Criado pelo governo federal para viabilizar uma agenda para o setor privado, o Plano Brasil Maior entrou na fase do comércio e dos serviços. A afirmação é da diretora do Departamento de Políticas de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Edna Cesetti, que fez a palestra de abertura do Congresso para o Desenvolvimento do Varejo, que ocorre junto com a Febravar.
Segundo a representante do governo, o plano, implementado em 2011 e com duração até 2014, está sendo desenvolvido com a participação ativa do setor, representado pelas entidades nacionais que participam do Conselho de Competitividade, no qual foi apresentado um plano de trabalho. Segundo Edna, no momento, o programa está se dividindo em agendas macro com trabalhos a longo prazo e questões pontuais. “Uma dessas agendas pontuais que vem sendo discutida é questão da rastreabilidade dos produtos, da origem até o destino. Isso envolve segurança, controle, e o bem-estar social das pessoas que consomem estes produtos. A avaliação é que existem ambientes de discussão e de implementação, que podem durar tanto para esse governo quanto para outros que vierem”, analisa.
Para Edna, com a questão da dinâmica da economia, o Executivo trabalha com ações pontuais. Ao final do prazo do Plano Brasil Maior, será necessário construir uma nova política com o setor privado. “O governo é um articulador das políticas, pois quem demanda são os setores participantes”, ressalta.
Veículo: Jornal do Comércio - RS