume de frutas, legumes e verduras rastreado pelo rama, programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, cresceu 12% no primeiro semestre. Outra boa notícia é que o índice de conformidade desses produtos em relação aos níveis de resíduos químicos também cresceu quase 7% no período. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24), em um evento na capital paulista. Clique aqui e veja o vídeo na íntegra. Fonte: UOL

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti caíram no 1º semestre

Alvo de muitas críticas, o uso incorreto ou acima do permitido de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (conhecidos como “FLV”) tem diminuído. Uma análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou que no primeiro semestre deste ano 77% dos produtos avaliados estavam em conformidade com a legislação. O índice ficou cinco pontos percentuais acima do registrado em 2016. Os outros 23% apresentaram inconformidades relacionadas ao limite máximo de resíduos, substâncias não autorizadas e proibidas. Os dados fazem parte do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), programa de adesão voluntária criado pela Abras em 2011. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu – empresa que faz a gestão técnica do programa – os três produtos que apresentaram maiores inconformidades foram: pimentão, alface e morango. O pimentão sempre foi um “vilão” quando o assunto é resíduo, mas o índice tem mostrado melhoras. No levantamento divulgado hoje, o índice de inconformidade está em 35%, mas já esteve na casa de 90%. Para que o legume diminua mais os resíduos, o ideal, afirmou Buso, seria o cultivo em estufas, sem uso de químicos no processo. De acordo com o executivo, o índice de inconformidade da alface passou de 55% no primeiro semestre de 2016 para 44% em iguel período neste ano e do morango de 52% para 40%, na mesma base comparação. “Temos algumas dificuldades que são culturais no uso de químicos”, disse. Segundo ele, muitas vezes, o agricultor usa algum tipo de agrotóxicos para pragas que não necessitariam de aplicação ou poderiam ser solucionadas com volume menor de químico. Outro grande problema é o uso de produtos que ainda não estão registrados para determinadas culturas e estão na fila de avaliação do Ministério da Agricultura, destacou Buso. Na outra ponta, os produtos com menores índices de inconformidades foram: banana, batata, tomate e cebola. Segundo o executivo da PariPassu, no caso da banana, cuja a média é de 2% de inconformidade, há casos de o índice chegar a zero. “Alguns produtores de Minas Gerais, Bahia e São Paulo não apresentam mais inconformidades”, declarou. O tomate está com índice médio de 5%, mas já esteve na casa dos 55% de inconformidades. De acordo com Buso, a crise econômica ajudou a diminuir o uso de químicos. “Os químicos acabam saindo mais caro e não resolvem, aí, muito agricultor passou a usar os biológicos”, afirmou. O levantamento dos primeiros seis meses do ano avaliou 618 mil toneladas de frutas, verduras e legumes, volume 12% maior que o avaliado no mesmo período de 2016. O programa ainda está longe de representar a realidade do Brasil. Como a adesão é voluntária, apenas 46 redes varejistas participam do programa e são responsáveis por 20% das vendas totais de hortifrúti no setor de supermercados no Brasil. A meta do programa é chegar em 2020 com adesões que representem 30% do faturamento do segmento. Fonte: Valor Econômico Clique aqui e veja mais notícias

Mais alimentos respeitam limite de agrotóxicos

Programa criado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para monitorar resíduos em frutas, legumes e verduras rastreou 618 milhões de toneladas de produtos no 1º semestre São Paulo – A quantidade de frutas, verduras e legumes vendidos em supermercados que estavam em conformidade com os limites de resíduos de agroquímicos aumentou 6,9% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. No primeiro semestre de 2017, 77% dos itens analisados por meio do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama) da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) atenderam às exigências. No mesmo período do ano passado, o índice era de 72%. O programa foi criado pela Abras em 2011 e avalia amostras de 95 produtos para identificar se obedecem aos limites mínimos de resíduos permitidos e se têm substâncias tóxicas ou proibidas. Dentre os destaques, o índice de amostras em conformidade do pimentão atingiu 42% neste semestre, ante 37% no primeiro semestre do ano passado. Ainda assim, o item é o líder entre produtos que apresentaram mais problemas no semestre. O alface teve 80% de amostras em conformidade, acima do resultado do primeiro semestre do ano passado, quando o indicador foi de 50%. De acordo com o diretor comercial da PariPassu, Gianpaolo Buso, esses são os produtos que apresentaram mais problemas. A empresa é responsável pela gestão do programa. Muitas vezes citado entre os produtos com índices expressivos de resíduos, as amostras de tomate em conformidade chegaram a 86% neste primeiro semestre. No mesmo período do ano passado foram 72%. Este também foi o produto com o maior número de amostras analisadas, 194 nos primeiros seis meses do ano. No caso da manga, todas as amostras analisadas estavam de acordo com as regras no semestre. Nos primeiros seis meses do ano passado, elas representaram 67% do total avaliado para o produto. “As inconformidades diminuíram muito e acho que o maior impacto para isso é a conscientização”, salienta o dirigente da PariPassu. Ele ainda argumenta que o uso de agroquímicos é oneroso, o que leva o produtor usar os produtos com mais cautela. “Em um momento de economia como o atual, o produtor se questiona sobre um jeito diferente de produzir”, explica. Ele ainda afirma que existem casos de uso equivocado dos produtos, seja de uso acima da medida necessária ou quando não é preciso. Também é parte de programa a rastreabilidade dos alimentos, identificando a origem do produto. No primeiro semestre deste ano foram rastreadas 618 mil toneladas, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. Participam do programa 600 produtores e distribuidores que fornecem para 46 redes de supermercados do País, incluindo o Carrefour. Segundo a Abras, outras grandes redes negociam o ingresso no Rama. Faturamento O faturamento com vendas de frutas, legumes e verduras nos supermercados representa 20,8% do total do setor no País, o equivalente a R$ 70,4 bilhões. A meta do programa é responder por 30% desse total em 2020. “A gente precisa melhorar na comunicação com o consumidor. Se ele estiver informado vai cobrar a participação dos supermercados no programa”, diz o superintendente da Abras, Marcio Milan. Segundo ele, a iniciativa ganha mais importância em um momento em que o consumidor está inseguro, devido a notícias como a Operação Carne Fraca, e irregularidades ligadas a produtos como o azeite, por exemplo. “Um programa como esse dá segurança para o setor produtivo como um todo. A gente precisa conhecer cada etapa do processo para poder garantir ao consumidor que ele pode adquirir o alimento e que ele é seguro.” Para a pesquisadora da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Cepea), Anita Souza Dias, Gutierrez, parte das causas de registro de resíduos acima do limite é a falta de produtos específicos para cada produto. “Culturas que ocupam áreas pequenas ou até áreas grandes, mas com receita menor, tendem a ter poucos produtos registrados”, afirma. Com isso, muitos agricultores usam produtos indicados para culturas semelhantes para combater pragas na falta de opções para a lavoura a que se dedicam. “Na prática, temos a maioria das culturas com problema grave de falta de agroquímicos específicos.” Ela afirma que a demora na aprovação de agroquímicos e a forma como é feito o registro no Brasil atrapalha o encontro de soluções para pragas. Ela também observa que, enquanto no exterior o registro é feito por princípio ativo, no Brasil é feito por cada marca, o que inibe os registros para diferentes culturas. A pesquisadora ainda salienta que há diferença entre o limite mínimo de resíduos permitido e o nível de risco que o produto pode causar para o consumidor. “Se um produto está acima do limite determinado não significa que tenha riscos ao consumidor”, afirma. Marcela Caetano Fonte: DCI São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

Rastreamento de FLV avança 12% no semestre

Na quinta-feira (24/08) foi realizada, na sede da APAS, zona oeste de São Paulo, uma coletiva para a divulgação dos dados coletados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), referentes ao primeiro semestre de 2017. O programa consiste no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), com foco no controle de quantidade e qualidade de agrotóxicos utilizados desde a produção até o ponto de venda, e conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o RAMA rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras nos primeiros seis meses de 2017, o que representa avanço de 12% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2016, a soma do total de FLV rastreado atingiu a marca de 1,2 milhão de toneladas. Segundo o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um crescimento de aproximadamente 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimentos do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, afirmou Milan. De janeiro a junho deste ano, o RAMA registrou melhoria de quase 7% em relação à redução dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras vendidos pelos supermercados participantes do Programa em relação ao mesmo período de 2016. A conformidade desses resíduos, no primeiro semestre de 2017, foi de 77%. No ano passado, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. Na ponta do lápis, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, no último ano, foi de 9,1%, totalizando cerca de R$ 30,8 bilhões. Quando o foco são os estabelecimentos que participam do programa, a soma ficou em torno dos R$ 70,4 bilhões em 2016 e a média do FLV atingiu os 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. E a tendência é a de que esses números cresçam ainda mais, já que as vantagens para os supermercadistas são inúmeras e a soma de redes varejistas avançou 4,5%, totalizando 46 redes registradas no programa. Esse número representa 20% de toda a venda de FLV realizada no país. “São várias as vantagens, mas a principal delas é que você consegue, a partir de um produto que satisfaz a necessidade do cliente, saber exatamente a origem dele. Por outro lado, de repente, ele tem na gôndola três fornecedores de tomate, e desses três, um está dando algum tipo de problema. Uma vez que ele conseguiu monitorar, ele vai entender a origem desse produto com problema e atacar a causa diretamente. Essa é a principal vantagem para o varejista. Isso serve para ele reconhecer o bom fornecedor, o que acaba ajudando-o a reduzir quebra, porque um produto bom vai vender rápido, um produto com problemas, além de ele vender menos, vai gerar quebra na gôndola”, analisou o diretor-presidente da produtora Trebeschi, Edson Trebeschi. Outro ponto positivo ressaltado na coletiva foi o fato do bem-estar do consumidor. “O varejista consegue garantir que aquele alimento que o consumidor está levando é seguro, e que está dentro dos limites permitidos da legislação. E o alimento que está dentro dos limites não causa nenhum dano à saúde. Eles são produtos de consumo diário, em que o cliente consome mais do que outros tipos de produtos e que se a qualidade não estiver segura, ao longo do tempo, poderá apresentar um problema na saúde do cliente”, concluiu Milan. Fonte: SuperVarejo

ABRAS: volume de FLV rastreado cresceu 12% no semestre com o Programa RAMA

Em coletiva de imprensa realizada na Sede da APAS, em São Paulo, a ABRAS divulgou o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), que rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2017, o montante de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, destacou que o objetivo é fechar o ano com aumento de cerca de 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. Desta forma, supermercadistas, fornecedores e produtores percebem de forma crescente a importância do RAMA, sendo referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, o que garante maior segurança à população”. Segundo dados da ABRAS, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. PMA Fresh Connections no ESPAÇO APAS Ainda no dia 24 de agosto, o Centro de Convenções da APAS sediou o PMA Fresh Connections, evento que reúne diversos segmentos da cadeia de FLV. O PMA Fresh Connections é realizado pela Produce Marketing Association (PMA), Associação de empresas de produtos agrícolas frescos e flores, que organiza o evento em várias partes do mundo. Mais informações sobre o evento: http://www.pmafreshconnections.com.br/2017/. Fonte: Apas

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na manhã de hoje (24), em coletiva de imprensa, em São Paulo. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Fonte: Acaps

Programa Rama: rastreamento de frutas, legumes e verduras cresce 12% no 1º semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. rama No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O Rama traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. CONFORMIDADES O Programa Rama registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV NO FATURAMENTO Em 2016, a participação do FLV no faturamento dos supermercados foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do Rama, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado nos últimos 12 meses (de julho de 2016 a junho de 2017), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras, e -5,93% para as frutas. PARTICIPAÇÃO Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do Rama representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking Abras 2017. REDUÇÃO DE DESPERDÍCIO Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa Rama envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. TECNOLOGIA AVANÇADA Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa Rama é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes por meio do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa Rama tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1 – Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2 – Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3 – Reduzir o desperdício doFLV para 5,1%; 4 – Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5 – Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da Abras. NÚMEROS – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho de 2017); – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais; – 95 produtos monitorados, com análises realizadas; – Total de 20 Estados brasileiros com coletas de amostras realizadas; – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até junho de 2017. O Programa Rama conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). ADESÕES O primeiro estado a implantar o Rama foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o Rama foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do Rama em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Para mais informações, acesse www.abras.com.br/rama. Fonte: Abras com edição da equipe d’A Lavoura – Sociedade Nacional da Agricultura

