Rastreabilidade de frutas, legumes e verduras passa de 1,2 milhão de toneladas

Por equipe SNA/RJ Ter a garantia da qualidade dos alimentos que chegam às prateleiras dos estabelecimentos comerciais, e depois à mesa das famílias no Brasil, pode ser determinante para o consumidor na hora de optar por uma ou outra marca de produtos. De olho na mudança de comportamento do consumo no país, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rastreia o caminho percorrido por frutas, legumes e verduras (FLV), desde o campo até o comércio varejista. O desempenho deste setor não poderia ser mais positivo: 1,244 milhão de toneladas de FLV foi rastreado em 2016, em comparação a 1,006 milhão registrado no ano anterior, segundo dados da PariPassu, empresa que realiza a gestão técnica do Rama/Abras. “O Rama teve início em 2011, no Estado de Santa Catarina, por meio da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). É um programa criado pela Abras para rastrear e monitorar o uso de agroquímicos nas frutas, legumes e verduras comercializados nos supermercados”, relata o superintendente da Abras, Marcio Milan, em entrevista à equipe SNA/RJ. Segundo o executivo, atualmente com abrangência nacional, o Rama conta com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV vendidas pelo setor no país. Conforme Milan, o principal objetivo do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento é a segurança dos alimentos: “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”. “Também possibilita, por meio da rastreabilidade dos produtos – cadastro/controle dos produtores/fornecedores –, maior precisão na identificação da origem dos problemas de uso excessivo ou incorreto de agrotóxicos na produção”, acrescenta o superintendente da Abras. “O Rama permite ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja”, ressalta o superintendente da Associação Brasileira de Supermercados, Marcio Milan. Foto: Divulgação Abras mm-300x197 Desempenho e metas para 2020 Na visão de Milan, os resultados de rastreabilidade de frutas, legumes e verduras, no ano passado, foram muito satisfatórios: “Em 2016, o Rama registrou um crescimento de 23,6% no volume de FLV rastreados, na comparação com igual período de 2015”. Para 2017, ele salienta que o principal foco é trabalhar a educação da cadeia produtiva de frutas, legumes e verduras: “A conscientização da importância da rastreabilidade é fundamental para atingirmos melhores resultados”. Durante o evento “Rama 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos”, realizado em São Paulo, no último dia 22 de fevereiro, foram apresentadas as próximas metas do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos para daqui três anos. São elas: adesão ao Rama de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de frutas, legumes e verduras; aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor; reduzir o desperdício de alimentos em 20% (perdas em FLV); educação de toda cadeia produtiva de alimentos; e integrar a cadeia por meio de padrões GS1 App conecta Desenvolvido pela PariPassu, o rastreamento de frutas, legumes e verduras é realizado pelo aplicativo Conecta, indicado desde 2005 como programa de rastreabilidade e monitoramento da qualidade dos alimentos, ao longo da cadeia produtiva, voltada para atender às demandas da gestão do campo à mesa. Atualmente, a PariPassu é a empresa que realiza a gestão técnica do Programa Rama, da Associação Brasileira de Supermercados. giam “A questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”, ressalta Giampaolo Buso, diretor comercial da PariPassu, empresa que realiza da gestão técnica do Rama/Abras. Foto: Divulgação “Todas as soluções que desenvolvemos, foram planejadas para que tanto os gestores e demais agentes da cadeia produtiva, quanto os próprios clientes, possam dispor de informações que garantam a qualidade e a segurança dos produtos rastreados”, destaca o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, em entrevista à equipe SNA/RJ. De acordo com ele, desde a criação da empresa, já foram rastreados mais de sete bilhões de quilos de alimentos, entre frutas, legumes e verduras (FLV): “Esse dado é importante, pois mostra como a questão em torno da segurança alimentar é relevante e deve ser considerada na produção, distribuição e comercialização dos alimentos”. Para mais informações, acesse www.conecta.paripassu.com.br. Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura

Carrefour é premiado pela Abras como uma das redes que melhor rastreou alimentos em 2016

Pelo segundo ano consecutivo, o Carrefour recebeu o ‘Prêmio Rama 2017′ na categoria ‘Destaque do Varejo’, durante a apresentação do segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em São Paulo (SP), o evento debateu os avanços do controle do uso de defensivos agrícolas no país e o Carrefour, signatário do programa desde outubro de 2014, recebeu o reconhecimento pelo amplo monitoramento de fornecedores e pela transparência adotada com os consumidores. Em 2016, o Carrefour rastreou 100% dos itens da sua marca própria, que inclui também os produtos que recebem o selo Garantia de Origem. Em relação aos demais produtos comercializados pela rede, que não inclui a marca Carrefour, a adesão dos fornecedores chegou a 78%. Porém, ao considerar todo o quadro de fornecedores da rede, 82% aderiram ao programa. Como resultado de 420 análises, o índice de conformidade do Carrefour no Rama foi de 76%, percentual superior à média geral do programa. Desenvolvido pela Abras em 2011, em parceria com a empresa Paripassu, o programa Rama promove o rastreamento e monitoramento de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras, garantindo que a aplicação dos mesmos não esteja acima do nível permitido por lei. Com 44 redes varejistas participantes, que juntas concentram 20,5% das vendas totais desses alimentos pelo setor no Brasil, o programa possui dois pilares de atuação: rastreabilidade de todos os fornecedores cadastrados pelas empresas participantes e o monitoramento do nível de agrotóxico nos produtos. No ano passado, foi rastreado pelo programa 1,244 milhão de toneladas de alimentos, volume 23,6% maior em relação a 2015 (1,006 milhão de toneladas), e o índice de conformidade atingiu 73%, superior ao índice de 66% registrado no ano anterior. Atualmente, o Rama monitora e rastreia uma média mensal de 104 mil toneladas de toneladas de frutas, legumes e verduras no Brasil. Os resultados são obtidos por meio de análises técnicas da quantidade de resíduos em amostras coletadas e os dados são disponibilizados por meio de um portal para que produtores/fornecedores e supermercadistas monitorem os produtos continuamente. Além disso, o consumidor pode rastrear os alimentos por meio do QR Code presente nas embalagens ou mesmo do portal do Rama. Desde que passou a integrar o programa, a área de Segurança Alimentar do Carrefour coletou amostras de diversos fornecedores pelo país. Atualmente, todos aqueles que integram a marca própria da rede ou que recebem o selo Garantia de Origem já seguem as diretrizes do Rama. O objetivo da companhia é atingir 100% da sua cadeia de frutas, legumes e verduras. “O uso adequado de defensivos agrícolas é fundamental para garantir a oferta de alimentos de qualidade e seguros, ao mesmo tempo não comprometem a biodiversidade e o bem-estar das comunidades”, destaca Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. “A adesão ao Rama possibilitou à companhia fortalecer ainda mais os processos de controle e rastreabilidade a partir da capacitação dos nossos fornecedores sobre as melhores práticas de produção”, destaca Pianez. Além do Rama, o Carrefour conta com outras ações de controle de qualidade dos produtos vendidos em suas unidades. O programa Garantia de Origem, implantado no Brasil há 15 anos, atesta o compromisso da companhia em acompanhar a trajetória do alimento desde sua produção até as gôndolas. Além disso, todos os itens da marca Carrefour passam por rígidos padrões de segurança alimentar, testes laboratoriais e auditoria social, o que garante a alta qualidade e procedência dos produtos. Sobre o Grupo Carrefour Há mais de 40 anos no Brasil, o Grupo Carrefour está presente em todas as regiões do país e conta com os formatos Carrefour Hiper, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour.com, Atacadão e Supeco, além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos consumidores, como postos de combustível, drogarias e serviços financeiros. A cada mês, cerca de 22 milhões de compras são registradas em seus mais de 560 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 42,7 bilhões no Brasil em 2015 e uma equipe de mais de 78 mil colaboradores, a empresa é a maior varejista de alimentos do país e a segunda maior operação dentre todos os mercados nos quais o Grupo Carrefour opera. No mundo, a companhia está presente em 35 países, sendo 10 com operações próprias, e emprega cerca de 380 mil colaboradores. O Grupo Carrefour está presente na vida de 100 milhões de consumidores que visitam suas mais de 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina. Atualmente, cerca de 13 milhões de compras são realizadas a cada dia em seus diversos formatos distribuídos pelo mundo. Fonte: Assessoria de Comunicação do Grupo Carrefour

Terra Viva: Abras divulga segundo balanço de monitoramento de alimentos

A Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, divulgou, na capital paulista, o segundo balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos. Foram apresentados os avanços do controle de defensivos em frutas, verduras e legumes no Brasil. Clique aqui e confira a reportagem completa no dia 26/2 do site. Fonte: Terra Viva

Volume de FLV Rastreado Cresce de 23,6% em 2016

1,244 Milhão de Toneladas O RAMA (Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015. Foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015. Os dados são do 2º balanço anual do programa, divulgado no último dia 22, no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado no Roof Top 5, em São Paulo. Fonte: Portal Giro News

