Após seis meses abaixo dos 3%, a taxa deve subir para até 3,02%, na previsão do professor Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio. No mês, a previsão é de alta entre 0,40% e 0,45%. O indicador ficará abaixo do piso se o resultado for até 0,42%. O IBGE divulgará o dado na quinta-feira.
Mesmo que não aconteça em janeiro, o retorno à meta está próximo. A taxa neste começo de ano tende a ser maior que em 2017. Os alimentos, após sete meses de quedas, voltaram a pressionar já em dezembro e continuaram a subir em janeiro, pelas projeções. Esse é o normal nesta época mais quente; no verão, os alimentos ficam mais caros. O preço dos combustíveis também pesou no mês.
Para o ano, a previsão é que o IPCA suba mais e feche 2018 perto dos 4%, mais próximo, portanto, do centro da meta de 4,5%.
Fonte: O Globo