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na manhã de hoje (24), em coletiva de imprensa, em São Paulo. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. MARCIO Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. GERAL Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

Volume de FLV rastreado cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama ABRAS A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 87,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 338,7 bilhões (Ranking ABRAS 2017), o setor supermercadista no País representa 5,4% do PIB e gera mais de 1,8 milhão de empregos diretos no País. Fonte: Acats

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades — O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento — A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação — Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício— Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação — Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 — O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística. 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números: . 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). . Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. . 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). . Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. . Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões — O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. |www.abras.com.br/rama A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 87,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 338,7 bilhões (Ranking ABRAS 2017), o setor supermercadista no País representa 5,4% do PIB e gera mais de 1,8 milhão de empregos diretos no País. Fonte: Portal Fator Brasil

Volume de FLV pesquisado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

Nesta semana, a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), revelou os novos dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). O volume de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), foi de 618 mil toneladas, no primeiro semestre de 2.017, acima 12% considerado o mesmo período do ano passado. Em 2.016, o total de FLV rastreado foi de 1,2 milhão de toneladas e de acordo com Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, a intenção é encerrar o ano com um aumento de 6,5% deste resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Saiba mais sobre o RAMA no site oficial www.abras.com.br/rama – destacando que 46 empresas (redes) de varejistas estão cadastradas no programa. Fonte: Top RG- Blogspot

Volume de FLV pesquisado no Programa RAMA cresce 12% no semestre

Nesta semana, a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), revelou os novos dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). O volume de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), foi de 618 mil toneladas, no primeiro semestre de 2.017, acima 12% considerado o mesmo período do ano passado. Em 2.016, o total de FLV rastreado foi de 1,2 milhão de toneladas e de acordo com Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, a intenção é encerrar o ano com um aumento de 6,5% deste resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do país. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Saiba mais sobre o RAMA no site oficial www.abras.com.br/rama – destacando que 46 empresas (redes) de varejistas estão cadastradas no programa. Fonte: Gazeta da Semana

Volume de FLV rastreado no programa RAMA cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado foi divulgado na quinta-feira (24), pela Abras. A coletiva contou com as presenças do superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan; do diretor da PariPassu, empresa gestora do RAMA, Giampaolo Buso; do diretor proprietário da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi; do gerente de Marketing da MNS, empresa distribuidora de hortifrutigranjeiro, Emerson Oliveira; e do executivo de negócio da GS1 Brasil, Nilson Gasconi. No ano passado, o total de FLV rastreado pelo Programa chegou a 1,2 milhão de toneladas, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado, de acordo com Milan. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O RAMA traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Marcio Milan. Para Edson Trebeschi, uma das vantagens do RAMA é permitir a identificação de todo um trabalho desenvolvido antes do produto chegar às gôndolas. “Tira a informalidade da produção, e garante ao supermercadista e ao consumidor final um produto com segurança alimentar. No caso da Trebeschi, que está muito focada na qualidade, é fundamental. Um Programa como esse agrega valor ao nosso trabalho e ao nosso processo de melhoria contínua para levar ao consumidor um produto cada vez melhor, e nos diferencia da concorrência”, destaca Edson Trebeschi. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado no evento pelo chefe de divisão do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável, Marcus Vinícius Martins. Na oportunidade, Martins elogiou o desempenho do RAMA desde seu surgimento, em 2011, e falou da parceria com o MAPA. “Sou muito fã do RAMA, apoiamos a ABRAS desde o início desse processo. É um programa que tem de continuar e se fortificar para crescer bastante.” Conformidades – O Programa RAMA registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento – A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças e verduras e -5,93% para as frutas. Participação – Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do RAMA representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking ABRAS 2017. Redução do desperdício – Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação – Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa RAMA é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. RAMA 2020 O Programa RAMA tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking ABRAS; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da ABRAS. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho/2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até jun/2017. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Adesões – O primeiro estado a implantar o RAMA foi Santa Catarina, em 2011, com a parceria da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), que conta hoje com 26 supermercados atuantes. O segundo estado a implantar o RAMA foi o Rio Grande do Norte, com a parceria da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com trabalhos iniciados em 2012; e o terceiro estado foi Sergipe, com apoio da Associação Sergipana de Supermercados (ASES), que começou a implantação do RAMA em 2014. Grandes empresas como Angeloni, Bistek e Giassi, maiores redes de Santa Catarina, e Nordestão, a maior do Rio Grande do Norte, capitanearam a ampliação dos programas em seus respectivos estados; Carrefour, Coop e a Rede Hortifrúti e Natural da Terra deram mais consistência e maior cobertura para o Programa. O Estado do Rio Grande do Sul deverá aderir ao Programa ainda durante o ano de 2017. Mais informações: www.abras.com.br/rama Clique aqui e confira a apresentação do Balanço Semestral do RAMA na íntegra. Redação Portal ABRAS Fonte: Amas

ABRAS: Volume de FLV rastreado cresceu 12% no semestre com o programa RAMA

Em coletiva de imprensa realizada na Sede da APAS, em São Paulo, a ABRAS divulgou o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), que rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2017, o montante de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. Marcio Milan, superintendente da ABRAS e coordenador do Programa, destacou que o objetivo é fechar o ano com aumento de cerca de 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. Desta forma, supermercadistas, fornecedores e produtores percebem de forma crescente a importância do RAMA, sendo referência como ferramenta de apoio ao controle de defensivos agrícolas, o que garante maior segurança à população”. Segundo dados da ABRAS, a participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. PMA Fresh Connections no ESPAÇO APAS Ainda no dia 24 de agosto, o Centro de Convenções da APAS sediou o PMA Fresh Connections, evento que reúne diversos segmentos da cadeia de FLV. O PMA Fresh Connections é realizado pela Produce Marketing Association (PMA), Associação de empresas de produtos agrícolas frescos e flores, que organiza o evento em várias partes do mundo. Mais informações sobre o evento: http://www.pmafreshconnections.com.br/2017/. APAS Fonte: Asmat

Volume de FLV rastreado no Programa Rama cresce 12% no semestre

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreou 618 mil toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, o total de FLV rastreado chegou a 1,2 milhão de toneladas. De acordo com o superintendente da Abras e coordenador do Programa, Marcio Milan, o objetivo é fechar o ano com um incremento de cerca 6,5% nesse resultado. “A rastreabilidade e o monitoramento são tendências no mercado global de alimentos. O Rama traz modernidade e segurança para a cadeia de abastecimento do País. De forma crescente e evolutiva, supermercadistas, fornecedores e produtores, estão percebendo a necessidade e a importância da adesão ao Programa, que é referência como ferramenta no apoio ao controle de defensivos agrícolas, garantindo, assim, mais segurança para a população”, destaca Milan. Conformidades O Programa Rama registrou no primeiro semestre melhoria de 6,9% em relação à conformidade dos resíduos químicos nas frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados que fazem parte do Programa, na comparação com o mesmo período do ano passado. A conformidade desses resíduos, nos primeiros seis meses do ano de 2017, foi de 77%. Em 2016, o resultado fechou em 72%, de acordo com a PariPassu, gestora técnica do Programa. FLV no faturamento A participação do FLV no faturamento dos supermercados, em 2016, foi de 9,1%, o que soma R$ 30,8 bilhões. E, quando observado somente os supermercados participantes do RAMA, que faturaram R$ 70,4 bilhões no ano passado, a média do FLV ficou em 10,5%, ou seja, 15,3% acima da média nacional. Vale lembrar, que na informação da evolução do IPCA acumulado nos últimos 12 meses (de julho/16 a junho/17), os produtos tiveram forte queda no preço médio, chegando em -11,14% para as hortaliças & verduras e -5,93% para as frutas. Participação Até junho de 2017, foi registrado um aumento de 4,5% do número de supermercados participantes, finalizando com um total de 46 redes varejistas (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). O faturamento de R$ 70,4 bilhões das redes participantes do Rama representa 20,8% de participação no faturamento total do setor, com mais de 800 lojas e um total de 146 mil empregos diretos, de acordo com o Ranking Abras 2017. Redução do desperdício Dentro de uma visão sistêmica, onde o Programa RAMA envolve todos os elos da cadeia de abastecimento, a melhoria da qualidade pode ser percebida, quantitativamente com o resultado de redução de perdas nas lojas. De 2015 para 2016 o índice de perdas de FLV nos supermercados passou de 6,8% para 6,2% (chegando a R$ 1,9 bilhão). Totalizando uma redução de 8% (0,5 p.p) das perdas do setor. Esse número representa 2,66 milhões de produtos que completaram seu ciclo, da produção à mesa do consumidor final. Tecnologia avançada no padrão de Identificação Para garantir maior eficiência na comunicação entre os participantes da cadeia de abastecimento, a identificação da informação do controle de qualidade e rastreabilidade do Programa Rama é realizada por meio de etiquetas nas embalagens, caixas de transporte e paletes através do padrão GS1. Esse padrão soma a integração entre o pedido do supermercado, a rastreabilidade do fornecedor e a identificação do produto, o que apoia a eficiência de qualidade e logística da operação, auxiliando no melhor desempenho desde a colheita até a entrega do produto. Quanto melhor e mais rápida a entrega, melhor a qualidade do produto e menor a probabilidade de desperdício. Rama 2020 O Programa Rama tem como meta cinco pilares básicos a serem trabalhados até o ano de 2020: 1. Aumentar o número de varejos participantes em 30% do faturamento Ranking Abras; 2. Aumentar a participação do FLV no faturamento total do setor varejista para 12%; 3. Reduzir o desperdício do FLV para 5,1%; 4. Expandir a adoção do padrão GS1 de automação logística 5. Capacitar fornecedores e supermercadistas por meio da Escola Nacional de Supermercados da Abras. Números – 46 empresas (redes) varejistas participantes (até junho de 2017). – Empresas com faturamento de FLV, acima da média de mercado, evoluíram 67% acima das demais. – 95 produtos monitorados, com análises realizadas (tabela anexa ao material). – Total de 20 estados brasileiros com coletas de amostras realizadas. – Um total de 2.571 amostras realizadas desde 2012 até junho de 2017. O Programa Rama conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fonte: Agos

ABRAS divulga balanço semestral de controle de agrotóxicos em FLV

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no próximo dia 24/8, às 10h, em coletiva de imprensa, na sede da APAS, o balanço semestral do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). Na oportunidade, serão apresentados dados inéditos sobre os avanços do controle de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) no primeiro semestre no País, a evolução da participação do FLV no faturamento dos supermercados e os resultados das perdas na seção FLV no autosserviço. A coletiva acontece durante Conferência Internacional do PMA (Produce Marketing Association), uma entidade global que representa cerca de 2.800 empresas de todos os segmentos da cadeia da produção de frutas, vegetais e flores. O evento reunirá palestrantes nacionais e internacionais, especialistas de órgãos governamentais, entidades de classe e produtores, para debater a segurança do alimento, desperdício, novas tecnologias em FLV, entre outros temas. É necessário confirmação da presença até o dia 23/8. Balanço semestral RAMA Dia: 24 de agosto Horário: 10 horas Local: Sede da Associação Paulista de Supermercados (APAS) – sala Líbano – Rua Pio XI, 1200 – Alto da Lapa, São Paulo – SP. Assessoria de Comunicação da ABRAS Natalia Lima – natalia@abras.com.br – (11) 3838-4584/9 8122-4501 Elisângela Vieira – elisangela@abras.com.br – (11) 3838-4509

Produtos saudáveis movimentaram R$ 30,8 bilhões em um ano em supermercados

O brasileiro está consumindo mais frutas, verduras e legumes (FLV) a cada ano. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentado na manhã desta terça-feira (08/8), no Broccoli Consumption Conference, em Atibaia (SP), a demanda por produtos mais saudáveis foi responsável por movimentar R$ 30,8 bilhões no ano passado. 27,7 milhões de consumidores por dia frequentam supermercados no Brasil. De acordo com o estudo, esse valor representa que a categoria FLV representou 9,1% de tudo o que o consumidor comprou nos supermercados durante o ano de 2016 (em 2012, esse índice era de 6,4%). “O varejo muda o tempo todo e a saudabilidade é uma tendência que está aumentando bastante”, explicou Marcio Milan, superintendente da Abras. Segundo ele, outro fator alavancador desse nicho de mercado é o aumento da população idosa, um público específico que consome mais FLV nos supermercados. “Eles têm hábitos muito relevantes ao varejo”. Milan ressaltou que os empresários e comerciantes que atuam na ponta final da cadeia, deveriam conhecer mais a produção agrícola, entender as etapas de toda a produção para direcionar melhor o produto ao consumidor final. “Existiria um potencial ainda maior para ser explorado se houvesse mais investimento em educação, comunicação e transparência”, disse o executivo. O executivo explica que o consumo no Brasil está mudando bastante e a forma de consumir também. “Além de produtos mais saudáveis, os consumidores estão deixando de ir aos hipermercados para frequentar as lojas da vizinhança, que oferecem os mesmos produtos, com mais comodidade”, diz ele citando produtos selecionados, já higienizados, embalagens que facilitam o manuseio pós-compra, etc. Fonte: Globo Rural Clique aqui e veja mais notícias