Programa RAMA da ABRAS tem crescimento de 23,6% em 2.016

Renato Galvão Na manhã e tarde de ontem, no Roof Top 5, em São Paulo, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), divulgou o crescimento em 2.016 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) – sendo de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) – se comparado com 2.015. Em 2.016 um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV , foi rastreado, versus 1,006 milhão na mesma época em 2.015, segundo a Paripassu, responsável pela gestão técnica do programa. O RAMA foi lançado em 2.011, e rastreia e monitora no Brasil, algo em torno de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, informa João Sanzovo, presidente da ABRAS. O RAMA conta atualmente com a presença de 44 varejos, que comercializam mais de 20,5% das vendas totais de FLV no Brasil, sendo que de forma contínua, 81 produtos são rastreados, do total de 290 itens monitorados. Durante o evento, foi realizado também a segunda edição do Prêmio Destaque Rama, homenageando importantes nomes pela contribuição ao programa no ano passado. Na categoria Varejo, os vencedores foram: Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão. Em Varejo de Pequeno Porte, Zabot Supermercados se destacou. A Parceria ficou com a GS1 e na categoria Produtor/Distribuidor, os nomes são: Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive. A Personalidade do Ano foi Alberto Yoshida e o Órgão Governamental de 2.016, destaque para Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Fonte: Gazeta da Semana

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA da ABRAS cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do Programa, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). Fonte: Apas

Presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da CNA participa do RAMA 2020

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentou o 2º balanço anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) no evento RAMA 2020, realizado em São Paulo, no dia 22/2. O objetivo do programa é monitorar frutas, legumes e verduras da fazenda até o supermercado, avaliando se o produto está dentro das conformidades exigidas. O presidente da Comissão Nacional de Hortaliças e Flores da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luciano Vilela, participou do evento e trouxe um dado importante, no qual a comissão vem trabalhando com prioridade, o desperdício de alimento. “Cerca de 7% de tudo que é distribuído pela rede varejista de frutas, legumes e verduras é desperdiçado de alguma forma”. Clique aqui e confira o vídeo na íntegra. Fonte: Jornal do produtor

Rastreabilidade do alimento ajuda no crescimento do índice de conformidade

A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos. No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Fonte: Assessoria de Comunicação da ACATS

Controle da qualidade de alimentos hortifrutigranjeiros cresce 23%

Presente em doze redes de supermercados do Sergipe, nas cidades de Aracaju, Estância, Nossa Senhora do Socorro, Nossa Senhora da Gloria, Capela, Itaporanga d’Ajuda e Itabaiana, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) tem como principal objetivo monitorar alimentos hortifrutigranjeiros com níveis de agrotóxicos não permitidos. De acordo com balanço divulgado dia 22 de fevereiro pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), promotora do programa, em 2016 foram rastreadas 1,244 milhão de toneladas de Frutas, Legumes e Verduras (FLV), segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do RAMA. Um crescimento de 23,6% no volume, em comparação com o mesmo período em 2015, quando foram registradas 1,006 milhão de toneladas. Lançado em 2011, o Programa RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. Promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em parceria a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN) e a Associação Sergipana de Supermercados (ASES), o RAMA é fundamental para conscientizar produtores, distribuidores e varejistas na promoção do consumo de alimentos hortifrutigranjeiros seguros. Fortalecimento do programa em Sergipe O Supermercado Feirão da Economia, localizado em Nossa Senhora do Socorro, aderiu ao Rama logo que o empresário Francisco Firmino Albuquerque assumiu a presidência da Ases em 2016. “O rastreamento é mais um serviço ofertado aos nossos clientes. Serviço esse que, além de informar a origem dos alimentos, garante a qualidade dos FLV’s comercializados. Rastrear é um caminho sem volta e que deve ser feito por todas as lojas. Enquanto presidente da ASES, estamos trabalhando para que todas as redes associadas façam o rastreamento”, afirmou Francisco. Para o ex-presidente e introdutor do programa em Sergipe, João Luiz Oliveira, atual delegado junto à ABRAS, o rastreamento de alimentos é um caminho que está apenas no início, mas que precisa do apoio de todas as estaduais para poder se desenvolver ainda mais e melhor. “Apesar de pequeno, o estado de Sergipe despontou logo no início do programa. Fomos o terceiro estado a fazer parte do programa e com três anos de atuação já temos 12 varejos participantes, mas é preciso que todos os supermercados participem”, detalhou João. Além de instruir os varejos a participarem do programa, a ASES promove eventos que visam incentivar e qualificar os participantes. Em 2014, em ação conjunta com a Secretaria de Saúde, através da Diretoria Estadual de Vigilância Sanitária (DIVISA), foi realizado o “V Seminário de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos e Alternativas Agroecológicas de Produção”, que, entre outros temas, abordou o uso correto de defensivos agrícolas e o Programa de Rastreabilidade. Já em 2015, a ASES realizou em Itabaiana o curso “Boas práticas agrícolas e o uso consciente de agrotóxicos” voltado para produtores e distribuidores, que mostrou os perigos e prejuízos causados através do uso irregular de agrotóxicos em frutas, legumes e verduras. Na oportunidade, disseminou as Boas Práticas Agrícolas e apresentou a cadeia de rastreamento e monitoramento de alimentos. O último ano foi focado em inserir novos varejos no programa. Saltando de cinco para doze redes participantes. “O RAMA para nós é uma questão de saúde pública, pois com o rastreamento de alimentos evitamos que nossos clientes consumam produtos fora das normas de saúde definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, conclui João Luiz. Para o diretor comercial da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência”, ressaltou. Fonte: Ases

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: O Diário – Maringá

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Ano passado marca crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados; 44 redes de varejo participam do programa Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: InfoMoney

Frutas, legumes e verduras rastreados: supermercados fortalecem controle dos produtos em 2016

Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade“, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Boa Informação

Cresce uso racional de defensivo no hortifrúti

Nayara Figueiredo / DCI – São Paulo Programa de rastreabilidade mostra que o volume de frutas, verduras e legumes adequado às normas do Ministério da Agricultura avançou três pontos percentuais no ano passado, diz Abras São Paulo – A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Segundo a executiva, os primeiros resultados com os agricultores estão sendo colhidos. Fonte: Portal do Agronegócio

ABRAS: Programa RAMA cresce 23,6%

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 23,5% em 2016 O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado ontem (22/2) no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado, em São Paulo. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da ABRAS, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu, ontem (22/2), empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o RAMA conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaca o superintendente da ABRAS. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência.” O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). RAMA 2020 Marcio Milan e Giampaolo Buso apresentaram também as próximas metas e desafios do Programa RAMA para 2020. Dentre elas estão: Adesão, ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV • Aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor • Reduzir o desperdício de alimentos em 20% • Educação de toda cadeia produtiva de alimentos • Integrar a cadeia por meio de padrões GS1 Palestras O evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos trouxe importantes especialistas para debater os avanços do controle do uso de defensivos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. O coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Helinton Rocha, falou, em sua palestra PI Brasil – Produção Agropecuária Integrada sobre a adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários seguros e de alta qualidade, mediante a aplicação de recursos naturais e a regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Rocha enfatizou ainda as vantagens do RAMA e a união com a ABRAS na disseminação do programa para a cadeia produtiva. “Para nós do ministério é muito importante essa parceria porque nos auxilia em informações sobre a realidade do mercado. Os supermercados correspondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir protocolos relacionados às questões de rastreabilidade.” As boas práticas da cadeia de alimentos, o desenvolvimento tecnológico, a importância de um padrão de integração e o impacto do RAMA em um varejista foram discutidos durante painel que contou com a participação da pesquisadora da Embrapa, Fagoni Fayer Calegário, do diretor da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi, do executivo de Engajamento e Projetos Sociais, da GS1, Nilson Gasconi e da supervisora de Segurança Alimentar da Cooperativa de Consumo (COOP), Débora Consenza. O segundo painel do evento debateu rastreabilidade, integração da cadeia e capacitação de pequenos produtores rurais para fazer o correto uso de defensivos, e contou com a pesquisadora do CEPEA, Margarete Boteon, do gerente de Produtos e Mercado da Arysta, Guilherme Ogata, da gerente de Parcerias Para a Cadeia de Alimentos e Sustentabilidade, Cristiane Lourenço, e do gerente Para Produtividade Sustentável da América Latina da Syngenta, Fabrício Peres. Na sequência, o presidente da Abrafruta, Jorge Luís de Souza, fez uma apresentação sobre o comportamento de consumo de FLV da população brasileira. O gerente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Carrefour, Fernando Careli, finalizou o circuito de palestras ressaltando a importância do combate ao desperdício no varejo como prática sustentável. Premiações No evento, aconteceu também a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageou produtores e personalidades pela contribuição e parceria no Programa em 2016. Confira, abaixo, as empresas e as categorias premiadas: Órgão governamental • Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Produtor/Distribuidor • Cea Rosa Vegetais • Trebeschi Tomates • Le Cultive Varejo • Angeloni • Carrefour • Supermercado Nordestão Varejo de pequeno porte • Zabot Supermercados Personalidade • Alberto Yoshida Parceria • GS1 Brasil Acordo ABRAS e Associação Brasileira de Citros de Mesa-ABCM Pelo reconhecimento da força do trabalho conjunto, o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, e o presidente da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), Emilio Favero, assinaram durante o evento RAMA 2020 uma carta de intenções entre as duas entidades. O Plano de Trabalho visa a promoção, nos supermercados brasileiros, dos citros de mesa (laranja, tangerina e limão), além do incentivo às boas práticas agrícolas e ao combate ao desperdício de alimentos por meio do programa RAMA. Expositores Os participantes também contaram com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento RAMA 2020: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O evento RAMA 2020 contou ainda com o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). A cobertura completa do evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos estará na próxima edição da Revista SuperHiper. (Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRAS / Natalia Lima e Elisângela Vieira) Fonte: Revista Alimentare

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Verdade SA

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Bem Paraná

Supermercados ampliam volume de frutas, legumes e verduras rastreados

Programa do varejo de controle de resíduos de defensivos agrícolas em alimentos cresce em 2016 Focado na detecção de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLV) comercializados no varejo, o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de produtos rastreados em 2016 na comparação com 2015. Os dados foram divulgados em evento nesta quarta-feira (22) em São Paulo (SP). Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, de acordo com a ABRAS, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. Segundo a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do programa, em 2016 foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV frente 1,006 mi/ton do ano anterior. A iniciativa conta hoje com a participação de 44 redes de varejo, que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor supermercadista do País. Em 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73% dos produtos rastreados, avanço sobre o resultado de 2015, que foi de 66%. As inconformidades que foram identificadas se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, conforme informou a PariPassu. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, disse o presidente da ABRAS, João Sanzovo, na apresentação dos resultados. Presente na ocasião, o coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), Helinton Rocha, ressaltou que a parceria do programa com o ministério auxilia a pasta em informações sobre a realidade do mercado. “Os supermercados respondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir padrões relacionados às questões de rastreabilidade”, acentuou. Fonte: Sindicato Rural de Santo Augusto

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Por Agência Brasil Fonte: Rural BR

Cresce rastreamento de frutas, legumes e verduras

Veja a notícia na integra clicando no link abaixo: http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/sorria-suas-frutas-legumes-verduras-estao-sendo-rastreadas-cada-vez-mais-66261 Fonte: AgroFerti

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Portal de Notícias Terra

Volume de frutas, verduras e legumes rastreado no Programa RAMA cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado na quarta-feira (22), no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, realizado no Roof Top 5, em São Paulo. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a PariPassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia, no Brasil, uma média mensal de 104 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “Conscientizar-se da importância do Programa RAMA é entender que somente o trabalho conjunto entre todos os elos da cadeia produtiva de alimentos, por meio da rastreabilidade conseguirá levar produtos de maior qualidade e seguros para o consumidor. Quanto mais evoluirmos na adesão de supermercadistas, produtores e fornecedores, mais rápidos serão os resultados obtidos para toda a sociedade”, destacou o presidente da Abras, João Sanzovo, durante discurso na abertura do evento. Evento O RAMA 2020 reuniu empresários e executivos da cadeia de FLV de diversas regiões do País. No início das programações, o superintendente da Abras e coordenador do RAMA, Marcio Milan, e o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, apresentaram os últimos números do programa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitátia (Anvisa). No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “Em 2011, lançamos o Programa RAMA com um conceito colaborativo e de integração dos elos da Cadeia Produtiva de FLV, com o foco na qualidade e na segurança do alimento consumido pelos clientes de supermercados. O evento RAMA 2020 nos dá a possibilidade de discutirmos a rastreabilidade com os elos da cadeia de abastecimento. Precisamos da ajuda de todos para melhorarmos nossas ações e evoluirmos”, destaou o superintendente da Abras. Para o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, o RAMA é uma oportunidade em nível nacional de mostrar o esforço das empresas em entregar um alimento seguro e com qualidade ao consumidor. “O programa é uma referência em rastreabilidade de alimentos. Utilizamos os melhores profissionais e as melhores tecnologias. A conscientização sobre a importância do RAMA é fundamental para ampliarmos nossa abrangência”. O programa conta atualmente com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). RAMA 2020 Marcio Milan e Giampaolo Buso apresentaram também as próximas metas e desafios do Programa RAMA para 2020. Dentre elas estão a adesão ao RAMA, de 30% dos supermercados e 100% de adesão dos produtores e distribuidores de FLV; aumentar em 25% a importância do FLV na receita do setor; reduzir o desperdício de alimentos em 20%; educação de toda cadeia produtiva de alimentos; e integrar a cadeia por meio de padrões GS1. Palestras O evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos trouxe importantes especialistas para debater os avanços do controle do uso de defensivos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. O coordenador da Produção Integrada da Cadeia Produtiva Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Helinton Rocha, falou, em sua palestra PI Brasil – Produção Agropecuária Integrada sobre a adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários seguros e de alta qualidade, mediante a aplicação de recursos naturais e a regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Rocha enfatizou ainda as vantagens do RAMA e a união com a ABRAS na disseminação do programa para a cadeia produtiva. “Para nós do ministério é muito importante essa parceria porque nos auxilia em informações sobre a realidade do mercado. Os supermercados correspondem, hoje, por mais de 60% do consumo de FLV e, com o RAMA, conseguimos calibrar cada vez mais nossos protocolos e simplificar tanto o setor de varejo como o dos produtores, que precisam, cada dia mais, seguir protocolos relacionados às questões de rastreabilidade”. As boas práticas da cadeia de alimentos, o desenvolvimento tecnológico, a importância de um padrão de integração e o impacto do RAMA em um varejista foram discutidos durante painel que contou com a participação da pesquisadora da Embrapa, Fagoni Fayer Calegário, do diretor da Trebeschi Tomates, Edson Trebeschi, do executivo de Engajamento e Projetos Sociais, da GS1, Nilson Gasconi e da supervisora de Segurança Alimentar da Cooperativa de Consumo (COOP), Débora Consenza. O segundo painel do evento debateu rastreabilidade, integração da cadeia e capacitação de pequenos produtores rurais para fazer o correto uso de defensivos, e contou com a pesquisadora do CEPEA, Margarete Boteon, do gerente de Produtos e Mercado da Arysta, Guilherme Ogata, da gerente de Parcerias Para a Cadeia de Alimentos e Sustentabilidade, Cristiane Lourenço, e do gerente Para Produtividade Sustentável da América Latina da Syngenta, Fabrício Peres. Na sequência, o presidente da Abrafruta, Jorge Luís de Souza, fez uma apresentação sobre o comportamento de consumo de FLV da população brasileira. O gerente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Carrefour, Fernando Careli, finalizou o circuito de palestras ressaltando a importância do combate ao desperdício no varejo como prática sustentável. Premiações No evento, aconteceu também a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageou produtores e personalidades pela contribuição e parceria no Programa em 2016. São elas: Na categoria Órgão governamental, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) esteve representado por Helinton Rocha; Produtor/Distribuidor, com Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive; Varejo, através das empresas Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão; Varejo de pequeno porte com Zabot Supermercados; Personalidade com Alberto Yoshida; e Parceria de GS1 Brasil. Acordo ABRAS e ABCM Pelo reconhecimento da força do trabalho conjunto, o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, e o presidente da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), Emilio Favero, assinaram durante o evento RAMA 2020 uma carta de intenções entre as duas entidades. O Plano de Trabalho visa a promoção, nos supermercados brasileiros, dos citros de mesa (laranja, tangerina e limão), além do incentivo às boas práticas agrícolas e ao combate ao desperdício de alimentos por meio do programa RAMA. Expositores Os participantes também contaram com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O RAMA contou, ainda, com o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). Ascom Abras Fonte: Caderno Mercado

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Por: Agência Brasil Fonte: Site Bahia Recôncavo

Programa RAMA da ABRAS tem crescimento de 23,6% em 2.016

Na manhã e tarde de ontem, no Roof Top 5, em São Paulo, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), divulgou o crescimento em 2.016 do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) – sendo de 23,6% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) – se comparado com 2.015. Em 2.016 um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV , foi rastreado, versus 1,006 milhão na mesma época em 2.015, segundo a Paripassu, responsável pela gestão técnica do programa. O RAMA foi lançado em 2.011, e rastreia e monitora no Brasil, algo em torno de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, informa João Sanzovo, presidente da ABRAS. O RAMA conta atualmente com a presença de 44 varejos, que comercializam mais de 20,5% das vendas totais de FLV no Brasil, sendo que de forma contínua, 81 produtos são rastreados, do total de 290 itens monitorados. Durante o evento, foi realizado também a segunda edição do Prêmio Destaque Rama, homenageando importantes nomes pela contribuição ao programa no ano passado. Na categoria Varejo, os vencedores foram: Angeloni, Carrefour e Supermercado Nordestão. Em Varejo de Pequeno Porte, Zabot Supermercados se destacou. A Parceria ficou com a GS1 e na categoria Produtor/Distribuidor, os nomes são: Cea Rosa Vegetais, Trebeschi Tomates e Le Cultive. A Personalidade do Ano foi Alberto Yoshida e o Órgão Governamental de 2.016, destaque para Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Fonte: Blog Top Rg