Setor de sementes de hortaliças avança 12%

Uberlândia (MG) – O mercado brasileiro de sementes para hortaliças deve crescer 12% em 2017 sobre o ano passado, estima o gerente nacional de vendas Brasil da Bayer, Paulo Cláudio Tomaseto Jr. Em 2016, o setor movimentou R$ 800 milhões. “Acreditamos muito nesse mercado”, afirma ele, nesta terça-feira (1º) ao DCI, após inauguração de uma estação pesquisa para melhoramento genético de hortaliça, em Uberlândia (MG). A unidade tem como foco seis culturas no Brasil e América Latina: tomate, cebola, melancia, cenoura, melão e folhosas. Juntas elas respondem por 60% do mercado de hortaliças brasileiro. “É um mercado que, se compararmos ao de grandes commodities ainda tem muito para se desenvolver”, avalia. Isso se reflete não apenas nas possibilidades de aumento do consumo de hortaliças no País, que é de 27, 8 quilos por habitante ao ano, sem contar alho e batata, mas também no espaço que existe para inovação em variedades. “Grande parte do nosso foco em melhoramento para hortaliças é a resistência a doenças e pragas no clima tropical”, explica o diretor de pesquisa de Sementes de Hortaliças e Vegetais da Bayer, Ailton Ribeiro. Outro exemplo é a mecanização. Hoje, 85% da produção vem da agricultura familiar e com predominante mão-de-obra manual. “É preciso criar variedades adaptadas ao clima tropical e que permitam a mecanização”, destaca Ribeiro. A partir da unidade de Uberlândia a empresa deve lançar novas variedades de cebola e melancia nos próximos quatro anos e de cenoura em oito anos. Mercado mundial “Para o segmento de hortaliças e vegetais da Bayer, o Brasil é muito importante. Ainda somos pequenos no País, mas o potencial de crescimento é muito grande”, diz o diretor global da Unidade de Sementes de Hortaliças e Vegetais da Bayer, Joachim Schneider. Na área de sementes de hortaliças a Bayer faturou 428 milhões de euros em 2016, sendo que a América Latina respondeu por 12,3%. No ano passado, as vendas globais da companhia somaram 46,3 bilhões de euros, enquanto o mercado mundial de sementes para hortaliças movimenta anualmente, em média, 3,4 bilhões de euros. Fonte: DCI São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS e MAPA se unem para discutir programa de Compliance e segurança alimentar

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, e o diretor de Relações Institucionais da entidade, Alexandre Seabra, se reuniram ontem (27), em Brasília, com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, para discutir proposta do Mapa de campanha conjunta nos supermercados de todo o País com o objetivo de garantir a segurança alimentar da população. Na oportunidade, também foi discutida a possibilidade de parceria e adesão da ABRAS no programa de Compliance do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que busca implementar e aprimorar mecanismos de prevenção, detecção e remediação de fraudes, irregularidades e desvios de conduta no agronegócio brasileiro. (Clique aqui e saiba mais). 7430 Do Mapa, também participaram da reunião o secretário executivo Eumar Novacki, o chefe da Assessoria de Comunicação, Ronaldo Clay, e a coordenadora de Comunicação, Paola Le Gargasson Coimbra. Redação Portal ABRAS/MAPA Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS participa de painel sobre desperdício de alimentos

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou do painel Desperdício de Alimentos no Brasil e no Mundo, do 1° Fórum Mitos & Fatos: Alimentação do Futuro, realizado pela Jovem Pan, no dia 30/5, em São Paulo. Na oportunidade Milan falou das perdas na seção de Frutas, Legumes e Verduras (FLV) nos supermercados, e ressaltou a importância do autosserviço no abastecimento da população brasileira. Clique aqui e confira na íntegra o painel Desperdício de Alimentos no Brasil e no Mundo. Clique aqui e veja mais notícias

ABRAS participa de reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

 

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou no dia 18/5, em Brasília, da 1ª Reunião Plenária Ordinária da gestão 2017/2019 do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), no Auditório do Anexo I da Presidência da República. A abertura do evento, foi conduzida pelo ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Osmar Gasparini Terra, que é também secretário-geral do Consea. Na oportunidade, aconteceu a apresentação do balanço do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan) e a indicação dos conselheiros para a presidência do Consea. Início A primeira reunião plenária do Consea começou no dia 16/5, e contou com a apresentação dos conselheiros da sociedade civil e do governo da nova gestão, que receberam orientações sobre o funcionamento do Consea. No dia 17/5, os participantes discutiram as prioridades da agenda do Conselho para os próximos anos. Consea e ABRAS O superintendente da ABRAS, Marcio Milan, é titular do Consea desde 13 de abril deste ano. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) é um órgão de assessoramento ligado à Presidência da República, que integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). É responsável por propor à Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) as diretrizes e prioridades da Política e do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, com base nas deliberações das Conferências Nacionais de Segurança Alimentar e Nutricional, dentre outras atribuições.   Redação Portal ABRAS Clique aqui e veja mais notícias

Índice de contaminação por agrotóxicos diminui nos supermercados, revela Abras

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) constatou que 73% dos hortifrutis vendidos em 44 redes varejistas de todo o País estavam dentro da “conformidade”. Isso significa que três em cada quatro frutas, verduras ou legumes apresentaram resíduos de agrotóxicos dentro dos limites aceitos pela Anvisa.

Os dados de 2016 são melhores que os de 2015, que apontaram apenas 66% de “conformidade”. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes, contra apenas um milhão em 2015. O monitoramento abrange 20,5% das vendas totais de hortifrutis no Brasil. São monitorados 81 produtos.

 Peixe sem burocracia

O Governo do Estado anunciou, no final de fevereiro, medidas para incentivar a criação de peixes em cativeiro. Agora, o produtor poderá emitir por conta própria a Declaração de Conformidade da Atividade Agropecuária para a aqüicultura. Na prática, isso dispensa o licenciamento ambiental prévio para pequenos produtores.

Estados do Sul querem…

Depois de conquistar o mundo com suínos e frangos, maçã e vinho, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná querem invadir o mercado global do leite de qualidade e derivados. Após flagrantes de adulteração e dezenas de prisões, os três estados mudaram a forma de remunerar o produtor.

 …dominar mercado…

Com isso, o pecuarista deixou de receber pelo número de litros que entrega ao laticínio e passou a ser remunerado pela quantidade de proteínas e gordura no leite, ou seja, não vale mais a pena despejar água na leiteira que vai para a indústria. Resultado: o Sul já produz 60% de todo o leite brasileiro e atrai empresas de fora.

 …mundial de lácteos Em fevereiro, um grande laticínio anunciou que trocará Goiás por Santa Catarina, num processo de atração semelhante ao da indústria da pesca nos anos de 1990. SC é o quinto maior produtor de alimentos, mesmo ocupando só 1,13% do País.

Páscoa magra A Associação Brasileira da Indústria de Chocolate prevê uma produção de 58 milhões de ovos de Páscoa neste ano, sem nenhum crescimento em relação a 2016. Motivos: desemprego e crise econômica, somados à queda na safra brasileira de cacau, que teve quebra de 30% devido à seca que afetou lavouras da Bahia.

Filosofia do campo: “Sertão é isto: o senhor empurra para trás, mas de repente ele volta a rodear o senhor dos lados. Sertão é quando menos se espera. Sertão é o sozinho. Sertão é dentro da gente”, João Guimarães Rosa (1908/1967), escritor mineiro, in ‘Grande Sertão: Veredas’.

Fonte: Gazeta de São Paulo Clique aqui e veja mais notícias

Entidades e Ministério da Agricultura unem-se em favor da segurança dos alimentos e do consumidor

 

 
Reunião na sede da GS1 Brasil, em São Paulo
A conscientização para o uso consciente e controlado de defensivos agrícolas para que o país tenha uma produção de alimentos mais segura e com condições de rastreabilidade é um dos principais objetivos do acordo de cooperação técnica, assinado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O acordo ganha força com a participação de entidades interessadas no mesmo propósito, entre elas Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), Associação Brasileira de Sementes (Abrasem), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Federal de Viçosa e a Paripassu.   Na semana passada, em 23/02, foi realizada uma reunião do Grupo de Trabalho Produção Integrada do Mapa para alinhamento do plano de articulação que envolve as instituições empenhadas em promover a rastreabilidade de alimentos e as boas práticas agrícolas. A reunião foi sediada pela GS1 Brasil, em São Paulo. O objetivo é revisar o plano de ação do Mapa para o plano de Produção Integrada Agropecuária Brasil (PI Brasil), com base nas Normas Técnicas Específicas, e também definir o que será trabalhado no biênio 2017/18. A partir daí, produtores agrícolas terão as premissas para obterem o selo oficial “Brasil Certificado”, que abre as portas para novos mercados de negócios, incluindo exportação. O trabalho de cooperação avançou e uma nova reunião para alinhamento do plano está marcada para 06 de abril próximo, quando serão definidos os próximos passos de ação no campo, com os produtores.   Produção Integrada É um sistema de produção baseado na sustentabilidade, aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, usando instrumentos adequados de monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade de todo o processo, tornando-o economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo. Para que isso seja viável, o plano privilegia capacitação e atualização dos produtores, além do fortalecimento do Programa de Rastreamento e Monitoramento de Agrotóxicos (RAMA) e da Produção Integrada Agropecuária Brasil. Vale lembrar que o programa RAMA é uma iniciativa da Abras.   Vantagens  Possibilita um controle total de todas as etapas da cadeia de suprimentos, fornecendo instrumentos fundamentais para análise e gestão de riscos  A empresa passa a oferecer mais segurança e confiabilidade ao consumidor podendo maximizar seus resultados.  Ao obter certificação de origem e processamento, a empresa pode diferenciar e agregar valor a seus produtos Princípios básicos  A rastreabilidade deve ser aplicada objetivando a rápida identificação e localização de qualquer produto em qualquer elo da cadeia de suprimentos. Para isso, é necessário que todos os parceiros comerciais possuam um padrão único de identificação e comunicação, além de estarem integrados em processos colaborativos, nos quais a informação relevante é trocada continuamente entre os componentes da cadeia  É de responsabilidade de cada empresa gerenciar os links entre o que ela recebeu de seus fornecedores e o que está entregando a seus clientes. Os links também incluem os relacionamentos entre os produtos e suas unidades de transporte e armazenamento  Precisão e rapidez no registro e recuperação dos dados também são dois elementos de referência em qualquer sistema de rastreabilidade. Alguns dados devem ser sistematicamente transmitidos entre os parceiros enquanto outros dados devem ser apenas registrados     Fonte: Assessoria de Comunicação da GS1 Brasil      

ABRAS participa de Fórum do Agronegócio no Paraná

A Sociedade Rural do Paraná e a MMarchiori realizaram ontem (4), o Fórum do Agronegócio, na cidade de Londrina (PR). O evento contou com a participação do superintendente da ABRAS, Marcio Milan, que debateu em painel a cadeia produtiva de alimentos do Brasil e o desafio de alimentar o mundo.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Neri Geller, participou da conferência de abertura do Fórum.

A programação incluiu cinco painéis, sendo dois pela manhã: O Brasil e o desafio de alimentar o mundo, Sustentabilidade e interação na cadeia produtiva: o exemplo do Brasil para o mundo. E mais três durante a tarde: Agricultura, tecnologia e inovação sustentável, O Brasil e a Pecuária Sustentável, e Comunicação entre urbano e o rural: por que não se falam.

 

Participação ABRAS

O superintendente da ABRAS, Márcio Milan, participou do segundo painel do evento, realizado das 11h15 às 12h30, com o tema Sustentabilidade e interação na cadeia produtiva: o exemplo do Brasil para o mundo. Durante a apresentação, Milan falou também do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS

“Eventos como este nos dão a dimensão do que está sendo realizado no Brasil e no mundo na cadeia produtiva de alimentos, e também nos mostra o que ainda precisa ser feito em relação a inovação, tecnologia e sustentabilidade. É gratificante participar do Fórum com diversos elos do agronegócio e ter a oportunidade também de falar do RAMA, este importante programa que contribui para a segurança do alimento no Brasil”,  declara Marcio Milan.

 

Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de Simpósio de Agrotóxicos em Piracicaba

Marcio Milan no Simpósio de Agrotóxicos, em Piracicaba

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Márcio Milan, participa na tarde de hoje (26) do Simpósio de Agrotóxicos: tópicos relevantes e principais desafios, em Piracicaba, interior paulista.

Organizado pelo Pecege/ Esalq*, da Universidade de São Paulo (USP), o evento tem o objetivo de discutir e esclarecer dúvidas relacionadas aos registros de agrotóxicos, resíduo de defensivos agrícolas em alimentos, resistência de pragas aos agrotóxicos, entre outros tópicos.

Durante o evento, Milan fará palestra sobre o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS, e apresentará as próximas metas do programa para 2020 como:

  • Adesão, ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV
  • Aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor
  • Reduzir o desperdício de alimentos em 20% (perdas em FLV)
  • Educação de toda a cadeia produtiva de alimentos
  • Integrar a cadeia por meio de padrões GS1

 

O superintendente falará também da importância da seção de Frutas, Legumes e Verduras (FLV) no autosserviço brasileiro, que representa 9,3% do faturamento anual do setor, além de trazer informações sobre as novas tendências do consumidor brasileiro.

Simpósio de Agrotóxicos: tópicos relevantes e principais desafios acontece até amanhã (27/4), das 8h às 18h, no Anfiteatro da Engenharia, ESALQ/USP, em Piracicaba.

 

*O Pecege – Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – é um grupo de extensão vinculado ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), responsável pela gestão de cursos de especialização (MBAs), capacitação e treinamentos diversos.

Redação Portal ABRAS

 

MAPA e ABRAS se reúnem em São Paulo para tratar da segurança dos alimentos

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) Marcio Milan, se reuniu ontem (12/4) com o coordenador de Produção Integrada Agropecuária da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Helinton Rocha, na sede da ABRAS, em São Paulo, para definir ações do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, que tem o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no País, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil).   A reunião também contou com o executivo de Negócios da GS1 Brasil, Nilson Gasgoni, e com a pesquisadora de Gestão de Qualidade e Segurança do Alimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fagoni Fyer Calegario, além do gerente de Marketing e Eventos ABRAS, Jeferson Moreira, e de Fabiana Alves, da área de sustentabilidade da entidade nacional de supermercados.   Na oportunidade foram discutidas ações de divulgação do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) aos clientes de supermercados do País, e a promoção da origem e qualidade dos alimentos com as ferramentas de gestão de riscos e do selo “Brasil Certificado”, que certifica a qualidade e sustentabilidade dos produtos, e também ações para a capacitação de profissionais da cadeia produtiva.   “A cooperação entre o governo e o setor supermercadista é fundamental no processo de expansão do RAMA, que foi criado em 2012 com o objetivo de monitorar os defensivos agrícolas utilizados na produção de frutas, legumes e verduras. Esta parceria da ABRAS e do MAPA tem o objetivo de garantir a segurança do alimento e a saúde da população”, destaca Marcio Milan.   Programa RAMA O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) foi lançado pela ABRAS em 2011 para rastrear e monitorar frutas, legumes e verduras (FLV). De adesão voluntária, fomenta as boas práticas agrícolas, acompanhando as tendências mundiais do setor varejista na atenção à segurança dos alimentos oferecidos aos seus consumidores. O Programa RAMA está presente em todas as regiões brasileiras, e já atinge 44 varejos, o que representa 20,5% do FLV comercializado no Brasil. Em 2016 o RAMA registrou um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV rastreadas no País.   PI Brasil A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) está focada na adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários de alta qualidade e seguros, mediante a aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras são produzidos no sistema integrado.   Redação Portal ABRAS

Hoje é o dia mundial da agricultura!

Hoje é o dia mundial da agricultura! Uma data muito importante para toda a sociedade.

O setor supermercadista brasileiro, como o maior comercializador de frutas, legumes e verduras no País (60% das vendas), reconhece a grande importância de todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, e os agricultores são fundamentais para a nossa sobrevivência.

É por isso que a Abras, por meio do seu Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), busca a integração dos supermercados e produtores rurais – campo e cidade.

Parabéns a todos que alimentam o mundo!

 

Redação Portal Abras

Mapa e entidades agrícolas orientam sobre uso consciente de defensivos

A conscientização para o uso consciente e controlado de defensivos agrícolas para que o País tenha uma produção de alimentos cada vez mais segura e com condições de rastreabilidade é um dos principais objetivos de acordo de cooperação técnica, celebrado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com participação ainda da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, Associação Brasileira de Sementes (Abrasem), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal de Viçosa e a empresa Paripassu.

Em reunião do Grupo de Trabalho Produção Integrada do Mapa, realizada na GS1 Brasil, em São Paulo (SP), os parceiros discutiram o alinhamento do plano de articulação dedicado a promover a rastreabilidade de alimentos e as boas práticas agrícolas no campo. O objetivo do encontro foi o de revisar a estratégia de ação do Mapa para o plano de Produção Integrada Agropecuária Brasil (PI Brasil), com base nas Normas Técnicas Específicas, bem como definir o que será trabalhado no biênio 2017/18. A partir deste ponto, produtores agrícolas terão as premissas para obterem o selo oficial “Brasil Certificado”, que abre as portas para novos negócios e mercados, dentro e fora do País.

Segundo os parceiros, o trabalho de cooperação avançou e uma nova reunião para alinhamento do plano está marcada para o dia 06 de abril, quando serão definidos os próximos passos de ação no campo, com os produtores rurais. O PI Brasil é um sistema de produção baseado na sustentabilidade, aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, usando instrumentos adequados de monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade de todo o processo.

Fonte: Ambami Noticias

Rastreabilidade de frutas, legumes e verduras passa de 1,2 milhão de toneladas

Por equipe SNA/RJ Ter a garantia da qualidade dos alimentos que chegam às prateleiras dos estabelecimentos comerciais, e depois à mesa das famílias no Brasil, pode ser determinante para o consumidor na hora de optar por uma ou outra marca de produtos. De olho na mudança de comportamento do consumo no país, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreia o caminho percorrido por frutas, legumes e verduras (FLV), desde o campo até o comércio varejista. O desempenho deste setor não poderia ser mais positivo: 1,244 milhão de toneladas de FLV foi rastreado em 2016, em comparação a 1,006 milhão registrado no ano anterior, segundo dados da PariPassu, empresa que realiza a gestão técnica do Rama/Abras. “O Rama teve início em 2011, no Estado de Santa Catarina, por meio da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). É um programa criado pela Abras para rastrear e monitorar o uso de agroquímicos nas frutas, legumes e verduras comercializados nos supermercados”, relata o superintendente da Abras, Marcio Milan, em entrevista à equipe SNA/RJ. Segundo o executivo, atualmente com abrangência nacional, o Rama conta com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV vendidas pelo setor no país. Conforme Milan, o principal objetivo do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento é a segurança dos alimentos: “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”. “Também possibilita, por meio da rastreabilidade dos produtos – cadastro/controle dos produtores/fornecedores –, maior precisão na identificação da origem dos problemas de uso excessivo ou incorreto de agrotóxicos na produção”, acrescenta o superintendente da Abras. “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”, ressalta o superintendente da Associação Brasileira de Supermercados, Marcio Milan. Foto: Divulgação Abras mm-300x197 Desempenho e metas para 2020 Na visão de Milan, os resultados de rastreabilidade de frutas, legumes e verduras, no ano passado, foram muito satisfatórios: “Em 2016, o Rama registrou um crescimento de 23,6% no volume de FLV rastreados, na comparação com igual período de 2015”. Para 2017, ele salienta que o principal foco é trabalhar a educação da cadeia produtiva de frutas, legumes e verduras: “A conscientização da importância da rastreabilidade é fundamental para atingirmos melhores resultados”. Durante o evento “Rama 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos”, realizado em São Paulo, no último dia 22 de fevereiro, foram apresentadas as próximas metas do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos para daqui três anos. São elas: adesão ao Rama de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de frutas, legumes e verduras; aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor; reduzir o desperdício de alimentos em 20% (perdas em FLV); educação de toda cadeia produtiva de alimentos; e integrar a cadeia por meio de padrões GS1 App conecta Desenvolvido pela PariPassu, o rastreamento de frutas, legumes e verduras é realizado pelo aplicativo Conecta, indicado desde 2005 como programa de rastreabilidade e monitoramento da qualidade dos alimentos, ao longo da cadeia produtiva, voltada para atender às demandas da gestão do campo à mesa. Atualmente, a PariPassu é a empresa que realiza a gestão técnica do Programa Rama, da Associação Brasileira de Supermercados. giam “A questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”, ressalta Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu, empresa que realiza da gestão técnica do Rama/Abras. Foto: Divulgação “Todas as soluções que desenvolvemos, foram planejadas para que tanto os gestores e demais agentes da cadeia produtiva, quanto os próprios clientes, possam dispor de informações que garantam a qualidade e a segurança dos produtos rastreados”, destaca o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, em entrevista à equipe SNA/RJ. De acordo com ele, desde a criação da empresa, já foram rastreados mais de sete bilhões de quilos de alimentos, entre frutas, legumes e verduras (FLV): “Esse dado é importante, pois mostra como a questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”. Para mais informações, acesse www.conecta.paripassu.com.br. Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura

Carrefour é premiado pela Abras como uma das redes que melhor rastreou alimentos em 2016

Pelo segundo ano consecutivo, o Carrefour recebeu o ‘Prêmio Rama 2017′ na categoria ‘Destaque do Varejo’, durante a apresentação do segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em São Paulo (SP), o evento debateu os avanços do controle do uso de defensivos agrícolas no país e o Carrefour, signatário do programa desde outubro de 2014, recebeu o reconhecimento pelo amplo monitoramento de fornecedores e pela transparência adotada com os consumidores. Em 2016, o Carrefour rastreou 100% dos itens da sua marca própria, que inclui também os produtos que recebem o selo Garantia de Origem. Em relação aos demais produtos comercializados pela rede, que não inclui a marca Carrefour, a adesão dos fornecedores chegou a 78%. Porém, ao considerar todo o quadro de fornecedores da rede, 82% aderiram ao programa. Como resultado de 420 análises, o índice de conformidade do Carrefour no Rama foi de 76%, percentual superior à média geral do programa. Desenvolvido pela Abras em 2011, em parceria com a empresa Paripassu, o programa Rama promove o rastreamento e monitoramento de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras, garantindo que a aplicação dos mesmos não esteja acima do nível permitido por lei. Com 44 redes varejistas participantes, que juntas concentram 20,5% das vendas totais desses alimentos pelo setor no Brasil, o programa possui dois pilares de atuação: rastreabilidade de todos os fornecedores cadastrados pelas empresas participantes e o monitoramento do nível de agrotóxico nos produtos. No ano passado, foi rastreado pelo programa 1,244 milhão de toneladas de alimentos, volume 23,6% maior em relação a 2015 (1,006 milhão de toneladas), e o índice de conformidade atingiu 73%, superior ao índice de 66% registrado no ano anterior. Atualmente, o Rama monitora e rastreia uma média mensal de 104 mil toneladas de toneladas de frutas, legumes e verduras no Brasil. Os resultados são obtidos por meio de análises técnicas da quantidade de resíduos em amostras coletadas e os dados são disponibilizados por meio de um portal para que produtores/fornecedores e supermercadistas monitorem os produtos continuamente. Além disso, o consumidor pode rastrear os alimentos por meio do QR Code presente nas embalagens ou mesmo do portal do Rama. Desde que passou a integrar o programa, a área de Segurança Alimentar do Carrefour coletou amostras de diversos fornecedores pelo país. Atualmente, todos aqueles que integram a marca própria da rede ou que recebem o selo Garantia de Origem já seguem as diretrizes do Rama. O objetivo da companhia é atingir 100% da sua cadeia de frutas, legumes e verduras. “O uso adequado de defensivos agrícolas é fundamental para garantir a oferta de alimentos de qualidade e seguros, ao mesmo tempo não comprometem a biodiversidade e o bem-estar das comunidades”, destaca Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. “A adesão ao Rama possibilitou à companhia fortalecer ainda mais os processos de controle e rastreabilidade a partir da capacitação dos nossos fornecedores sobre as melhores práticas de produção”, destaca Pianez. Além do Rama, o Carrefour conta com outras ações de controle de qualidade dos produtos vendidos em suas unidades. O programa Garantia de Origem, implantado no Brasil há 15 anos, atesta o compromisso da companhia em acompanhar a trajetória do alimento desde sua produção até as gôndolas. Além disso, todos os itens da marca Carrefour passam por rígidos padrões de segurança alimentar, testes laboratoriais e auditoria social, o que garante a alta qualidade e procedência dos produtos. Sobre o Grupo Carrefour Há mais de 40 anos no Brasil, o Grupo Carrefour está presente em todas as regiões do país e conta com os formatos Carrefour Hiper, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour.com, Atacadão e Supeco, além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos consumidores, como postos de combustível, drogarias e serviços financeiros. A cada mês, cerca de 22 milhões de compras são registradas em seus mais de 560 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 42,7 bilhões no Brasil em 2015 e uma equipe de mais de 78 mil colaboradores, a empresa é a maior varejista de alimentos do país e a segunda maior operação dentre todos os mercados nos quais o Grupo Carrefour opera. No mundo, a companhia está presente em 35 países, sendo 10 com operações próprias, e emprega cerca de 380 mil colaboradores. O Grupo Carrefour está presente na vida de 100 milhões de consumidores que visitam suas mais de 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina. Atualmente, cerca de 13 milhões de compras são realizadas a cada dia em seus diversos formatos distribuídos pelo mundo. Fonte: Assessoria de Comunicação do Grupo Carrefour