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Por Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Portal Página Popular

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Cenário Agrícola

Cresce uso racional de defensivo no hortifrúti

Programa de rastreabilidade mostra que o volume de frutas, verduras e legumes adequado às normas do Ministério da Agricultura avançou três pontos percentuais no ano passado, diz Abras São Paulo – A rastreabilidade, caminho do alimento da lavoura ao consumidor final, passou a ser tratada com maior importância no setor de hortifrúti. O resultado é uma alta no volume de frutas, verduras e legumes em condições adequadas quanto ao uso de defensivos No ano passado, de 1,08 milhão de toneladas rastreadas de alimentos verificados, 73% estavam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o segundo balanço anual do Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (Rama) divulgado ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “A conformidade saiu de 70% e aumentou três pontos percentuais. O objetivo de 2017 é continuar baixando a presença de resíduos [inadequados], expandir o volume rastreado e a identificação”, afirma o diretor da Paripassu, Giampaolo Buso, empresa que mensura esses dados. O desempenho positivo se deve a melhoria na conscientização do produtor rural, aliada à capacitação técnica ao longo da cadeia, dizem especialistas. O coordenador de produção integrada da cadeia agrícola do Ministério, Helliton Rocha, comenta que a pasta possui 28 comissões técnicas para atender as demandas permanentes de cada segmento. Apesar dos avanços, verduras como a alface, frutas com caroço como o pêssego e o pimentão ainda figuram na lista dos inconformes. O pimentão já foi o vilão de um processo que vem sendo solucionado aos poucos: esteve 80% fora dos padrões sanitários e atualmente está 50%. O Rama conta com o apoio da pasta agrícola e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e analisa uma gama de produtos mais extensa que a dos órgãos oficiais. “Não estamos falando de 25 itens, são 92. A abrangência nos leva a encontrar mais problemas”, justifica Buso. Os próprios supermercados providenciam análises dos produtos para identificar a presença de agroquímicos. Quando uma inconformidade é constatada, o superintendente da Abras, Márcio Milan, explica que o agricultor é notificado para que realize as devidas adequações. Gargalos que ocasionam estes entraves, além da necessidade ainda maior de capacitação, estão no beneficiamento primário dos produtos. “Precisaríamos que o produto saísse da mão do agricultor pronto para o consumo, em porções adequadas e rastreabilidade completa”, sugere o representante do Ministério. Cerca de 6% do hortifrúti que chega ao supermercado é perdido por necessidade de manuseio interno, percentual que poderia ser minimizado com a estratégia. Melhoria na remuneração por valor agregado ajuda a incentivar o setor. Padrões normativos que faltavam para verduras e o pimentão estão em desenvolvimento pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e, de acordo com Rocha, os protocolos estarão prontos entre 2017 e 2018. Integração Para atender a ponta inicial dos processos de rastreabilidade, a Bayer disponibiliza um conjunto de ferramentas ao agricultor. Antes, eram realizados apenas treinamentos mas, dada a demanda, no ano passado foi consolidado um programa específico. “Temos um serviço de caderno eletrônico no qual o produtor insere todas as informações sobre a aplicação e os agentes utilizados. Utilizamos um sistema de rastreabilidade em parceria com a Paripassu, análise de resíduos e oferecemos o treinamento”, conta a gerente de desenvolvimento sustentável e parcerias na cadeia de valor da Bayer, Cristiane Lourenço. Segundo a executiva, os primeiros resultados com os agricultores estão sendo colhidos. Nayara Figueiredo Fonte: DCI – São Paulo

Rastreamento de frutas, legumes e verduras cresce

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado ontem durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção. Fonte: Diário Indústria e Comércio

Pelo 2º ano consecutivo, presidente da Trebeschi é eleito Produtor Destaque em evento da Abras

No último dia 22, Edson Trebeschi recebeu honraria durante o Prêmio Rama, organizado para debater tendências do setor alimentício Diretor-presidente da Trebeschi, uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil, Edson Trebeschi foi condecorado pelo segundo ano seguido com o título de Produtor Destaque pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O troféu foi entregue ontem (22), durante o Prêmio Rama, realizado em São Paulo (SP). Edson recebeu a honraria por conta dos grandes esforços da empresa no cultivo sustentável de alimentos. Com plantações em quase 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, a Trebeschi assegura o abastecimento de tomates de qualidade o ano inteiro, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. Além disso, detém o maior reservatório de água pluvial do Brasil, voltado à economia dos recursos hídricos utilizados nos processos agrícolas. “É uma satisfação imensa ser eleito Produtor Destaque pelo segundo ano consecutivo. Percebo que a Trebeschi está no caminho certo ao oferecer frutos que se sobressaem pela qualidade e gerar reconhecimento no mercado pela produção eficiente e sustentável”, comemora Edson. A sigla Rama significa Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, e o evento reuniu cerca de 200 pessoas – incluindo representantes de órgãos governamentais, entidades parceiras, supermercadistas e universidades. Diversos debates foram realizados ao longo da cerimônia, com foco em segurança do alimento, desperdício, tecnologia em FLV, prevenção de perdas, integração da cadeia, entre outros temas. Na ocasião, a Abras e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fizeram a renovação do Termo de Cooperação Técnica para Disseminação e Fortalecimento das Boas Práticas Agrícolas nas Cadeias Produtivas de Alimento, com base na Produção Integrada Agropecuária e o selo oficial “Brasil Certificado”, assinado em 2014. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança alimentar. Mais informações www.trebeschi.com.br. Fonte: Assessoria de Comunicação da Trebeschi

Frutas, legumes e verduras estão sendo cada vez mais rastreadas

Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Canal Rural

Volume de FLV rastreado no Programa RAMA cresce 23,6% em 2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), registrou crescimento de 23,6% no volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados em 2016, na comparação com o mesmo período de 2015, de acordo com o 2º balanço anual do programa, divulgado hoje (22/2) no evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, em São Paulo. No último ano, foi rastreado um total de 1,244 milhão de toneladas de FLV ante 1,006 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2015, de acordo com a Paripassu, empresa que faz a gestão técnica do Programa. Lançado em 2011, o RAMA monitora e rastreia no Brasil uma média mensal de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras desde o ano de sua implantação. “O programa é essencial para garantir a segurança do alimento. Com o RAMA, conseguimos incentivar o uso das boas práticas agrícolas e assegurar a saúde dos nossos consumidores, que é uma prioridade da ABRAS. O Programa RAMA já conquistou importante credibilidade no Brasil, e ainda temos muito a crescer”, destaca o presidente da ABRAS, João Sanzovo. Análise de resíduo Durante todo o ano de 2016, o RAMA registrou um índice de conformidade da ordem de 73%, apresentando melhora em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 66%. As inconformidades se relacionam ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), uma combinação dos dois (LMR+NA) e os ingredientes proibidos, seguindo nomenclatura utilizada pelo Programa de Análises de Resíduos em Alimentos (PARA), da Anvisa. No RAMA, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR, de acordo com a PariPassu. “O RAMA é um avanço para todos os envolvidos da cadeia de Abastecimento. É referência na rastreabilidade de alimentos e no controle de agrotóxicos do País. Utilizamos as melhores tecnologias e profissionais para garantir a precisão das nossas análises. A conscientização de supermercadistas, fornecedores e produtores sobre a importância da adesão ao programa é fundamental para evoluirmos ainda mais”, destaca o superintendente da ABRAS e coordenador do RAMA, Marcio Milan. Números O RAMA, de abrangência nacional, conta hoje com a participação de 44 varejos (que representam mais de 20,5% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Constantemente, 81 produtos são monitorados (do total de 290 produtos rastreados). O programa conta com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). Premiações Durante o RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia de Alimentos acontece a 2ª edição do Prêmio Destaque RAMA, que homenageia produtores e personalidades por sua contribuição e parceria no Programa RAMA em 2016. Confira abaixo as empresas e as categorias premiadas: Órgão governamental • Helinton Rocha – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Produtor/Distribuidor • Cea Rosa Vegetais • Trebeschi Tomates • Le Cultive Varejo • Angeloni • Carrefour • Supermercado Nordestão Varejo de pequeno porte • Zabot Supermercados Personalidade • Alberto Yoshida Parceria • GS1 Brasil RAMA 2020 Durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, especialistas debatem avanços do controle do uso de agrotóxicos no País e os caminhos para as boas práticas na produção de alimentos, destacando a integração da cadeia com o foco no futuro. Na oportunidade também serão definidas as metas do Programa RAMA para 2020, foco principal do evento. Dentre elas estão: • Adesão do varejo e produtores em 50% • Aumento do consumo de FLV consumido no País em 20% • Combate ao desperdício de alimentos em 20% • Educação de toda cadeia produtiva de alimentos • Padronização GS1 (automação) Expositores Os participantes também contam com exposição de produtos e serviços de importantes empresas parceiras do evento RAMA 2020: Arysta, BASF, Bayer, GS1 Brasil, Syngenta, Trebeschi, Abrafrutas, Eurofins, Rijk Zwaan, ABCM, One Club e Sakata. O RAMA 2020 também recebe o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). ABRAS A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) é a entidade representativa em âmbito nacional do varejo de autosserviço, setor responsável pela comercialização, no Brasil, de 83,7% de produtos alimentícios, de higiene, limpeza e congêneres. Com faturamento de R$ 315,8 bilhões (Ranking Abras/SuperHiper 2016), o setor supermercadista no País representa 5,35% do PIB e gera mais de 1,85 milhão de empregos diretos, segundo a Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego (RAIS). Trata-se da mais importante atividade econômica de comércio, com 84,5 mil lojas no Brasil, que recebem cerca de 25 milhões de consumidores todos os dias. Redação Portal Abras