Terra Viva: Abras divulga segundo balanço de monitoramento de alimentos

A Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, divulgou, na capital paulista, o segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos. Foram apresentados os avanços do controle de defensivos em frutas, verduras e legumes no Brasil. Clique aqui e confira a reportagem completa no dia 26/2 do site. Fonte: Terra Viva

Volume de FLV Rastreado Cresce de 23,6% em 2016

1,244 Milhão de Toneladas O RAMA (Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015. Foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015. Os dados são do 2º balanço anual do programa, divulgado no último dia 22, no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado no Roof Top 5, em São Paulo. Fonte: Portal Giro News

Programa RAMA da ABRAS tem crescimento de 23,6% em 2.016

Renato Galvão Na manhã e tarde de ontem, no Roof Top 5, em São Paulo, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), divulgou o crescimento em 2.016 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) – sendo de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) – se comparado com 2.015. Em 2.016 um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV , foi rastreado, versus 1,006 milhão na mesma época em 2.015, segundo a Paripassu, responsável pela gestão técnica do programa. O RAMA foi lançado em 2.011, e rastreia e monitora no Brasil, algo em torno de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, informa João Sanzovo, presidente da ABRAS. O RAMA conta atualmente com a presença de 44 varejos, que comercializam mais de 20,5% das vendas totais de FLV no Brasil, sendo que de forma contínua, 81 produtos são rastreados, do total de 290 itens monitorados. Durante o evento, foi realizado também a segunda edição do Prêmio Destaque Rama, homenageando importantes nomes pela contribuição ao programa no ano passado. Na categoria Varejo, os vencedores foram: Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão. Em Varejo de Pequeno Porte, Zabot Supermercados se destacou. A Parceria ficou com a GS1 e na categoria Produtor/Distribuidor, os nomes são: Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive. A Personalidade do Ano foi Alberto Yoshida e o Órgão Governamental de 2.016, destaque para Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Fonte: Gazeta da Semana

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA da ABRAS cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do Programa, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). Fonte: Apas

Presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da CNA participa do RAMA 2020

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentou o 2º balanço anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) no evento RAMA 2020, realizado em São Paulo, no dia 22/2. O objetivo do programa é monitorar frutas, legumes e verduras da fazenda até o supermercado, avaliando se o produto está dentro das conformidades exigidas. O presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luciano Vilela, participou do evento e trouxe um dado importante, no qual a comissão vem trabalhando com prioridade, o desperdício de alimento. “Cerca de 7% de tudo que é distribuído pela rede varejista de frutas, legumes e verduras é desperdiçado de alguma forma”. Clique aqui e confira o vídeo na íntegra. Fonte: Jornal do produtor

Rastreabilidade do alimento ajuda no crescimento do índice de conformidade

A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos. No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Fonte: Assessoria de Comunicação da ACATS

Controle da qualidade de alimentos hortifrutigranjeiros cresce 23%

Presente em doze redes de supermercados do Sergipe, nas cidades de Aracaju, Estância, Nossa Senhora do Socorro, Nossa Senhora da Gloria, Capela, Itaporanga d’Ajuda e Itabaiana, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) tem como principal objetivo monitorar alimentos hortifrutigranjeiros com níveis de agrotóxicos não permitidos. De acordo com balanço divulgado dia 22 de fevereiro pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), promotora do programa, em 2016 foram rastreadas 1,244 milhão de toneladas de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do RAMA. Um crescimento de 23,6% no volume, em comparação com o mesmo período em 2015, quando foram registradas 1,006 milhão de toneladas. Lançado em 2011, o Programa RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em parceria a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN) e a Associação Sergipana de Supermercados (ASES), o RAMA é fundamental para conscientizar produtores, distribuidores e varejistas na promoção do consumo de alimentos hortifrutigranjeiros seguros. Fortalecimento do programa em Sergipe O Supermercado Feirão da Economia, localizado em Nossa Senhora do Socorro, aderiu ao Rama logo que o empresário Francisco Firmino Albuquerque assumiu a presidência da Ases em 2016. “O rastreamento é mais um serviço ofertado aos nossos clientes. Serviço esse que, além de informar a origem dos alimentos, garante a qualidade dos FLV’s comercializados. Rastrear é um caminho sem volta e que deve ser feito por todas as lojas. Enquanto presidente da ASES, estamos trabalhando para que todas as redes associadas façam o rastreamento”, afirmou Francisco. Para o ex-presidente e introdutor do programa em Sergipe, João Luiz Oliveira, atual delegado junto à ABRAS, o rastreamento de alimentos é um caminho que está apenas no início, mas que precisa do apoio de todas as estaduais para poder se desenvolver ainda mais e melhor. “Apesar de pequeno, o estado de Sergipe despontou logo no início do programa. Fomos o terceiro estado a fazer parte do programa e com três anos de atuação já temos 12 varejos participantes, mas é preciso que todos os supermercados participem”, detalhou João. Além de instruir os varejos a participarem do programa, a ASES promove eventos que visam incentivar e qualificar os participantes. Em 2014, em ação conjunta com a Secretaria de Saúde, através da Diretoria Estadual de Vigilância Sanitária (DIVISA), foi realizado o “V Seminário de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos e Alternativas Agroecológicas de Produção”, que, entre outros temas, abordou o uso correto de defensivos agrícolas e o Programa de Rastreabilidade. Já em 2015, a ASES realizou em Itabaiana o curso “Boas práticas agrícolas e o uso consciente de agrotóxicos” voltado para produtores e distribuidores, que mostrou os perigos e prejuízos causados através do uso irregular de agrotóxicos em frutas, legumes e verduras. Na oportunidade, disseminou as Boas Práticas Agrícolas e apresentou a cadeia de rastreamento e monitoramento de alimentos. O último ano foi focado em inserir novos varejos no programa. Saltando de cinco para doze redes participantes. “O RAMA para nós é uma questão de saúde pública, pois com o rastreamento de alimentos evitamos que nossos clientes consumam produtos fora das normas de saúde definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, conclui João Luiz. Para o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência”, ressaltou. Fonte: Ases

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: O Diário – Maringá

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Ano passado marca crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados; 44 redes de varejo participam do programa Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: InfoMoney

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Boa Informação

Cresce uso racional de defensivo no hortifrúti

Nayara Figueiredo / DCI – São Paulo Programa de rastreabilidade mostra que o volume de frutas, verduras e legumes adequado às normas do Ministério da Agricultura avançou três pontos percentuais no ano passado, diz Abras São Paulo – A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Segundo a executiva, os primeiros resultados com os agricultores estão sendo colhidos. Fonte: Portal do Agronegócio

ABRAS: Programa RAMA cresce 23,6%

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 23,5% em 2016 O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado ontem (22/2) no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado, em São Paulo. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu, ontem (22/2), empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). RAMA 2020 Marcio Milan e Giampaolo Buso apresentaram também as próximas metas e desafios do Programa RAMA para 2020. Dentre elas estão: Adesão, ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV • Aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor • Reduzir o desperdício de alimentos em 20% • Educação de toda cadeia produtiva de alimentos • Integrar a cadeia por meio de padrões GS1 Palestras O evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos trouxe importantes especialistas para debater os avanços do controle do uso de defensivos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. O coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Helinton Rocha, falou, em sua palestra PI Brasil – Produção Agropecuária Integrada sobre a adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários seguros e de alta qualidade, mediante a aplicação de recursos naturais e a regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Rocha enfatizou ainda as vantagens do RAMA e a união com a ABRAS na disseminação do programa para a cadeia produtiva. “Para nós do ministério é muito importante essa parceria porque nos auxilia em informações sobre a realidade do mercado. Os supermercados correspondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir protocolos relacionados às questões de rastreabilidade.” As boas práticas da cadeia de alimentos, o desenvolvimento tecnológico, a importância de um padrão de integração e o impacto do RAMA em um varejista foram discutidos durante painel que contou com a participação da pesquisadora da Embrapa, Fagoni Fayer Calegário, do diretor da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi, do executivo de Engajamento e Projetos Sociais, da GS1, Nilson Gasconi e da supervisora de Segurança Alimentar da Cooperativa de Consumo (COOP), Débora Consenza. O segundo painel do evento debateu rastreabilidade, integração da cadeia e capacitação de pequenos produtores rurais para fazer o correto uso de defensivos, e contou com a pesquisadora do CEPEA, Margarete Boteon, do gerente de Produtos e Mercado da Arysta, Guilherme Ogata, da gerente de Parcerias Para a Cadeia de Alimentos e Sustentabilidade, Cristiane Lourenço, e do gerente Para Produtividade Sustentável da América Latina da Syngenta, Fabrício Peres. Na sequência, o presidente da Abrafruta, Jorge Luís de Souza, fez uma apresentação sobre o comportamento de consumo de FLV da população brasileira. O gerente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Carrefour, Fernando Careli, finalizou o circuito de palestras ressaltando a importância do combate ao desperdício no varejo como prática sustentável. Premiações No evento, aconteceu também a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageou produtores e personalidades pela contribuição e parceria no Programa em 2016. Confira, abaixo, as empresas e as categorias premiadas: Órgão governamental • Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Produtor/Distribuidor • Cea Rosa Vegetais • Trebeschi Tomates • Le Cultive Varejo • Angeloni • Carrefour • Supermercado Nordestão Varejo de pequeno porte • Zabot Supermercados Personalidade • Alberto Yoshida Parceria • GS1 Brasil Acordo ABRAS e Associação Brasileira de Citros de Mesa-ABCM Pelo reconhecimento da força do trabalho conjunto, o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, e o presidente da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), Emilio Favero, assinaram durante o evento RAMA 2020 uma carta de intenções entre as duas entidades. O Plano de Trabalho visa a promoção, nos supermercados brasileiros, dos citros de mesa (laranja, tangerina e limão), além do incentivo às boas práticas agrícolas e ao combate ao desperdício de alimentos por meio do programa RAMA. Expositores Os participantes também contaram com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento RAMA 2020: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O evento RAMA 2020 contou ainda com o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). A cobertura completa do evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos estará na próxima edição da Revista SuperHiper. (Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRAS / Natalia Lima e Elisângela Vieira) Fonte: Revista Alimentare

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Verdade SA

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Bem Paraná

Supermercados ampliam volume de frutas, legumes e verduras rastreados

Programa do varejo de controle de resíduos de defensivos agrícolas em alimentos cresce em 2016 Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Sindicato Rural de Santo Augusto