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Jornal do Brasil

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Site Cenário MT

HORTIFRUTI/CEPEA: Pesquisadores do Cepea participam do RAMA 2020

Evento é realizado hoje pela Abras A equipe da Hortifruti Brasil participa, nesta quarta-feira, do evento RAMA 2020: Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos, que acontece em São Paulo. O encontro é uma realização da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e segue até as 17h, com workshops ministrados por especialistas do setor de frutas, legumes e verduras. A professora da ESALQ/USP e coordenadora do projeto Hortifruti/Cepea, Margarete Boteon, é uma das moderadoras do Painel “Sustentabilidade: Boas Práticas Agrícolas”, que tem como objetivo discutir as formas de disponibilizar alimentos seguros e de melhor qualidade ao consumidor brasileiro. Durante o evento, também serão apresentadas as metas do RAMA até 2020, o 2° Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Abras e a premiação Destaque Rama 2017. O encontro reúne, além de agentes das diversas cadeias do setor de FLV, 44 varejos, que correspondem a 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras comercializados pelos supermercados brasileiros. Fonte: Abras e hfbrasil.org.br

Dados sobre o programa de controle de defensivos agrícolas

A Associação brasileira de Supermercados (Abras),divulgou nesta quarta-feira, na capital paulista, o segundo balanço do programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos. Foram apresentados os avanços do controle de defensivos de frutas, verduras e legumes no Brasil. Fonte: TV Terra Viva

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Só Notícias/Agronotícias

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Edição: Luana Lourenço

ABRAS DIVULGA 2ª BALANÇO ANUAL DO PROGRAMA RAMA NO DIA 22/2

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no dia 22 de fevereiro, às 9h30, o 2º Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) em evento no Roof Top 5, em São Paulo. A programação contará com importantes temas da cadeia produtiva de FLV, que serão debatidos por especialistas da área. No evento acontecerá também a Premiação Destaque RAMA 2017, e exposição de produtos. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Fonte: ASPAS – Associação Paraense de Supermercados

ABRAS divulga controle de agrotóxicos em FLV no Brasil

A ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados divulga no próximo dia 22/2, às 9h30, o 2º Balanço do RAMA – Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos. Na oportunidade serão apresentados os avanços do controle de agrotóxicos em frutas, verduras e legumes (FLV) no País. Durante o evento, denominado RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, importantes especialistas de órgãos governamentais, entidades de classe e produtores, irão debater segurança do alimento, desperdício, tecnologia em FLV, prevenção de perdas, integração da cadeia, entre outros temas. Na ocasião, a ABRAS e o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento farão a renovação do Termo de Cooperação Técnica para Disseminação e Fortalecimento das Boas Práticas Agrícolas nas Cadeias Produtivas de Alimento, com base na Produção Integrada Agropecuária e o selo oficial “Brasil Certificado”, assinado em 2014. Fonte: Revista de Agronegócios

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

Flávia Albuquerque – Agência Brasil O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje (22) durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista. De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR. O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores. Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou. De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse. Fonte: Site acrítica

Em SC, Trebeschi inaugura nova unidade para a seleção e distribuição de tomate

Uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do país, a Trebeschi, acaba de inaugurar um novo packing house – ou unidade de beneficiamento – no município de Lebon Régis, no oeste de Santa Catarina. O centro será responsável pela distribuição de frutos a todo o Brasil e a alguns países da América do Sul, com a utilização das tecnologias mais modernas para o controle de qualidade. A empresa já conta com um packing house em Araguari (MG) e pontos de distribuição no Ceagesp, em São Paulo (SP). “Rastreamos nossos frutos desde a colheita até a entrega aos supermercados. Eles são classificados eletronicamente de forma rigorosa e embalados de maneira a atender diferentes públicos e exigências. Depois de passar pelo packing house, são transportados sob refrigeração, garantindo qualidade em todo o ciclo”, explica Edson Trebeschi, presidente da companhia. “A escolha pelos melhores frutos começa já na plantação, desde a seleção das sementes até a semeadura em viveiros automatizados. Em um segundo momento, a produção conta com acompanhamento técnico para utilizar os recursos naturais de forma otimizada e sustentável, priorizando a segurança do alimento”, complementa Edson. Na unidade de beneficiamento, os frutos são analisados por máquinas importadas, que realizam classificações por sensores de fotocélulas capazes de identificar 120 tonalidades diferentes de cores. “A Trebeschi é auditada pelas principais redes de varejo brasileiras, que exigem o mais alto padrão de qualidade. O processo para garantir a escolha dos melhores frutos inclui o trabalho de uma equipe técnica experiente, além da estratégia de possuir plantações espalhadas em diferentes regiões do país, de forma a amenizar ricos climáticos e sempre garantir excelentes colheitas”, acrescenta Edson. O zelo pela segurança do alimento fez com que Edson Trebeschi fosse o primeiro produtor a receber o prêmio Rama (Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos), proposto pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), projeto focado no monitoramento e rastreabilidade de frutas, legumes e verduras (FLV), controlando a quantidade de agrotóxicos utilizados. Vencedor da premiação em 2016, o presidente da Trebeschi concorre novamente à honraria em 2017. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança do alimento. Escrito por Diego Freire

ABRAS participa de workshop de sustentabilidade na sede da AGOS

A Associação Goiana de Supermercados (AGOS) realizou, nesta quinta-feira (2/2), o Workshop Sustentabilidade, na sede da entidade, em Goiânia. Na oportunidade, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, falou sobre Logística Reversa e o Programa de Monitoramento e Rastreabilidade de Alimentos (RAMA). Durante a abertura oficial do evento, o superintendente da AGOS, João Bosco, destacou a inciativa da entidade na realização de workshops direcionados ao setor. “A AGOS inicia hoje uma série de eventos voltados para o debate de assuntos de extremo interesse do varejista. Vamos abordar temas que foram motivo de atenção dos supermercadistas em 2016 e continuarão a ser em 2017.” No primeiro Bloco, Marcio Milan falou de Logística Reversa (eletroeletrônicos, lâmpadas, pilhas, baterias e embalagens em geral). Ele começou sua palestra ressaltando a importância da atuação em conjunto com a AGOS, e com os associados na oferta de conhecimento. “Fiquei muito honrado com o convite, principalmente por ter a oportunidade de abordar temas importantes como este. Em 2010, foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que determinava que fabricantes e distribuidores de diversos produtos industrializados implantassem um projeto de Logística Reversa em suas empresas. Mas ainda existem muitas dúvidas por parte dos empresários do setor e, contribuir com essa conscientização, é gratificante”, destaca. Na segunda parte do workshop, Milan apresentou os processos de implantação do Programa RAMA, juntamente com Giampaolo Buso, diretor da PariPassu, gestora técnica do programa. “As boas práticas na cadeia produtiva são uma necessidade; é a única maneira de garantir a segurança dos alimentos aos consumidores. Por isso, estamos trabalhando intensamente na conscientização para aumentar cada vez mais a abrangência do programa no País”, destaca Milan. Na ocasião, Milan também falou do Evento RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos – que será realizado pela ABRAS no dia 22/2, em São Paulo, e divulgará o 2º Balanço Anual do RAMA. O evento trará também especialistas para debater importantes temas da cadeia produtiva de FLV, além da Premiação Destaque RAMA 2017 e exposição de produtos. Também participou do workshop o diretor da Uai Higienização e Logística, Ricardo Amorim, que falou de higienização de caixas plásticas durante o evento.