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Por Agência Brasil Fonte: Rural BR

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

Veja a notícia na integra clicando no link abaixo: http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/sorria-suas-frutas-legumes-verduras-estao-sendo-rastreadas-cada-vez-mais-66261 Fonte: AgroFerti

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Portal de Notícias Terra

Volume de frutas, verduras e legumes rastreado no Programa RAMA cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado na quarta-feira (22), no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado no Roof Top 5, em São Paulo. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da Abras, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da Abras e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaou o superintendente da Abras. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência”. O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). RAMA 2020 Marcio Milan e Giampaolo Buso apresentaram também as próximas metas e desafios do Programa RAMA para 2020. Dentre elas estão a adesão ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV; aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor; reduzir o desperdício de alimentos em 20%; educação de toda cadeia produtiva de alimentos; e integrar a cadeia por meio de padrões GS1. Palestras O evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos trouxe importantes especialistas para debater os avanços do controle do uso de defensivos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. O coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Helinton Rocha, falou, em sua palestra PI Brasil – Produção Agropecuária Integrada sobre a adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários seguros e de alta qualidade, mediante a aplicação de recursos naturais e a regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Rocha enfatizou ainda as vantagens do RAMA e a união com a ABRAS na disseminação do programa para a cadeia produtiva. “Para nós do ministério é muito importante essa parceria porque nos auxilia em informações sobre a realidade do mercado. Os supermercados correspondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir protocolos relacionados às questões de rastreabilidade”. As boas práticas da cadeia de alimentos, o desenvolvimento tecnológico, a importância de um padrão de integração e o impacto do RAMA em um varejista foram discutidos durante painel que contou com a participação da pesquisadora da Embrapa, Fagoni Fayer Calegário, do diretor da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi, do executivo de Engajamento e Projetos Sociais, da GS1, Nilson Gasconi e da supervisora de Segurança Alimentar da Cooperativa de Consumo (COOP), Débora Consenza. O segundo painel do evento debateu rastreabilidade, integração da cadeia e capacitação de pequenos produtores rurais para fazer o correto uso de defensivos, e contou com a pesquisadora do CEPEA, Margarete Boteon, do gerente de Produtos e Mercado da Arysta, Guilherme Ogata, da gerente de Parcerias Para a Cadeia de Alimentos e Sustentabilidade, Cristiane Lourenço, e do gerente Para Produtividade Sustentável da América Latina da Syngenta, Fabrício Peres. Na sequência, o presidente da Abrafruta, Jorge Luís de Souza, fez uma apresentação sobre o comportamento de consumo de FLV da população brasileira. O gerente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Carrefour, Fernando Careli, finalizou o circuito de palestras ressaltando a importância do combate ao desperdício no varejo como prática sustentável. Premiações No evento, aconteceu também a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageou produtores e personalidades pela contribuição e parceria no Programa em 2016. São elas: Na categoria Órgão governamental, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) esteve representado por Helinton Rocha; Produtor/Distribuidor, com Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive; Varejo, através das empresas Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão; Varejo de pequeno porte com Zabot Supermercados; Personalidade com Alberto Yoshida; e Parceria de GS1 Brasil. Acordo ABRAS e ABCM Pelo reconhecimento da força do trabalho conjunto, o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, e o presidente da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), Emilio Favero, assinaram durante o evento RAMA 2020 uma carta de intenções entre as duas entidades. O Plano de Trabalho visa a promoção, nos supermercados brasileiros, dos citros de mesa (laranja, tangerina e limão), além do incentivo às boas práticas agrícolas e ao combate ao desperdício de alimentos por meio do programa RAMA. Expositores Os participantes também contaram com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O RAMA contou, ainda, com o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). Ascom Abras Fonte: Caderno Mercado

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Por: Agência Brasil Fonte: Site Bahia Recôncavo

Programa RAMA da ABRAS tem crescimento de 23,6% em 2.016

Na manhã e tarde de ontem, no Roof Top 5, em São Paulo, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), divulgou o crescimento em 2.016 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) – sendo de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) – se comparado com 2.015. Em 2.016 um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV , foi rastreado, versus 1,006 milhão na mesma época em 2.015, segundo a Paripassu, responsável pela gestão técnica do programa. O RAMA foi lançado em 2.011, e rastreia e monitora no Brasil, algo em torno de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, informa João Sanzovo, presidente da ABRAS. O RAMA conta atualmente com a presença de 44 varejos, que comercializam mais de 20,5% das vendas totais de FLV no Brasil, sendo que de forma contínua, 81 produtos são rastreados, do total de 290 itens monitorados. Durante o evento, foi realizado também a segunda edição do Prêmio Destaque Rama, homenageando importantes nomes pela contribuição ao programa no ano passado. Na categoria Varejo, os vencedores foram: Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão. Em Varejo de Pequeno Porte, Zabot Supermercados se destacou. A Parceria ficou com a GS1 e na categoria Produtor/Distribuidor, os nomes são: Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive. A Personalidade do Ano foi Alberto Yoshida e o Órgão Governamental de 2.016, destaque para Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Fonte: Blog Top Rg

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Por Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Portal Página Popular

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Cenário Agrícola

Cresce uso racional de defensivo no hortifrúti

Programa de rastreabilidade mostra que o volume de frutas, verduras e legumes adequado às normas do Ministério da Agricultura avançou três pontos percentuais no ano passado, diz Abras São Paulo – A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Segundo a executiva, os primeiros resultados com os agricultores estão sendo colhidos. Nayara Figueiredo Fonte: DCI – São Paulo

Rastreamento de frutas, legumes e verduras cresce

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado ontem durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção. Fonte: Diário Indústria e Comércio

Pelo 2º ano consecutivo, presidente da Trebeschi é eleito Produtor Destaque em evento da Abras

No último dia 22, Edson Trebeschi recebeu honraria durante o Prêmio Rama, organizado para debater tendências do setor alimentício Diretor-presidente da Trebeschi, uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil, Edson Trebeschi foi condecorado pelo segundo ano seguido com o título de Produtor Destaque pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O troféu foi entregue ontem (22), durante o Prêmio Rama, realizado em São Paulo (SP). Edson recebeu a honraria por conta dos grandes esforços da empresa no cultivo sustentável de alimentos. Com plantações em quase 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, a Trebeschi assegura o abastecimento de tomates de qualidade o ano inteiro, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. Além disso, detém o maior reservatório de água pluvial do Brasil, voltado à economia dos recursos hídricos utilizados nos processos agrícolas. “É uma satisfação imensa ser eleito Produtor Destaque pelo segundo ano consecutivo. Percebo que a Trebeschi está no caminho certo ao oferecer frutos que se sobressaem pela qualidade e gerar reconhecimento no mercado pela produção eficiente e sustentável”, comemora Edson. A sigla Rama significa Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, e o evento reuniu cerca de 200 pessoas – incluindo representantes de órgãos governamentais, entidades parceiras, supermercadistas e universidades. Diversos debates foram realizados ao longo da cerimônia, com foco em segurança do alimento, desperdício, tecnologia em FLV, prevenção de perdas, integração da cadeia, entre outros temas. Na ocasião, a Abras e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fizeram a renovação do Termo de Cooperação Técnica para Disseminação e Fortalecimento das Boas Práticas Agrícolas nas Cadeias Produtivas de Alimento, com base na Produção Integrada Agropecuária e o selo oficial “Brasil Certificado”, assinado em 2014. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança alimentar. Mais informações www.trebeschi.com.br. Fonte: Assessoria de Comunicação da Trebeschi

Frutas, legumes e verduras estão sendo cada vez mais rastreadas

Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Canal Rural

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado hoje (22/2) no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, em São Paulo. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a Paripassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia no Brasil uma média mensal de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras desde o ano de sua implantação. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, destaca o presidente da ABRAS, João Sanzovo. Análise de resíduo Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Anvisa. No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “O RAMA é um avanço para todos os envolvidos da cadeia de Abastecimento. É referência na rastreabilidade de alimentos e no controle de agrotóxicos do País. Utilizamos as melhores tecnologias e profissionais para garantir a precisão das nossas análises. A conscientização de supermercadistas, fornecedores e produtores sobre a importância da adesão ao programa é fundamental para evoluirmos ainda mais”, destaca o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan. Números O RAMA, de abrangência nacional, conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam mais de 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Constantemente, 81 produtos são monitorados (do total de 290 produtos rastreados). O programa conta com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). Premiações Durante o RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia de Alimentos acontece a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageia produtores e personalidades por sua contribuição e parceria no Programa RAMA em 2016. Confira abaixo as empresas e as categorias premiadas: Órgão governamental • Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Produtor/Distribuidor • Cea Rosa Vegetais • Trebeschi Tomates • Le Cultive Varejo • Angeloni • Carrefour • Supermercado Nordestão Varejo de pequeno porte • Zabot Supermercados Personalidade • Alberto Yoshida Parceria • GS1 Brasil RAMA 2020 Durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, especialistas debatem avanços do controle do uso de agrotóxicos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. Na oportunidade também serão definidas as metas do Programa RAMA para 2020, foco principal do evento. Dentre elas estão: • Adesão do varejo e produtores em 50% • Aumento do consumo de FLV consumido no País em 20% • Combate ao desperdício de alimentos em 20% • Educação de toda cadeia produtiva de alimentos • Padronização GS1 (automação) Expositores Os participantes também contam com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento RAMA 2020: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O RAMA 2020 também recebe o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). ABRAS A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 83,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 315,8 bilhões (Ranking Abras/SuperHiper 2016), o setor supermercadista no País representa 5,35% do PIB e gera mais de 1,85 milhão de empregos diretos, segundo a Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego (RAIS). Trata-se da mais importante atividade econômica de comércio, com 84,5 mil lojas no Brasil, que recebem cerca de 25 milhões de consumidores todos os dias. Redação Portal Abras

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Jornal do Brasil

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Site Cenário MT

HORTIFRUTI/CEPEA: Pesquisadores do Cepea participam do RAMA 2020

Evento é realizado hoje pela Abras A equipe da Hortifruti Brasil participa, nesta quarta-feira, do evento RAMA 2020: Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos, que acontece em São Paulo. O encontro é uma realização da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e segue até as 17h, com workshops ministrados por especialistas do setor de frutas, legumes e verduras. A professora da ESALQ/USP e coordenadora do projeto Hortifruti/Cepea, Margarete Boteon, é uma das moderadoras do Painel “Sustentabilidade: Boas Práticas Agrícolas”, que tem como objetivo discutir as formas de disponibilizar alimentos seguros e de melhor qualidade ao consumidor brasileiro. Durante o evento, também serão apresentadas as metas do RAMA até 2020, o 2° Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Abras e a premiação Destaque Rama 2017. O encontro reúne, além de agentes das diversas cadeias do setor de FLV, 44 varejos, que correspondem a 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados brasileiros. Fonte: Abras e hfbrasil.org.br

Dados sobre o programa de controle de defensivos agrícolas

A Associação brasileira de Supermercados (Abras),divulgou nesta quarta-feira, na capital paulista, o segundo balanço do programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos. Foram apresentados os avanços do controle de defensivos de frutas, verduras e legumes no Brasil. Fonte: TV Terra Viva

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Só Notícias/Agronotícias

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Edição: Luana Lourenço

ABRAS DIVULGA 2ª BALANÇO ANUAL DO PROGRAMA RAMA NO DIA 22/2

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no dia 22 de fevereiro, às 9h30, o 2º Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) em evento no Roof Top 5, em São Paulo. A programação contará com importantes temas da cadeia produtiva de FLV, que serão debatidos por especialistas da área. No evento acontecerá também a Premiação Destaque RAMA 2017, e exposição de produtos. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fonte: ASPAS – Associação Paraense de Supermercados

ABRAS divulga controle de agrotóxicos em FLV no Brasil

A ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados divulga no próximo dia 22/2, às 9h30, o 2º Balanço do RAMA – Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos. Na oportunidade serão apresentados os avanços do controle de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (FLV) no País. Durante o evento, denominado RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, importantes especialistas de órgãos governamentais, entidades de classe e produtores, irão debater segurança do alimento, desperdício, tecnologia em FLV, prevenção de perdas, integração da cadeia, entre outros temas. Na ocasião, a ABRAS e o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento farão a renovação do Termo de Cooperação Técnica para Disseminação e Fortalecimento das Boas Práticas Agrícolas nas Cadeias Produtivas de Alimento, com base na Produção Integrada Agropecuária e o selo oficial “Brasil Certificado”, assinado em 2014. Fonte: Revista de Agronegócios