João Bosco, superintendente da AGOS (foto: Yuri Lopes)

João Bosco, superintendente da AGOS (foto: Yuri Lopes)

Márcio Milan, superintendente da ABRAS e palestrante

Márcio Milan, superintendente da ABRAS e palestrante

Redação Portal ABRAS/Assessoria de Comunicação da AGOS

ABRAS participará de palestras na AGOS sobre Logística Reversa e Programa RAMA

A convite do superintendente da Associação Goiana de Supermercados (AGOS), João Bosco Pinto de Oliveira, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, fará uma apresentação no dia 2 de fevereiro, sobre sustentabilidade, na sede da AGOS, em Goiânia. “Irei abordar Logística Reversa e o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), dois asssuntos muito importantes em que a ABRAS vem atuando fortemente. É uma ótima oportunidade de apresentar nossos trabalhos e iniciativas e falar sobre temas de interesse do setor”, destaca o superintendente Marcio Milan. Na oportunidade, serão abordados os seguintes tópicos: Bloco 1 – Logística Reversa – Logística Reversa de Eletroeletrônicos – Logística Reversa de Lâmpadas – Logística Reversa de Óleos Lubrificantes – Logística Reversa de Pilhas e Baterias – Logística Reversa de Embalagens de Agrotóxicos – Logística Reversa de Embalagens em Geral Bloco 2 – Programa RAMA – Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA). – Processos de Implantação do Programa RAMA. – Evento RAMA 2020 – Tendências e Inovação na Cadeia Produtiva de Alimentos – que será realizado no dia 22/2, em São Paulo, e divulgará o 2º Balanço Anual do RAMA. O evento trará também especialistas para debater importantes temas da cadeia produtiva de FLV, além da Premiação Destaque RAMA 2017 e exposição de produtos (clique aqui). Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de reunião no MAPA sobre a rastreabilidade na produção de alimento

O superintendente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Marcio Milan, participou de reunião, ontem (17/1), em Brasília, com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para estruturar o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, que tem o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no País, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). De acordo com o coordenador de Produção Integrada Agropecuária da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do MAPA, Helinton Rocha, a cooperação entre o governo e o setor deverá expandir o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) da ABRAS, que foi criado em 2012 com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos dentro dos limites estabelecidos pela Anvisa. “O RAMA é um programa que tem a finalidade de controlar os defensivos agrícolas ministrados nos produtos, e de uma forma colaborativa e participativa, com a adesão voluntária dos supermercados. Hoje, mais de 20% do FLV do País são rastreados. Com a parceria com o MAPA para a produção integrada, pretendemos incluir todos os envolvidos na produção de frutas, verduras e legumes no programa, até mesmo fabricantes de defensivos”, destaca o superintendente da ABRAS, Marcio Milan. Além do MAPA e da ABRAS, da reunião participaram também representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Federal de Viçosa (MG) e da Associação Brasileira de Automação (GS1). O próximo encontro já está agendado para o dia 23/2, em São Paulo, onde será formalizado um Termo de Cooperação na melhoria da cadeia de FLV entre o MAPA, ABRAS, Embrapa e GS1 Brasil. PI Brasil A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) está focada na adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários de alta qualidade e seguros, mediante a aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras são produzidos no sistema integrado. Balanço Anual RAMA Durante a reunião, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou a participação no evento de divulgação do Balanço Anual do RAMA, que será realizado pela ABRAS no dia 22 de fevereiro, a partir das 9h30, no Roof Top 5, em São Paulo. Na oportunidade, representantes do MAPA farão uma apresentação sobre produção integrada e cadeia produtiva de FLV. Redação Portal ABRAS

ABRAS divulga 2ª Balanço Anual do Programa RAMA no dia 22/2

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulga no dia 22 de fevereiro, às 9h30, o 2º Balanço Anual do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) em evento no Roof Top 5, em São Paulo. A programação contará com importantes temas da cadeia produtiva de FLV, que serão debatidos por especialistas da área. No evento acontecerá também a Premiação Destaque RAMA 2017. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Convite_Email-RAMA-logo-atualizado Fonte: Redação Portal ABRAS

ABRAS e DIPOA discutem Programa Nacional de Educação Sanitária em Agropecuária

Representantes da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) participaram de reunião na tarde de ontem (17/1), na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para discutir a divulgação do Programa Nacional de Educação Sanitária em Agropecuária (PNESA), do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (DIPOA). Na oportunidade, o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, a chefe da Divisão de Aperfeiçoamento Técnico do MAPA, Karine Bordignon, a coordenadora-geral de Programas Especiais do MAPA, Cláudia Valéria Cordeiro de Sá, o diretor do Dipoa, José Luiz Ravagnani, o auditor fiscal agropecuário do DIPOA, Alexander Dornelles, e a coordenadora de Comunicação do MAPA, Paola Coimbra, alinharam a realização de uma campanha nacional para orientar o consumidor de alimentos de origem animal sobre a importância da aquisição de produtos seguros e certificados, que começará como piloto em três supermercados do DF. A escolha dessas lojas será feita pelo presidente da Associação de Supermercados de Brasília (ASBRA), Antonio Tadeu Peron, que também participou da reunião. “Precisamos de uma política focada nas boas práticas e na segurança dos alimentos que mobilize nossos consumidores. Por isso, é tão importante essa campanha, que atuará na conscientização e na mudança de hábitos. A aquisição de alimentos de qualidade precisa ser prioridade de todos: fornecedor, supermercadista e consumidor”, destaca Milan. A próxima reunião foi agendada para o dia 3/2, às 14h30, na sede do MAPA, e deverá contar também com os supermercadistas de Brasília que irão participar do projeto-piloto de divulgação. Programa O Programa Nacional de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária (PNESA) tem como objetivo geral promover, por via educativa, a qualidade dos produtos agropecuários brasileiros e de seus derivados. sus2 Redação Portal ABRAS

Diretor presidente da Trebeschi é destaque na 2ª edição do Prêmio Rama, da Abras

Com foco no futuro do setor de alimentos, evento conta com a presença de diversos especialistas e ocorre em São Paulo, no próximo dia 22 de fevereiro Uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil, a Trebeschi marca presença no Rama 2020, importante evento realizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), no dia 22 de fevereiro, em São Paulo. A empresa ganha destaque graças à participação de seu diretor presidente, Edson Trebeschi, na 2ª edição do Prêmio Rama, como concorrente na categoria “Produtor Destaque”, já vencida por ele em 2016. Com foco no futuro do setor de alimentos, o encontro tem a finalidade de debater tendências e caminhos para a integração da cadeia produtiva. “O Rama 2020 é uma oportunidade única de conversar com os maiores especialistas do setor. É estar um passo à frente, já imaginando as novidades que devem marcar a cadeia produtiva dos alimentos nos próximos três anos”, comenta Edson. Com plantações em quase 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, a Trebeschi assegura o abastecimento de tomates de qualidade o ano inteiro, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. A empresa também detém o maior reservatório de água pluvial do Brasil, voltado à economia dos recursos hídricos utilizados nos processos agrícolas. O evento Rama 2020 reúne as empresas participantes do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Abras, e conta com a presença de 200 pessoas, entre representantes de órgãos governamentais, entidades parceiras, supermercadistas, universidades e outras associações. Além da entrega de prêmios, a agenda prevê, ainda, a apresentação de um balanço do setor em 2017 e a realização de workshops, com exposição de produtos e serviços dos participantes. Sobre a Trebeschi A Trebeschi é uma das maiores produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a empresa abastece as principais capitais do país e exporta para diversos países da América do Sul. Presentes no DNA da marca, a tecnologia e a sustentabilidade contribuem para a produção de frutos de alta qualidade, que prezam o sabor e a segurança do alimento. Fonte: Portal SEGS

Abras e MAPA aprofundam plano de boas práticas à cadeia de hortifrúti

por Roberto Nunes A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) se reunirão no dia 17 de janeiro, em Brasília (DF), para estruturar o segundo Plano de Ação em prol do fortalecimento de boas práticas agrícolas nas cadeias produtivas de alimentos. O referido plano faz parte do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 2012, com o objetivo de fomentar a produção de alimentos seguros no Brasil, com base nas Normas Técnicas Específicas (NTE) da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). Nos últimos 13 anos, a PI Brasil publicou 28 normas técnicas, que, por sua vez, contemplam 34 importantes cadeias agrícolas. Dentre as estratégias a serem alinhadas e definidas, está o aprofundamento e a expansão das ações relacionadas ao Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Abras. O plano também prevê a criação de um grupo técnico de trabalho, que incluirá outras instituições que exercem influência direta na cadeia de abastecimento, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil) e a Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa (SDA). Redação Portal ABRAS

ABRAS participa de debate sobre alimentos brasileiros na Jovem Pan

O superintendente da ABRAS, Marcio Milan, participou do debate “Alimentos Brasileiros: saúde, segurança e sustentabilidade” na sede da Jovem Pan, em São Paulo. Na oportunidade, Milan falou do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), criado em 2012 pela ABRAS, para verificar os níveis de agrotóxicos dos alimentos comercializados nos supermercados. O debate, que aconteceu no dia 14/12, foi conduzido pelo escritor e professor José Luiz Tejon, e contou também com empresários e representantes da cadeia de alimentos: Marcelo Brito, diretor executivo da Agropalma; Antonio Roque Dechen, presidente do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS); Giampaolo Buso, diretor da PariPassu, gestora técnica do RAMA; Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) e Luis Madi, diretor Geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (ITAL). Na oportunidade os participantes discutiram a necessidade de trazer uma melhor comunicação ao consumidor em relação à segurança, saudabilidade e sustentabilidade do alimento, e destacaram também a importância da rastreabilidade nesse processo. “Hoje os supermercados tem uma responsabilidade muito grande porque é o contato de toda a cadeia de alimentos que o consumidor tem. Nosso desafio é garantir que os clientes tenham a informação correta do que está levando para casa, se é saudável. E com o RAMA podemos comprovar que as frutas, verduras e legumes, estão dentro dos limites permitidos de agrotóxicos”, destacou Milan no debate. Os convidados também falaram da importância de um embasamento científico quando se trata dos males relacionados aos alimentos, principalmente em um mundo globalizado, o qual utiliza a internet como uma das principais fontes de informação, e aproveitaram para desmistificar algumas afirmações sobre alimentos processados, produtos industrializados, entre outros. Clique aqui e confira o debate “Alimentos Brasileiros: saúde, segurança e sustentabilidade” da Joven Pan na íntegra. RAMA O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Redação Portal ABRAS

Rastreabilidade: o futuro do agronegócio

Rastreabilidade significa o futuro do agronegócio e isso está conectado diretamente com segurança alimentar. Todos os anos, 76 milhões de americanos são contaminados por alimentos, ou seja, um nível de 26 mil pessoas por 100 mil habitantes. Já na França, muitíssimo menos, 1200 pessoas por 100 mil habitantes. E o que isso quer dizer? Engajamento com segurança alimentar. O alimento brasileiro é seguro? O alimento brasileiro e saudável? Além de abastecer o mercado interno, somos também exportadores e dificilmente estaríamos exportando para os mais exigentes mercados do mundo se o alimento brasileiro não fosse seguro. Mas em qual dimensão somos seguros? Os dados dos Estados Unidos impressionam e geram um custo social naquele País de cerca de US$ 35 bilhões por ano de custo social. A adoção da rastreabilidade dos alimentos, desde suas sementes até o consumidor final, significa não só proteger consumidores, mas também educar e preparar produtores rurais para o futuro, cada vez de maior exigência e precisão nos detalhes. E, não apenas produtores rurais, mas todos os agentes envolvidos numa cadeia produtiva. É como se a agroindústria representasse uma montadora, e a fazenda, o campo, a granja significassem uma agromontadora de sustentabilidade intensiva, reunindo ciência, tecnologia e conhecimentos integrados como num grande lego auxiliado pelas tecnologias da informação. A rastreabilidade veio para ficar e expandir. Programas como o Rama, de rastreabilidade e monitoramento de alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), e de diversos selos e certificações, compõem agora o cenário do que também passará a ser chamado de comércio justo e de capitalismo consciente. Ciência e tecnologia agora são o novo pão nosso de cada dia: comemos e bebemos conhecimentos científico e isso vale para o agro clássico ou para orgânicos, biodinâmicos. Tudo será rastreado e, da mesma forma, ciência e tecnologia representam o conhecimento que faz a produtora e o produtor rural evoluírem todo santo dia. Coisa de boa fé, coisa de tecnologia, coisa de ética nos negócios e na vida! Por: José Luiz Tejon Megido – Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM, Comentarista da Rádio Jovem Pan. Fonte: Diário do Comércio de Minas

CARREFOUR NO PROGRAMA RAMA DA ABRAS

Publicado em 02/12/2016 A definição de qualidade e sua utilização ocorre em situações e compreensões muito distintas ao longo da cadeia de suprimento. Neste cenário, o entendimento dos fluxos de forma sistêmica e integrada demanda um esforço continuo de alinhamento entre os processos internos dos agentes e entre os agentes que se relacionam de forma interdependente para gerar valor ao negócio e à sociedade. A ABRAS, desde o ano de 2010, juntamente com o parceiro tecnológico PariPassu, estudou, modelou, aplicou e validou o conceito do programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, o RAMA.   Leia mais…

Balanço do Programa RAMA será apresentado hoje no RN

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) terá seus resultados e objetivos apresentados na tarde desta terça-feira (29), para empresários supermercadistas e representantes da cadeia produtiva em evento especial no Hotel Praiamar, em Natal (RN). Na oportunidade será divulgado aos participantes o balanço do terceiro trimestre do programa. A apresentação será realizada pelo superintendente da ABRAS e responsável pelo RAMA, Marcio Milan, em parceria com o delegado da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), Eugênio Pacelli, e com o gerente da PariPassu, Guilherme Fumagalli, que faz a gestão técnica do programa. “Os resultados obtidos pelo Programa RAMA contribuem para a segurança alimentar dos consumidores. Quando são encontrados irregularidades que podem causar riscos para a saúde, uma das medidas tomadas é atuar imediatamente com um Plano de Correções com ações educativas e de boas práticas da cadeia produtiva”, afirma Milan. Eugênio Pacelli destaca o orgulho do Estado do Rio Grande do Norte ter sido o primeiro do Nordeste a aderir ao Programa RAMA, e afirma que é necessário mais informações aos supermercadistas e produtores sobre as vantagens da adesão para o setor. “No estado tivemos uma boa aceitação do RAMA que, inclusive, já está em algumas redes. Com esse evento, nosso objetivo é que as empresas, principalmente do interior do Rio Grande do Norte, conheçam o programa e as boas práticas na produção.” Números O Programa RAMA foi criado pela ABRAS em 2012, com o objetivo de verificar se os alimentos comercializados pelos supermercados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos (LMR) estabelecidos pela ANVISA. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos (que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil). Atualmente, conta com três associações estaduais atuantes: Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). No total, são 81 produtos monitorados (dos 290 rastreados) constantemente. O Programa RAMA conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Mais informações sobre o RAMA: ww.abras.com.br/rama Redação Portal ABRAS

ABRAS recebe 19º Prêmio Automação da GS1 Brasil

Os vencedores do 19ª Prêmio Automação, promovido pela GS1 Brasil, foram homenageados na noite de ontem (24/11) em jantar especial, em São Paulo. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) recebeu duas importantes premiações: na categoria rastreabilidade, pelo Programa RAMA*, recebido pelo superintendente da entidade nacional, Marcio Milan, e na categoria imprensa, com a matéria Do campo à mesa: FLV seguro e saudável, do jornalista Roberto Nunes, da revista SuperHiper (Especial FLV- setembro 2016). Para o superintendente da ABRAS, Marcio Milan, receber a premiação é um reconhecimento muito valioso e motivo de orgulho para a entidade nacional de supermercados. “A GS1 Brasil é uma grande parceira da ABRAS, e juntos, trabalhamos para que a cadeia de abastecimento esteja sempre à frente nas inovações. O RAMA é um programa de extrema importância, o qual nos dedicamos muito. E a SuperHiper é a revista oficial do setor, que tem trabalhado para levar aos supermercadistas as melhores informações que contribuam com as atividades do autosserviço.” Na ocasião, empreendedores, empresas e entidades de vários setores da economia também foram premiados por projetos inovadores em processos automatizados com os padrões de tecnologia GS1. Para o presidente da Associação Brasileira de Automação, João Carlos de Oliveira, é uma satisfação chegar a essa 19ª edição. “E com a certeza de que o nosso trabalho vem apresentando resultados muito produtivos para toda a cadeia de abastecimento. Criado em 1998 essa premiação já se tornou referência nacional em inovação, gestão e empreendedorismo”, ressaltou Oliveira em seu discurso no evento. Durante o jantar de premiação, ele destacou ainda que a 19ª versão do Prêmio Automação tem símbolo a harpia – uma das maiores aves de rapina do mundo. “Ela é conhecida como sinônimo de visão, força, ousadia, grandeza e agilidade, ou seja, as mesmas características de empresas que investem em projetos de automação e se destacam.” Confira abaixo todos os vencedores do 19ª Prêmio Automação: * O RAMA é o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) criado em 2012. De abrangência nacional, o programa conta hoje com a participação de 40 varejos, que representam mais de 20% das vendas totais de FLV comercializados pelo setor no Brasil. GS1 Brasil A Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Redação Portal ABRAS

VOLUME DE FLV RASTREADO NO PROGRAMA RAMA CRESCE 15% NO 3º TRIMESTRE

Publicado em 08/11/2016 O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apresentou crescimento de 15% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados no terceiro trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Balanço RAMA apresentado hoje (8/11), na 50ª Convenção ABRAS. Leia mais…

VOLUME DE FLV RASTREADO NO PROGRAMA RAMA CRESCEU 23,1% NO 1º SEMESTRE

Publicado em 29/09/2016

O Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apresentou crescimento de 23,1% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados no primeiro semestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Balanço RAMA apresentado hoje (29/9) em coletiva de imprensa, na sede da entidade, em São Paulo. Leia mais…

28 entidades irão assinar Termo de Cooperação Técnica pela Sanidade Alimentar na Exposuper 2016