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Site acrítica

Em SC, Trebeschi inaugura nova unidade para a seleção e distribuição de tomate

Uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do país, a Trebeschi, acaba de inaugurar um novo packing house – ou unidade de beneficiamento – no município de Lebon Régis, no oeste de Santa Catarina. O centro será responsável pela distribuição de frutos a todo o Brasil e a alguns países da América do Sul, com a utilização das tecnologias mais modernas para o controle de qualidade. A empresa já conta com um packing house em Araguari (MG) e pontos de distribuição no Ceagesp, em São Paulo (SP). “Rastreamos nossos frutos desde a colheita até a entrega aos supermercados. Eles são classificados eletronicamente de forma rigorosa e embalados de maneira a atender diferentes públicos e exigências. Depois de passar pelo packing house, são transportados sob refrigeração, garantindo qualidade em todo o ciclo”, explica Edson Trebeschi, presidente da companhia. “A escolha pelos melhores frutos começa já na plantação, desde a seleção das sementes até a semeadura em viveiros automatizados. Em um segundo momento, a produção conta com acompanhamento técnico para utilizar os recursos naturais de forma otimizada e sustentável, priorizando a segurança do alimento”, complementa Edson. Na unidade de beneficiamento, os frutos são analisados por máquinas importadas, que realizam classificações por sensores de fotocélulas capazes de identificar 120 tonalidades diferentes de cores. “A Trebeschi é auditada pelas principais redes de varejo brasileiras, que exigem o mais alto padrão de qualidade. O processo para garantir a escolha dos melhores frutos inclui o trabalho de uma equipe técnica experiente, além da estratégia de possuir plantações espalhadas em diferentes regiões do país, de forma a amenizar ricos climáticos e sempre garantir excelentes colheitas”, acrescenta Edson. O zelo pela segurança do alimento fez com que Edson Trebeschi fosse o primeiro produtor a receber o prêmio Rama (Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos), proposto pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), projeto focado no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), controlando a quantidade de agrotóxicos utilizados. Vencedor da premiação em 2016, o presidente da Trebeschi concorre novamente à honraria em 2017. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança do alimento. Escrito por Diego Freire

ABRAS participa de workshop de sustentabilidade na sede da AGOS

A Associação Goiana de Supermercados (AGOS) realizou, nesta quinta-feira (2/2), o Workshop Sustentabilidade, na sede da entidade, em Goiânia. Na oportunidade, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, falou sobre Logística Reversa e o Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (RAMA). Durante a abertura oficial do evento, o superintendente da AGOS, João Bosco, destacou a inciativa da entidade na realização de workshops direcionados ao setor. “A AGOS inicia hoje uma série de eventos voltados para o debate de assuntos de extremo interesse do varejista. Vamos abordar temas que foram motivo de atenção dos supermercadistas em 2016 e continuarão a ser em 2017.” No primeiro Bloco, Marcio Milan falou de Logística Reversa (eletroeletrônicos, lâmpadas, pilhas, baterias e embalagens em geral). Ele começou sua palestra ressaltando a importância da atuação em conjunto com a AGOS, e com os associados na oferta de conhecimento. “Fiquei muito honrado com o convite, principalmente por ter a oportunidade de abordar temas importantes como este. Em 2010, foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que determinava que fabricantes e distribuidores de diversos produtos industrializados implantassem um projeto de Logística Reversa em suas empresas. Mas ainda existem muitas dúvidas por parte dos empresários do setor e, contribuir com essa conscientização, é gratificante”, destaca. Na segunda parte do workshop, Milan apresentou os processos de implantação do Programa RAMA, juntamente com Giampaolo Buso, diretor da PariPassu, gestora técnica do programa. “As boas práticas na cadeia produtiva são uma necessidade; é a única maneira de garantir a segurança dos alimentos aos consumidores. Por isso, estamos trabalhando intensamente na conscientização para aumentar cada vez mais a abrangência do programa no País”, destaca Milan. Na ocasião, Milan também falou do Evento RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos – que será realizado pela ABRAS no dia 22/2, em São Paulo, e divulgará o 2º Balanço Anual do RAMA. O evento trará também especialistas para debater importantes temas da cadeia produtiva de FLV, além da Premiação Destaque RAMA 2017 e exposição de produtos. Também participou do workshop o diretor da Uai Higienização e Logística, Ricardo Amorim, que falou de higienização de caixas plásticas durante o evento.

João Bosco, superintendente da AGOS (foto: Yuri Lopes)

João Bosco, superintendente da AGOS (foto: Yuri Lopes)

Márcio Milan, superintendente da ABRAS e palestrante

Márcio Milan, superintendente da ABRAS e palestrante

Redação Portal ABRAS/Assessoria de Comunicação da AGOS

ABRAS participará de palestras na AGOS sobre Logística Reversa e Programa RAMA

A convite do superintendente da Associação Goiana de Supermercados (AGOS), João Bosco Pinto de Oliveira, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, fará uma apresentação no dia 2 de fevereiro, sobre sustentabilidade, na sede da AGOS, em Goiânia. “Irei abordar Logística Reversa e o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), dois asssuntos muito importantes em que a ABRAS vem atuando fortemente. É uma ótima oportunidade de apresentar nossos trabalhos e iniciativas e falar sobre temas de interesse do setor”, destaca o superintendente Marcio Milan. Na oportunidade, serão abordados os seguintes tópicos: Bloco 1 – Logística Reversa – Logística Reversa de Eletroeletrônicos – Logística Reversa de Lâmpadas – Logística Reversa de Óleos Lubrificantes – Logística Reversa de Pilhas e Baterias – Logística Reversa de Embalagens de Agrotóxicos – Logística Reversa de Embalagens em Geral Bloco 2 – Programa RAMA – Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). – Processos de Implantação do Programa RAMA. – Evento RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos – que será realizado no dia 22/2, em São Paulo, e divulgará o 2º Balanço Anual do RAMA. O evento trará também especialistas para debater importantes temas da cadeia produtiva de FLV, além da Premiação Destaque RAMA 2017 e exposição de produtos (clique aqui). Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de reunião no MAPA sobre a rastreabilidade na produção de alimento

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou de reunião, ontem (17/1), em Brasília, com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para estruturar o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, que tem o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no País, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). De acordo com o coordenador de Produção Integrada Agropecuária da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do MAPA, Helinton Rocha, a cooperação entre o governo e o setor deverá expandir o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS, que foi criado em 2012 com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos dentro dos limites estabelecidos pela Anvisa. “O RAMA é um programa que tem a finalidade de controlar os defensivos agrícolas ministrados nos produtos, e de uma forma colaborativa e participativa, com a adesão voluntária dos supermercados. Hoje, mais de 20% do FLV do País são rastreados. Com a parceria com o MAPA para a produção integrada, pretendemos incluir todos os envolvidos na produção de frutas, verduras e legumes no programa, até mesmo fabricantes de defensivos”, destaca o superintendente da ABRAS, Marcio Milan. Além do MAPA e da ABRAS, da reunião participaram também representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Federal de Viçosa (MG) e da Associação Brasileira de Automação (GS1). O próximo encontro já está agendado para o dia 23/2, em São Paulo, onde será formalizado um Termo de Cooperação na melhoria da cadeia de FLV entre o MAPA, ABRAS, Embrapa e GS1 Brasil. PI Brasil A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) está focada na adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários de alta qualidade e seguros, mediante a aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras são produzidos no sistema integrado. Balanço Anual RAMA Durante a reunião, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou a participação no evento de divulgação do Balanço Anual do RAMA, que será realizado pela ABRAS no dia 22 de fevereiro, a partir das 9h30, no Roof Top 5, em São Paulo. Na oportunidade, representantes do MAPA farão uma apresentação sobre produção integrada e cadeia produtiva de FLV. Redação Portal ABRAS

ABRAS divulga 2ª Balanço Anual do Programa RAMA no dia 22/2

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no dia 22 de fevereiro, às 9h30, o 2º Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) em evento no Roof Top 5, em São Paulo. A programação contará com importantes temas da cadeia produtiva de FLV, que serão debatidos por especialistas da área. No evento acontecerá também a Premiação Destaque RAMA 2017. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Convite_Email-RAMA-logo-atualizado Fonte: Redação Portal ABRAS

ABRAS e DIPOA discutem Programa Nacional de Educação Sanitária em Agropecuária

Representantes da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) participaram de reunião na tarde de ontem (17/1), na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para discutir a divulgação do Programa Nacional de Educação Sanitária em Agropecuária (PNESA), do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (DIPOA). Na oportunidade, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, a chefe da Divisão de Aperfeiçoamento Técnico do MAPA, Karine Bordignon, a coordenadora-geral de Programas Especiais do MAPA, Cláudia Valéria Cordeiro de Sá, o diretor do Dipoa, José Luiz Ravagnani, o auditor fiscal agropecuário do DIPOA, Alexander Dornelles, e a coordenadora de Comunicação do MAPA, Paola Coimbra, alinharam a realização de uma campanha nacional para orientar o consumidor de alimentos de origem animal sobre a importância da aquisição de produtos seguros e certificados, que começará como piloto em três supermercados do DF. A escolha dessas lojas será feita pelo presidente da Associação de Supermercados de Brasília (ASBRA), Antonio Tadeu Peron, que também participou da reunião. “Precisamos de uma política focada nas boas práticas e na segurança dos alimentos que mobilize nossos consumidores. Por isso, é tão importante essa campanha, que atuará na conscientização e na mudança de hábitos. A aquisição de alimentos de qualidade precisa ser prioridade de todos: fornecedor, supermercadista e consumidor”, destaca Milan. A próxima reunião foi agendada para o dia 3/2, às 14h30, na sede do MAPA, e deverá contar também com os supermercadistas de Brasília que irão participar do projeto-piloto de divulgação. Programa O Programa Nacional de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária (PNESA) tem como objetivo geral promover, por via educativa, a qualidade dos produtos agropecuários brasileiros e de seus derivados. sus2 Redação Portal ABRAS

Diretor presidente da Trebeschi é destaque na 2ª edição do Prêmio Rama, da Abras

Com foco no futuro do setor de alimentos, evento conta com a presença de diversos especialistas e ocorre em São Paulo, no próximo dia 22 de fevereiro Uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil, a Trebeschi marca presença no Rama 2020, importante evento realizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), no dia 22 de fevereiro, em São Paulo. A empresa ganha destaque graças à participação de seu diretor presidente, Edson Trebeschi, na 2ª edição do Prêmio Rama, como concorrente na categoria “Produtor Destaque”, já vencida por ele em 2016. Com foco no futuro do setor de alimentos, o encontro tem a finalidade de debater tendências e caminhos para a integração da cadeia produtiva. “O Rama 2020 é uma oportunidade única de conversar com os maiores especialistas do setor. É estar um passo à frente, já imaginando as novidades que devem marcar a cadeia produtiva dos alimentos nos próximos três anos”, comenta Edson. Com plantações em quase 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, a Trebeschi assegura o abastecimento de tomates de qualidade o ano inteiro, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. A empresa também detém o maior reservatório de água pluvial do Brasil, voltado à economia dos recursos hídricos utilizados nos processos agrícolas. O evento Rama 2020 reúne as empresas participantes do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Abras, e conta com a presença de 200 pessoas, entre representantes de órgãos governamentais, entidades parceiras, supermercadistas, universidades e outras associações. Além da entrega de prêmios, a agenda prevê, ainda, a apresentação de um balanço do setor em 2017 e a realização de workshops, com exposição de produtos e serviços dos participantes. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança do alimento. Fonte: Portal SEGS

Abras e MAPA aprofundam plano de boas práticas à cadeia de hortifrúti

por Roberto Nunes A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) se reunirão no dia 17 de janeiro, em Brasília (DF), para estruturar o segundo Plano de Ação em prol do fortalecimento de boas práticas agrícolas nas cadeias produtivas de alimentos. O referido plano faz parte do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, com o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no Brasil, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). Nos últimos 13 anos, a PI Brasil publicou 28 normas técnicas, que, por sua vez, contemplam 34 importantes cadeias agrícolas. Dentre as estratégias a serem alinhadas e definidas, está o aprofundamento e a expansão das ações relacionadas ao Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Abras. O plano também prevê a criação de um grupo técnico de trabalho, que incluirá outras instituições que exercem influência direta na cadeia de abastecimento, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil) e a Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa (SDA). Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de debate sobre alimentos brasileiros na Jovem Pan

O superintendente da ABRAS, Marcio Milan, participou do debate “Alimentos Brasileiros: saúde, segurança e sustentabilidade” na sede da Jovem Pan, em São Paulo. Na oportunidade, Milan falou do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), criado em 2012 pela ABRAS, para verificar os níveis de agrotóxicos dos alimentos comercializados nos supermercados. O debate, que aconteceu no dia 14/12, foi conduzido pelo escritor e professor José Luiz Tejon, e contou também com empresários e representantes da cadeia de alimentos: Marcelo Brito, diretor executivo da Agropalma; Antonio Roque Dechen, presidente do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS); Giampaolo Buso, diretor da PariPassu, gestora técnica do RAMA; Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) e Luis Madi, diretor Geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (ITAL). Na oportunidade os participantes discutiram a necessidade de trazer uma melhor comunicação ao consumidor em relação à segurança, saudabilidade e sustentabilidade do alimento, e destacaram também a importância da rastreabilidade nesse processo. “Hoje os supermercados tem uma responsabilidade muito grande porque é o contato de toda a cadeia de alimentos que o consumidor tem. Nosso desafio é garantir que os clientes tenham a informação correta do que está levando para casa, se é saudável. E com o RAMA podemos comprovar que as frutas, verduras e legumes, estão dentro dos limites permitidos de agrotóxicos”, destacou Milan no debate. Os convidados também falaram da importância de um embasamento científico quando se trata dos males relacionados aos alimentos, principalmente em um mundo globalizado, o qual utiliza a internet como uma das principais fontes de informação, e aproveitaram para desmistificar algumas afirmações sobre alimentos processados, produtos industrializados, entre outros. Clique aqui e confira o debate “Alimentos Brasileiros: saúde, segurança e sustentabilidade” da Joven Pan na íntegra. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Redação Portal ABRAS

Rastreabilidade: o futuro do agronegócio

Rastreabilidade significa o futuro do agronegócio e isso está conectado diretamente com segurança alimentar. Todos os anos, 76 milhões de americanos são contaminados por alimentos, ou seja, um nível de 26 mil pessoas por 100 mil habitantes. Já na França, muitíssimo menos, 1200 pessoas por 100 mil habitantes. E o que isso quer dizer? Engajamento com segurança alimentar. O alimento brasileiro é seguro? O alimento brasileiro e saudável? Além de abastecer o mercado interno, somos também exportadores e dificilmente estaríamos exportando para os mais exigentes mercados do mundo se o alimento brasileiro não fosse seguro. Mas em qual dimensão somos seguros? Os dados dos Estados Unidos impressionam e geram um custo social naquele País de cerca de US$ 35 bilhões por ano de custo social. A adoção da rastreabilidade dos alimentos, desde suas sementes até o consumidor final, significa não só proteger consumidores, mas também educar e preparar produtores rurais para o futuro, cada vez de maior exigência e precisão nos detalhes. E, não apenas produtores rurais, mas todos os agentes envolvidos numa cadeia produtiva. É como se a agroindústria representasse uma montadora, e a fazenda, o campo, a granja significassem uma agromontadora de sustentabilidade intensiva, reunindo ciência, tecnologia e conhecimentos integrados como num grande lego auxiliado pelas tecnologias da informação. A rastreabilidade veio para ficar e expandir. Programas como o Rama, de rastreabilidade e monitoramento de alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), e de diversos selos e certificações, compõem agora o cenário do que também passará a ser chamado de comércio justo e de capitalismo consciente. Ciência e tecnologia agora são o novo pão nosso de cada dia: comemos e bebemos conhecimentos científico e isso vale para o agro clássico ou para orgânicos, biodinâmicos. Tudo será rastreado e, da mesma forma, ciência e tecnologia representam o conhecimento que faz a produtora e o produtor rural evoluírem todo santo dia. Coisa de boa fé, coisa de tecnologia, coisa de ética nos negócios e na vida! Por: José Luiz Tejon Megido – Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM, Comentarista da Rádio Jovem Pan. Fonte: Diário do Comércio de Minas

CARREFOUR NO PROGRAMA RAMA DA ABRAS

Publicado em 02/12/2016 A definição de qualidade e sua utilização ocorre em situações e compreensões muito distintas ao longo da cadeia de suprimento. Neste cenário, o entendimento dos fluxos de forma sistêmica e integrada demanda um esforço continuo de alinhamento entre os processos internos dos agentes e entre os agentes que se relacionam de forma interdependente para gerar valor ao negócio e à sociedade. A ABRAS, desde o ano de 2010, juntamente com o parceiro tecnológico PariPassu, estudou, modelou, aplicou e validou o conceito do programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, o RAMA.   Leia mais…

Balanço do Programa RAMA será apresentado hoje no RN

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) terá seus resultados e objetivos apresentados na tarde desta terça-feira (29), para empresários supermercadistas e representantes da cadeia produtiva em evento especial no Hotel Praiamar, em Natal (RN). Na oportunidade será divulgado aos participantes o balanço do terceiro trimestre do programa. A apresentação será realizada pelo superintendente da ABRAS e responsável pelo RAMA, Marcio Milan, em parceria com o delegado da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), Eugênio Pacelli, e com o gerente da PariPassu, Guilherme Fumagalli, que faz a gestão técnica do programa. “Os resultados obtidos pelo Programa RAMA contribuem para a segurança alimentar dos consumidores. Quando são encontrados irregularidades que podem causar riscos para a saúde, uma das medidas tomadas é atuar imediatamente com um Plano de Correções com ações educativas e de boas práticas da cadeia produtiva”, afirma Milan. Eugênio Pacelli destaca o orgulho do Estado do Rio Grande do Norte ter sido o primeiro do Nordeste a aderir ao Programa RAMA, e afirma que é necessário mais informações aos supermercadistas e produtores sobre as vantagens da adesão para o setor. “No estado tivemos uma boa aceitação do RAMA que, inclusive, já está em algumas redes. Com esse evento, nosso objetivo é que as empresas, principalmente do interior do Rio Grande do Norte, conheçam o programa e as boas práticas na produção.” Números O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela ANVISA. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Atualmente, conta com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Mais informações sobre o RAMA: ww.abras.com.br/rama Redação Portal ABRAS

ABRAS recebe 19º Prêmio Automação da GS1 Brasil

Os vencedores do 19ª Prêmio Automação, promovido pela GS1 Brasil, foram homenageados na noite de ontem (24/11) em jantar especial, em São Paulo. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) recebeu duas importantes premiações: na categoria rastreabilidade, pelo Programa RAMA*, recebido pelo superintendente da entidade nacional, Marcio Milan, e na categoria imprensa, com a matéria Do campo à mesa: FLV seguro e saudável, do jornalista Roberto Nunes, da revista SuperHiper (Especial FLV- setembro 2016). Para o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, receber a premiação é um reconhecimento muito valioso e motivo de orgulho para a entidade nacional de supermercados. “A GS1 Brasil é uma grande parceira da ABRAS, e juntos, trabalhamos para que a cadeia de abastecimento esteja sempre à frente nas inovações. O RAMA é um programa de extrema importância, o qual nos dedicamos muito. E a SuperHiper é a revista oficial do setor, que tem trabalhado para levar aos supermercadistas as melhores informações que contribuam com as atividades do autosserviço.” Na ocasião, empreendedores, empresas e entidades de vários setores da economia também foram premiados por projetos inovadores em processos automatizados com os padrões de tecnologia GS1. Para o presidente da Associação Brasileira de Automação, João Carlos de Oliveira, é uma satisfação chegar a essa 19ª edição. “E com a certeza de que o nosso trabalho vem apresentando resultados muito produtivos para toda a cadeia de abastecimento. Criado em 1998 essa premiação já se tornou referência nacional em inovação, gestão e empreendedorismo”, ressaltou Oliveira em seu discurso no evento. Durante o jantar de premiação, ele destacou ainda que a 19ª versão do Prêmio Automação tem símbolo a harpia – uma das maiores aves de rapina do mundo. “Ela é conhecida como sinônimo de visão, força, ousadia, grandeza e agilidade, ou seja, as mesmas características de empresas que investem em projetos de automação e se destacam.” Confira abaixo todos os vencedores do 19ª Prêmio Automação: * O RAMA é o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) criado em 2012. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos, que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil. GS1 Brasil A Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Redação Portal ABRAS

VOLUME DE FLV RASTREADO NO PROGRAMA RAMA CRESCE 15% NO 3º TRIMESTRE

Publicado em 08/11/2016 O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apresentou crescimento de 15% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados no terceiro trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Balanço RAMA apresentado hoje (8/11), na 50ª Convenção ABRAS. Leia mais…

VOLUME DE FLV RASTREADO NO PROGRAMA RAMA CRESCEU 23,1% NO 1º SEMESTRE

Publicado em 29/09/2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apresentou crescimento de 23,1% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados no primeiro semestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Balanço RAMA apresentado hoje (29/9) em coletiva de imprensa, na sede da entidade, em São Paulo. Leia mais…

28 entidades irão assinar Termo de Cooperação Técnica pela Sanidade Alimentar na Exposuper 2016

A realização da 29ª edição da Exposuper – Feira de Produtos, Serviços e Equipamentos para Supermercados (21 a 23 de junho, Complexo Expoville, Joinville) terá em sua programação a assinatura de um termo de cooperação que unirá 28 entidades e instituições públicas e privadas em torno do objetivo de garantir as melhores condições de sanidade de alimentos aos consumidores (incluindo controle de agrotóxicos). Este termo de cooperação é uma iniciativa do Ministério Público de Santa Catarina e ​conta com o apoio e participação da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS). Leia mais…

Rio Grande do Norte debate avanços do Programa RAMA

Supermercadistas e fornecedores/produtores do Rio Grande do Norte debaterão na tarde de amanhã, quarta-feira (15/6), os avanços do controle do uso de agrotóxicos no estado, em evento do RAMA –Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da ABRAS, organizado pela Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com apoio da empresa gestora do RAMA, a PariPassu. No evento devem estar presentes, além de supermercadistas e fornecedores/produtores, representantes da Vigilância Sanitária no estado do RN e representantes do Ceasa-RN. A reunião-encontro, que ocorrerá a partir das 14 horas no Hotel Praiamar, será aberta pelo presidente da Assurn, Edmilson Marques Silva. Em seguida ocorrerá palestra sobre os Conceitos do RAMA e os Resultados no Brasil e no Rio Grande do Norte, proferida por Giampaolo Buso,  diretor da PariPassu, e, na sequência, ocorrerá debate com todos os participantes. Participam do Programa Rama, no Rio Grande do Norte, oito  redes de supermercados: Boa Esperança, Bom dia, Makro, Nordestão,  Praias Belas/Favorito, Rebouças, Super Show e Supercop. Além disso, participam também  36 fornecedores  que representam 293 origens produtoras .   Fonte: Redação/Portal ABRAS

Produtos rastreados pelo Programa RAMA

O programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos da Abras mostrou que houve crescimento de 58% no volume de frutas, verduras e legumes rastreados de janeiro a março em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No período, foram rastreadas 360,1 mil toneladas, versus 227,5 mil toneladas apuradas no mesmo intervalo ano passado. A entrada do Carrefour no programa explica o aumento maior no número. O programa foi lançado em 2011 e, desde então, cerca de 4 milhões de toneladas de alimentos foram rastreados. Participam da coleta 38 redes de varejo do país. Veículo: Jornal Valor Econômico

Vendas reais de supermercados caem 2,5% em abril

As vendas do setor supermercadista caíram 2,5% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado, em termos reais (deflacionado pelo IPCA/IBGE), de acordo com o Índice Nacional de Vendas Abras, elaborado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados. Em relação a março, a queda real foi de 5,87%. No acumulado de janeiro a abril, em termos reais, houve leve alta de 0,24%, informa a Abras. Leia mais…

Supermercados ampliam controle sobre a produção de vegetais

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O primeiro balanço feito sobre o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados, indicou que o projeto conta com 27.981 origens de produtos cadastradas. Foram rastreados, em seis anos, pouco mais de 1 milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes. O balanço mostra 450 visitas de orientação no campo, e que foram geradas 4.102.353 etiquetas de identificação dos produtos envolvidos. Leia mais…