A realização da 29ª edição da Exposuper – Feira de Produtos, Serviços e Equipamentos para Supermercados (21 a 23 de junho, Complexo Expoville, Joinville) terá em sua programação a assinatura de um termo de cooperação que unirá 28 entidades e instituições públicas e privadas em torno do objetivo de garantir as melhores condições de sanidade de alimentos aos consumidores (incluindo controle de agrotóxicos). Este termo de cooperação é uma iniciativa do Ministério Público de Santa Catarina e ​conta com o apoio e participação da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS). Leia mais…

Rio Grande do Norte debate avanços do Programa RAMA

Supermercadistas e fornecedores/produtores do Rio Grande do Norte debaterão na tarde de amanhã, quarta-feira (15/6), os avanços do controle do uso de agrotóxicos no estado, em evento do RAMA –Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da ABRAS, organizado pela Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN), com apoio da empresa gestora do RAMA, a PariPassu. No evento devem estar presentes, além de supermercadistas e fornecedores/produtores, representantes da Vigilância Sanitária no estado do RN e representantes do Ceasa-RN. A reunião-encontro, que ocorrerá a partir das 14 horas no Hotel Praiamar, será aberta pelo presidente da Assurn, Edmilson Marques Silva. Em seguida ocorrerá palestra sobre os Conceitos do RAMA e os Resultados no Brasil e no Rio Grande do Norte, proferida por Giampaolo Buso,  diretor da PariPassu, e, na sequência, ocorrerá debate com todos os participantes. Participam do Programa Rama, no Rio Grande do Norte, oito  redes de supermercados: Boa Esperança, Bom dia, Makro, Nordestão,  Praias Belas/Favorito, Rebouças, Super Show e Supercop. Além disso, participam também  36 fornecedores  que representam 293 origens produtoras .   Fonte: Redação/Portal ABRAS

Produtos rastreados pelo Programa RAMA

O programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos da Abras mostrou que houve crescimento de 58% no volume de frutas, verduras e legumes rastreados de janeiro a março em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No período, foram rastreadas 360,1 mil toneladas, versus 227,5 mil toneladas apuradas no mesmo intervalo ano passado. A entrada do Carrefour no programa explica o aumento maior no número. O programa foi lançado em 2011 e, desde então, cerca de 4 milhões de toneladas de alimentos foram rastreados. Participam da coleta 38 redes de varejo do país. Veículo: Jornal Valor Econômico

Vendas reais de supermercados caem 2,5% em abril

As vendas do setor supermercadista caíram 2,5% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado, em termos reais (deflacionado pelo IPCA/IBGE), de acordo com o Índice Nacional de Vendas Abras, elaborado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados. Em relação a março, a queda real foi de 5,87%. No acumulado de janeiro a abril, em termos reais, houve leve alta de 0,24%, informa a Abras. Leia mais…

Supermercados ampliam controle sobre a produção de vegetais

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil O primeiro balanço feito sobre o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados, indicou que o projeto conta com 27.981 origens de produtos cadastradas. Foram rastreados, em seis anos, pouco mais de 1 milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes. O balanço mostra 450 visitas de orientação no campo, e que foram geradas 4.102.353 etiquetas de identificação dos produtos envolvidos. Leia mais…

Associação Brasileira de Supermercados apresenta balanço de rastreabilidade de alimentos

A Associação Brasileira de Supermercados apresentou hoje, na capital paulista, o primeiro balanço do programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos. Desde 2011, cerca de um milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes foi rastreado pela iniciativa. Veja a reportagem em: http://tvterraviva.band.uol.com.br/noticia.aspx?n=770091  

Resíduos de agrotóxicos em hortifrúti no radar do varejo

No radar das redes varejistas pelo uso incorreto ou excessivo de agrotóxicos, o segmento de frutas, legumes e verduras (conhecido como “FLV”) está avançando no atendimento às normas que tratam desses resíduos nos alimentos. Análise conduzida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) revelou que 71% dos produtos estavam em conformidade com a legislação no ano passado, à frente dos 64% de 2014.   http://www.valor.com.br/agro/4449468/residuos-de-agrotoxicos-em-hortifruti-no-radar-do-varejo#impresso528172

Supermercados realizam controle sobre produção de vegetais

O primeiro balanço feito sobre o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados, indicou que o projeto conta com 27.981 origens de produtos cadastradas. Foram rastreados, em seis anos, pouco mais de 1 milhão de toneladas de frutas, verduras e legumes. O balanço mostra 450 visitas de orientação no campo, e que foram geradas 4,1 milhão de etiquetas de identificação dos produtos envolvidos. Leia mais…

Supermercados ampliam controle sobre a produção de vegetais

Balanço mostra 450 visitas de orientação no campo, e que foram geradas 4.102.353 etiquetas de identificação dos produtos envolvidos Canal Rural – Leia mais no link http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/supermercados-ampliam-controle-sobre-producao-vegetais-60977
 

Jose Luiz Tejon recebe prêmio da Abras

jose-luiz-tejon O especialista foi homenageado por sua atuação no campo acadêmico, no núcleo de estudos do agronegócio da ESPM, e sua influencia através da mídia, promovendo o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos. Conselheiro fiscal do Conselho Científico para Agricultura          Sustentável (CCAS) e dirigente do Núcleo de Agronegócio da      ESPM, José Luiz Tejon Megido recebeu homenagem da Associação Brasileira de Supermercados (Abras, São Paulo/SP) pelo encorajamento e divulgação do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), instituído pela Abras ao lado de órgãos como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF), Anvisa , GS1 e Núcleo de Estudos do Agronegócio da ESPM; e com rastreabilidade sob responsabilidade da Paripassu (Florianópolis/SC).

Jose Luiz Tejon foi um dos homenageados por sua atuação no campo acadêmico e sua influencia através da mídia, promovendo o programa (Foto: divulgação)

Segundo o especialista, o projeto RAMA é de significativa importância para o sistema do agronegócio reunindo os supermercados aos produtores e estes assegurando a qualidade e segurança ao consumidor final. “Este programa está em sintonia com o que denominamos ‘nova agricultura’, com aplicação intensiva de sustentabilidade por meio do conhecimento tecnológico e científico”, destaca. Criado com base no monitoramento e na rastreabilidade, o programa ajuda as empresas a evoluir na gestão, no conhecimento e na possibilidade da melhoria dos resultados e da qualidade de vida das pessoas. “O RAMA representa progresso para todos os envolvidos da cadeia de abastecimento e, com esse trabalho conjunto, será possível superar os permanentes desafios para oferecer o melhor com a racionalidade das métricas e indicadores. No núcleo de estudos do agronegócio da ESPM, acompanhamos e enaltecemos essa ação positiva do conhecimento que significa também educação”, salienta Tejon. O programa teve inicio em 2006, e hoje são rastreados 290 produtos, com 450 produtores do setor de hortifruticultura visitados e com probabilidade de crescer exponencialmente no Brasil nos próximos cinco anos. Segundo Tejon, 20 dos maiores varejos de alimentos do País estão participando, o que configura nessas redes um total de mais de R$ 68 bilhões de faturamento anual. Fonte: A.I., adaptado pela equipe feed&food

ABRAS divulga 1º balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA)

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apresentou na manhã de hoje, 22 de fevereiro, em São Paulo, o 1º balanço do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA), em evento especial que debateu os avanços do controle do uso de agrotóxicos no País. 

O programa, lançado em 2011, atualmente monitora e rastreia no Brasil uma média de 15 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras (FLV) por mês. Até hoje, de acordo com o balanço apresentado no evento, cerca de um milhão de toneladas de alimentos foram rastreadas, colaborando para a redução do consumo de defensivos agrícolas (agrotóxicos) pela população brasileira e apoiando a comercialização e o consumo seguro de alimentos, por meio do incentivo à adoção das boas práticas agrícolas.

“O RAMA é um dos principais programas da ABRAS e tem toda a nossa prioridade porque é de suma importância para a saúde dos nossos consumidores. O programa é reconhecido nacionalmente, tanto é que temos como parceiros a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da  ABRAS, Sussumu Honda. 

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Programa Alimento Sustentável (PAS) da ACATS ganha chancela da FAO

2000px-FAO_logo.svg (1) O Programa Alimento Sustentável (PAS) da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), de rastreabilidade alimentar, ganhou a chancela de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A conquista foi anunciada durante a 28a. Edição da ExpoSuper – 2015, Feira de Produtos, Equipamentos e Serviços para Supermercados e Convenção Catarinense de Supermercadistas, realizada entre os dias 16 e 18 de junho no Complexo Expoville, em Joinville. Leia mais…

ORGÂNICOS E A RASTREABILIDADE DE ALIMENTOS

O Programa Fantástico, Rede Globo, exibiu no último domingo, dia 31, uma reportagem sobre fraudes na comercialização de produtos orgânicos por todo o Brasil. Feirantes, flagrados pela emissora, lucram com a venda de alimentos orgânicos falsos em diversos estados, principalmente em Santa Catarina, Ceará e São Paulo. Leia mais…